Monthly Archives: março 2015

Dica Cine Coaching 14 – Ponto de Decisão

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Ponto de Decisão – Depois de muitos anos de casamento, Dave e Clarice  estão acomodados, pensam somente no bem-estar pessoal e a afeição de  entre eles está sendo duramente testada pelas reviravoltas da vida. Um acidente de carro a obriga a suspender as suas atividades e o casal tem que lidar com traições, problemas financeiros , interferência de terceiros (mãe e amigas dela), busca do sucesso na profissão, a relação deles fica por um fio e terão que aprender a contar com Deus para que o cordão não seja quebrado.

Aprendizado: Primeiro que parece que hoje em dia as pessoas não sabem mais conversar de maneira civilizada, só aos gritos ou magoando uns aos outros, as pessoas estão muito individualistas, não sabem escutar um ao outro, não sabem ceder ou priorizar da vida de cada um e da vida a dois.  Segundo mostra o que acontece no distanciamento de princípios e valores cristãos  (o perdão, o ressentimento) e terceiro que o casamento é entre duas pessoas, pais e sogros(as) não devem interferir no relacionamento do casal.

 Melhores Frases: “Eu descobri que se a gente quiser saber o objetivo de alguma coisa, não pode pedir que a coisa te conte. Um carro não sabe que é um carro apenas o fabricante sabe que vai produzir um carro. E acho que é assim com a gente e com Deus. Deus não fez simplesmente Dave Johnson pra ser um marido ou treinador ou amigo esses são apenas papéis e não quem eu sou como homem. Mas eu acho que as vezes ELE tem que deixar a vida virar de cabeça pra baixo pra que a gente aprenda a viver de cabeça pra cima.” e 2)“Mas eu acho que as vezes DEUS tem que deixar a vida virar de cabeça pra baixo pra que a gente aprenda a viver de cabeça pra cima.

Dica Cine Coaching 13 – A Última Fortaleza

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A Última Fortaleza – O General Irwin (Robert Redford) é um condecorado militar do exército americano que perde sua patente e sua liberdade após ser injustamente condenado por uma corte militar a passar o resto de sua vida em uma penitenciária de segurança máxima. Lá ele conhece o Coronel Winter (James Gandolfini), que dirige a prisão com punho de ferro. De início há um respeito recíproco entre eles, que logo se torna ressentimento após Irwin discordar de alguns dos métodos de Winter no comando da prisão. Disposto a calar Irwin de qualquer maneira, as táticas de Winter apenas o motivam a liderar uma rebelião de prisioneiros para conseguir tirá-lo do poder.Neste filme fica clara a diferença entre autoridade e poder, onde a autoridade é a função de confiança que o Diretor do Presidio exercia de forma autoritária e abusiva.

Aprendizado: Trata da habilidade que o líder tem em influenciar outras pessoas, com a arte de motiva-las, a liderança é um poder de coesão, independentemente de ser autoridade, pois a mesma é desenvolvida de forma nata e aperfeiçoada com conhecimentos adquiridos ao longo da vida..Percebe-se claramente  que há dois tipos de liderança, a democrática é a qual atribuímos ao General Irwin, um tipo de liderança que visa à participação e inclusão dos liderados nos processos decisórios, esse tipo de liderança estimula o debate para o surgimento de novas diretrizes, na qual permitem que o próprio grupo esboce as providências a serem tomadas, chegando assim à conclusão do objetivo, ou seja, percebemos que esse líder “pode levar pessoas a lugares que jamais iriam sozinhas”. Já a liderança autocrática, é autoritária  e dominante, se encaixa perfeitamente ao perfil de Coronel Winter, que dirige a prisão a punho de ferro, utiliza da força e hierarquia, para determinar que as pessoas sigam ordens.  Esse tipo de líder toma decisões individuais, desconsiderando a opinião dos liderados, determina as providências e as técnicas para a execução das tarefas, de modo imprevisível.

Melhores Frases: 1) “Você sabe de onde vem a saudação militar”? “Vem da época medieval: quando cavaleiros se encontravam, ambos levantavam a viseira do elmo mostrando a face, um ao outro. Era o modo de dizerem ‘aqui estou eu!’, ‘este sou eu!’ e 2)“Não fui eu quem salvou teu pai, foram aqueles homens, todos, com seus apelos os que me mantiveram a mim vivo”

Cinquentões ganham espaço no mercado de trabalho

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Cinquentões ganham espaço no mercado de trabalho, que começa a rever conceitos

Surpresa. Um estudo da PriceWaterhouse Coopers e da Fundação Getúlio Vargas (FGV) estima que, em 2040, 57% da força de trabalho brasileira será composta por profissionais com mais de 45 anos. No Brasil, em 2012, os trabalhadores com idade a partir de 40 anos representavam 34,85% da mão de obra ativa, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad).

Os dados mostram que os profissionais mais maduros têm, sim, lugar no mercado de trabalho. Apesar do fantasma que assombra os que estão nessa faixa etária e de as empresas estarem numa constante busca por novos talentos, cresce a percepção, dizem especialistas, que unir o conhecimento dos mais velhos com o potencial e a vontade dos mais jovens é uma excelente fórmula para o desenvolvimento da companhia.

— Profissionais de maior idade trazem uma bagagem de conhecimentos imensurável, e não estão atrás de quantidade de empregos que possam destacar na carteira profissional. O que importa para eles é a qualidade do serviço, o respeito pela equipe de trabalho e, principalmente, sua valorização no ambiente — afirma Elisângela Silva, consultora em RH da Luandre Soluções em Recursos Humanos, que há quatro anos seleciona trabalhadores para vagas que não limitam idade.

Em entrevista à TV americana CNBC, o bilionário mexicano Carlos Slim disse que a tecnologia gerou um ambiente de negócios em que o conhecimento é mais importante que a força física, o que beneficia os profissionais mais experientes.

— A busca por profissionais mais experientes vem acontecendo, em especial, para posições que exigem mais conhecimentos e vivências profissionais. Há organizações que contratam este perfil de profissionais com foco na transferência do aprendizado e do conhecimento — afirma Ylana Miller, sócia-diretora da Yluminarh e professora do Ibmec.

Os motivos que levam a esta nova onda são vários, desde a falta de talentos para postos que requerem conhecimento específico até a própria mudança na curva demográfica do Brasil. Fátima Mangueira, diretora da Mira Recursos Humanos, ressalta que justamente a falta de talentos nos níveis mais altos de gestão está levando cada vez mais empresas a optarem pela contratação desses profissionais, já que eles são conhecidos como gestores mais experientes:

— Nota-se um misto de experiência e maturidade destes, que, interagindo com a geração Y, tornam-se importantes para o mundo de negócios. Essa interação entre gerações é importante para todas as partes. Cria um ambiente desafiador e estimulante para as empresas e para os profissionais, não importa a idade.

Para a gerente de desenvolvimento organizacional da Luandre, Flávia Garbo, um fator que contribui para que haja um maior interesse de profissionais maduros é que os representantes das novas gerações parecem ter uma tendência mais imediatista, além de uma ambição de curto prazo, que nem sempre as empresas conseguem atender. Em contrapartida, profissionais mais experientes, além de já trazerem consigo um considerável capital intelectual que minimiza os investimentos iniciais com desenvolvimento, tendem a criar vínculos com as instituições e a se comprometerem mais com os resultados coletivos.

— Num momento em que se valoriza tanto a busca de resultados, comprometimento e informação, as empresas começam a rever o conceito de que quem tem mais de 50 está obsoleto — diz Flávia. interação entre gerações

Além do comprometimento e qualificação, maturidade na gestão de conflitos, movimento estratégico no sentido de aproveitar melhor as potencialidades do grupo, as práticas da organização são algumas competências que se destacam nesses profissionais. E são valorizadas pelos empregadores, explicam as consultoras.

Apesar de estar em ascensão, a tendência ainda não é majoritária. Pesquisa da revista Melhor – Gestão de Pessoas, feita no primeiro semestre deste ano, indica que 63% das empresas entrevistadas ainda não percebem os profissionais mais velhos como opção para a escassez de talentos.

— Acreditamos que há espaço para todos no mercado, o importante é ter clareza do tipo de profissional que agregará à empresa, não apenas baseando-se no perfil, mas também tendo a sensibilidade de observar o contexto, a cultura e o momento que a organização está passando — acrescenta Flávia.

Segundo Ylana, a contratação de profissionais seniores vem acontecendo cada vez mais nas organizações focadas em projetos e gestão do conhecimento. Entre as áreas onde há mais espaço para eles estão tecnologia e engenharia, mas a oferta está aquecida também em bancos, supermercados, indústrias, empresas de serviços, telemarketing e varejo.

O mais importante, segundo a diretora da Yluminarh, é que os profissionais seniores não se sintam ameaçados ou com receio de perder seu lugar no mercado. E que as empresas e profissionais de RH estimulem e promovam a troca entre profissionais de gerações diferentes, valorizando a diversidade, interação e complementariedade:

— O papel deles é muito importante na transferência do conhecimento e na preparação da nova geração. A construção de uma relação profissional saudável dependerá de todos os envolvidos. O melhor de cada um deve ser aproveitado.

— Precisamos que diferentes gerações trabalhem em conjunto, dividam informações onde um aprende com o outro. Possivelmente o jovem terá uma visão de “pé no chão”, tendo mais comprometimento, responsabilidade no ambiente profissional. Já o de maior idade precisa entender que as novas gerações buscam aprimoramento profissional — cursos técnicos, idiomas e faculdade —, e quem sabe isso incentive e demonstre que a vida não para — completa Elisângela.

A questão também merece destaque de Fátima, da Mira Recursos Humanos — ela não vê a idade como um fator que atrapalhe o ingresso no mercado ou o desenvolvimento de carreira desses profissionais, mas sim a falta de atualização:

— Alguns ainda encontram resistência em usar as diversas ferramentas de informática e as redes sociais, elementos fundamentais para o momento em que vivemos.

Fonte: http://extra.globo.com/emprego/cinquentoes-ganham-espaco-no-mercado-de-trabalho-que-comeca-rever-conceitos-10398547.html#ixzz3V9liqA1e.  Publicado em  17/10/13 09:28  Atualizado em 22/03/15

Category: Trabalho +50

Os 60 são os novos 40: sessentões com tudo em cima

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Os 60 são os novos 40: geração de homens mostra que sabe levar bem a vida sem clichês da idade

Bruce Springsteen, Ritchie, Evandro Mesquita são alguns que esbanjam energia

Mal começou o show, depois da meia-noite de sábado, há uma semana, e só se falava em Bruce Springsteen. The Boss (“o patrão”, ou “o chefão”), como o cantor e compositor americano é chamado, monopolizou as atenções com comentários que elogiavam ou sua apresentação de quase três horas no Rock in Rio, ou o carisma que demonstrou ao circular pela cidade, ou ainda o corpo que desfilou na praia. Como o dono desse sucesso todo já conta 64 anos de idade, a passagem de Bruce pelo Rio deixou uma certeza: é possível estar com tudo em cima (trabalho, saúde, vida…) e com seis décadas de experiência. Estão aí muitos representantes da geração de Bruce para comprovar.

Por aqui, os músicos Evandro Mesquita, Edgar Duvivier, Ritchie, Dadi e o ator José Mayer, entre outros, fazem parte do time. Pelo mundo, os atores Liam Neeson, Richard Gere e Bruce Willis e os músicos Rick Springfield e David Bowie estão entre os que mostram que os 60 são os novos 40.

Cantor e compositor, o inglês Ritchie, “carioca” há 41 anos, lançou disco quando completou seis décadas de vida, ano passado, e agora está envolvido em nova empreitada como intérprete. Convidado para substituir a cantora Blubell no projeto do trio Black Tie, que ganhou o Prêmio de Música Brasileira deste ano na categoria Álbum de Língua Estrangeira, Ritchie também vai estrear, aos 61 anos,  como ator num seriado da TV a cabo e diz que está mais do que satisfeito com os diferentes rumos na carreira:

Ritchie: o músico vai estrear como ator, aos 61 anos, e está em dois novos projetos como intérprete Foto: Fabio Seixo / Agência O Globo

Além de me sentir honrado com esse convite, estou feliz pelo reencontro com a minha língua, por poder cantar em inglês, o que estou fazendo também no disco “60”. Ali, interpreto as músicas da década de 1960 que me influenciaram. A ideia era celebrar a data marcando tanto os 60 anos que Ritchie fez quanto as músicas dos anos 60 que fizeram sua cabeça. E, se nas caixas de som o que toca já tem algumas décadas, no vídeo, os hábitos de Ritchie são o supercontemporâneo fenômeno “Game of Thrones” e o cultuado comediante britânico Rick Gervais (“Estou apaixonado pelo seriado ‘Derek’”). Na rotina do músico, que inclui corrida e caminhada na Lagoa, além de musculação, a boa alimentação também garante o bem-estar (“Mas não me privo de nada: como carne à vontade, bebo vinho e mantive a manteiga”). Casado há 41 anos, Ritchie diz na maior tranquilidade sobre ele e sua cara-metade:— Somos sexagenários.

O cantor, que conheceu a mulher, brasileira, na Inglaterra, é de Beckenham, que hoje faz parte de Bromley, a mesma região da chamada Grande Londres de onde vieram David Bowie, Peter Frampton, Siouxsie & the Banshees e Boy George.

— Muitos deles são da minha geração, provavelmente nos cruzamos quando estávamos em carrinhos de bebê — brinca o músico, que, em mais um ato simbólico, remasterizou o CD “60” em Abbey Road, o que, remetendo aos Beatles, lembra uma música da banda que tem tudo a ver com o assunto em questão aqui: “When I’m sixty-four” (“Quando eu estiver com 64 anos”).

A letra, que fala de amor, imagina para esse período da vida tarefas como costurar um suéter e cuidar do jardim, e pergunta: “Quem pode querer mais?” Bruce Springsteen bem poderia responder que prefere rodar o mundo apresentando explosivos shows de rock and roll. E tem mais gente, exatamente da mesma idade, que também é mais conhecida por referências bem diferentes das citadas na música dos Beatles. Quinta-feira, quem faz 64 anos é o galã José Mayer, que inspira páginas na internet com os lemas “José Mayer pegador” e “José Mayer facts” que pregam: “Zé Mayer confessou que há muito tempo já levou um ‘não’ de uma mulher. Era a mãe dele.”

VEJA OUTROS SESSENTÕES QUE ESTÃO COM TUDO EM CIMA!

BRUCE WILLIS BRUCE EVANDRO JOSE MAYER LIAM NEESON

Fonte:  http://drogariaclassic.com.br/blog/os-60-sao-os-novos-40-geracao-de-homens-mostra-que-sabe-levar-bem-a-vida-sem-cliches-da-idade/ – Publicado:

Dica de Leitura 16 – Os 100 Segredos das Pessoas Felizes – David Niven

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O livro Os 100 Segredos das Pessoas Felizes, foi baseado nas pesquisas e estudos de cientistas junto a milhares de pessoas, o psicólogo e cientista social Dr. David Niven organizou a lista dos cem segredos mais simples que são realmente capazes de tornar as pessoas felizes. Esses segredos estão aqui colocados de forma interessante com exemplos e assim, você irá compreender as diferenças entre as pessoas felizes e as pessoas infelizes, e irá saber o que fazer para aproveitar melhor a vida, pois fala de coisas que já sabemos que temos que fazer, mas que por algum motivo não fazemos. Junto com cada dica há um breve explicação de sua importância para o caminho da felicidade e a história de alguém que colocou-a em prática. É uma leitura leve, agradável e pode ser lido alternadamente com outros livros.

“Qual é a diferença entre as atitudes das pessoas felizes e as das infelizes?

Não há nenhum conselho tão excepcional que não possa ser óbvio para ninguém. Os segredos das pessoas felizes, como David Niven aponta, estão relacionados ao estabelecimento de objetivos, ter prazer e alegria no que faz, ser otimista, estar sempre aberto a novas ideias, cultivar amizades, entre outros conselhos que são incorporados ao nosso dia-a-dia e nem nos damos conta da diferença que faz em nossas vidas.

As dicas e o caminho traçado pelo autor é muito simples, fazendo com que o leitor visualize o que realmente importa na vida, além de ser totalmente coerente. Pode-se pensar no como eu não pensei nisso ou isso tava na cara. São pequenos detalhes que fazem a diferença mesmo e não há nada direcionando para uma determinada tarefa. É você quem decide sobre a sua vida, só preste atenção no que realmente tem valor.

Segundo David Niven, o que diferencia se uma pessoa está feliz ou não é a maneira como ela enxerga e interpreta o mundo. Portanto, pessoas mais otimistas tendem a valorizar os aspectos positivos e aprendem com as experiências, enquanto as negativas se focam nas coisas ruins.

No entanto, é necessário lembrar que a felicidade é subjetiva, logo independente do copo estar meio cheio ou meio vazio, leia-se da positividade e negatividade de cada um e de como as pessoas encaram as diferentes situações da vida, dificilmente o que é melhor para uma pessoa será para a outra.

Alguns conselhos são simples, porém podem fazer a diferença no cotidiano das pessoas, como o simples ato de sorrir e rir, visto que os humanos tendem a imitar as expressões de quem está ao seu redor, por isto ao longo do livro é frisada a importância de sentir-se bem consigo mesmo e se cercar de boas pessoas e bons pensamentos, podendo se contagiar e ajudar aos outros.

Independente das situações e conflitos, há quem sempre vá levantar a cabeça diante das dificuldades e ser grato pelas vitórias, como há quem nunca vai estar satisfeito e se deixará levar pelos problemas. As pequenas mudanças de comportamento podem ajudar e muito as pessoas a se sentirem melhores, desde aceitando as suas próprias limitações, estabelecendo metas realistas e tendo paciência até saindo da inércia, praticando atividades físicas e se concentrando no que realmente é importante.

Eu creio que não há segredos em ser feliz, basta ser mais consciente dos próprios atos e encarar a vida com otimismo, todo o resto vai se direcionado rumo à felicidade. Ninguém consegue ser feliz 24 horas do dia, sete dias da semana, porém a maneira que reagimos diante das facilidades e dos problemas pode ajudar a desfrutar melhor nossas existências. O Autoconhecimento, entender a si mesmo, ajuda a aceitar os outros e compreender que mesmo diante das dificuldades, há sempre algo construtivo, uma lição. Sempre aprendemos algo com todas as pessoas e em todas as situações.

“Cuide-se de você mesmo e seja você mesmo. Não deixe que os outros decidam por você o que deve saber

 

Mudanças de Comportamento na Geração Jovens+50

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Eles mudam de profissão, começam outra faculdade, se divorciam, casam novamente…  Mais ativa do que nunca, a atual geração de cinquentões é protagonista de uma das maiores mudanças de comportamento do nosso tempo.

Na vida de Narcizo Sabbatini, essa chave virou aos 55. Depois de trabalhar por três décadas como engenheiro, decidiu voltar para a faculdade e estudar física, um sonho antigo, desde a época em que foi universitário pela primeira vez.  Assim, ele deixou o emprego em outubro do ano passado para se aventurar em outras águas: é um feliz calouro do curso de física da Universidade de Campinas.(Unicamp). “Quero continuar estudando e penso em trabalhar com pesquisas.” O número de estudantes nessa faixa etária tem crescido muito. De 2002 a 2012, subiu 205,5%, enquanto alunos até 49 anos tiveram um aumento de 93,3%.

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SONHO
Narcizo Sabbatini, 55 anos, deixou o trabalho como engenheiro
para estudar física na Unicamp. “Era um desejo antigo”

A mudança vista na área da educação também aparece no mercado de trabalho. Nos últimos anos, o mesmo mercado que dava preferência à mão de obra da população jovem passou a valorizar profissionais com mais estrada. Para o diretor-executivo da empresa de recrutamento Michael Page, Leonardo de Souza, algumas áreas do mercado, como a indústria e a construção civil, passaram a requisitar um número maior de profissionais experientes. “Pessoas sêniores conseguem aliar energia com uma visão mais ampla e madura do mercado”, diz Souza.

Andrea Tavares Fonseca, 53 anos, assistiu de perto às mudanças do mercado de trabalho para a sua geração, mas nunca teve medo de ousar. Aos 51 anos, com uma carreira consolidada, com direito a MBA na Inglaterra, ela decidiu deixar o emprego e viajar pelo mundo. “Estava muito cansada, não conseguia cuidar de mim, fazia apenas coisas relacionadas à empresa”, diz. Depois de uma longa jornada, retornou ao Brasil e foi aprovada em um processo seletivo de uma empresa do setor de óleo e gás. “Não foi um processo fácil, mas, independentemente da idade, o importante é ter coragem e planejamento para buscar aquilo em que acreditamos.”

Na vida pessoal, os tabus em relação a relacionamentos e sexualidade também caem por terra. “As opções aumentaram e os julgamentos morais diminuíram. Como consequência, muitas pessoas não se sentem mais aprisionadas a escolhas do passado. Não gosta do seu casamento? Mude”, afirma o cientista social britânico Chris Middleton, coautor do livro “Pense Jovem: o Mais Bem Guardado Segredo para a Juventude Eterna” (Ediouro). A empresária Maria José Mosquini, 55 anos, e o servidor Elmo Lima, 54 anos, namoram há quatro meses.  Eles são o retrato de uma nova geração que acredita que a idade não é impedimento para começar uma relação.

“É muito complicado dar o primeiro passo e voltar a namorar, mas quero construir minha família de novo”, diz Maria José, que já planeja fazer uma viagem por ano ao Exterior com o namorado. O sexo também está muito mais vibrante nessa faixa etária. “Esse processo de perceber que ainda vai viver muito tempo começou a mudar a maneira de as pessoas mais velhas encararem o sexo. Além disso, aos 50 a pessoa já sabe bem o que gosta e o que não gosta. É mais prazeroso”, afirma a sexóloga Carmita Abdo.

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PRAZER
Os cinquentões não ficam mais aprisionados a relacionamentos insatisfatórios.
Por isso o aumento do número de divórcios e recasamentos nessa faixa etária

Fonte: http://www.istoe.com.br/reportagens/351249_OS+NOVOS+50+ANOS                 N° Edição:  2311 |  07.Mar.14 – 20:50 |  Atualizado em 22.Mar.15 – 18:55

Dica de Leitura 15 – A Mágica de Pensar Grande – Dr. David J. Schwartz

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a mágica de pensar grande

Neste livro criativo, diferente de tudo o que já foi escrito sobre a busca pelo sucesso, o Dr. David J. Schwartz prova que o único meio de realizar grandes coisas é pensar em termos grandiosos.
Você não precisa ser dotado de uma capacidade intelectual fora de série para obter um desempenho excepcional no trabalho e alcançar prestígio, dinheiro e influência.Tudo o que você precisa é adquirir o hábito de pensar e agir de maneira grandiosa. No livro,  o leitor encontra um conjunto de métodos e técnicas originais que vão ajudá-lo a adquirir confiança, estabilidade e desembaraço para ir ao encontro daquilo que sempre sonhou. O livro  fala muito sobre Ação pois tudo começa em nossa mente, através de nossos pensamentos, mas temos que agir e não ficar apenas pensando.

Uma das frases mais significativas do livro, dentre uma infinidade delas, é uma citação de John Wanamaker: “Nada acontece só porque pensamos que vai acontecer”. Depois ele complementa: “…Tudo que temos neste mundo, desde os satélites aos arranha-céus e aos alimentos para os bebês, nada mais é do que ideias postas em AÇÃO.”

Habitue-se a Agir, siga as dicas:

1- Seja um “ativista”. Seja alguém que faz. Seja um realizador e não um individuo que se nega a realizar.
2- Não espere que as condições sejam perfeitas. Elas jamais o serão. Espere Obstáculos e dificuldades no futuro e resolva-os a medida que surgirem.
3- Lembre-se de que o sucesso nao é feito apenas de idéias. As idéias só tem valor quando postas em execução.
4- Use a Ação para combater o medo e adquirir confiança. Faça o que você teme e o medo desaparecerá. “Experimente e Veja”.
5- Ponha em funcionamento o seu motor Mental. Não espereque seu espirito movimente você. Aja, trabalhe e movimente seu espirito.
6-Pense em termos de “Agora”. Amanhã, na semana que vem, mais tarde e outros termos semelhantes são, geralmente, sinônimos de Nunca, a palavra do fracasso. Seja do tipo das pessoas que dizem “Vou fazer agora mesmo”
7- Esteja pronto para se entregar ao trbalho. Nao desperdice o tempo preparando para agir. Comece logo a Agir.
8- Tome a iniciativa. Seja um lançador. Apanhe a bola e avance. Seja um voluntário. Mostre que você tem a capacidade e ambição de fazer.

 

Para ganhar Confiança e Destruir  o medo, aplique esses cinco princípios:

1. A ação cura o medo. Isole o medo e depois aja de modo construtivo. A não Ação(inação) o não fazer nada sobre uma determinada situação, aumenta o medo e destrói a confiança.

2. Realize um esforço supremo de só colocar pensamentos positivos no seu banco de memória. Não permita que os pensamentos negativos, autodepreciativos, se transformem em monstros mentais. Recuse-se simplesmente a lembrar de coisas ou situações desagradáveis.

3. Encare as pessoas como devem ser. Lembre-se de que são muito mais semelhantes do que diferentes. Encare as pessoas de igual para igual. Nada mais são do que seres humanos. E desenvolva uma atitude de compreensão. Muita gente há que ladra, mas são raros os que mordem.

4. Habitue-se a fazer o que sua consciência diz que está certo. Isso impede que se desenvolva um intoxicante complexo de culpa. Fazer o que é direito é uma regra muito pratica para se alcançar o sucesso.

5. Faça o que deve e diga sempre: “Eu tenho confiança, realmente tenho confiança.”

 

E pratique essas técnicas em todas as atividades diárias:

a- Sente-se na fila da frente.

b- Encare os outros nos olhos.

c- Ande 25 por cento mais depressa.

d- Fale

e- Sorria francamente.

Ler a Mágica de Pensar Grande é o melhor investimento que se pode fazer. Leia, você não vai se arrepender.

Legado da Geração Jovens+50

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Conheça a nova geração de cinquentões que, em ótima forma, têm histórias de vitalidade, coragem e recomeços protagonizadas por pessoas no auge dos seus 50 anos.

Na área da psicologia analítica, o psiquiatra austríaco Carl Gustav Jung definiu a segunda metade da vida como o momento em que a pessoa se volta para o processo de busca de caminhos próprios, não dos que os outros ou as convenções sociais exigem. “Diferentemente de quando se é mais jovem e estamos mais voltados para questões estruturais, de sobrevivência, como emprego e família”, afirma a psicóloga clínica Dulce Helena Rizzardo Briza, presidente do Instituto Junguiano de São Paulo.

“Os padrões de comportamento sofreram alterações, por isso é mais comum pensar em novas carreiras, novos casamentos, prática de esportes audaciosos e formas de se vestir diferentes daquilo que se imaginava até então para os 50 anos”, afirma Mônica Yassuda, psicóloga e professora de gerontologia da Universidade de São Paulo. Para ela,  pessoas nessa faixa etária tendem a assumir novos desafios como uma forma de provar a si mesmas e aos outros que são capazes de se reinventar. 

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A pesquisa “Melhor Idade” realizada em agosto de 2013 pela Nielsen revelou o potencial que a nova geração de 50 anos possui como mercado consumidor. O estudo mostra que essa faixa etária já representa 38% dos lares no Brasil e é responsável por 40% das despesas de casa. “É um consumidor muito ativo, com preferências consolidadas”, diz Jefferson Silva, gerente de homescan da Nielsen.

De acordo com a pesquisa, o grupo que mais cresce é o de “maduros bem-sucedidos”, ou seja, a população com mais de 50 anos que tem boas perspectivas para o futuro, emprego estável, economias e planejamento a longo prazo. Um dos setores que essa faixa etária mais movimenta é o de turismo. Prova disso é que a Student Travel Bureau, uma das maiores agências de intercâmbio do País, oferece programas específicos para ela. Segundo o presidente, José Carlos Hauer Santos Júnior, cerca de 15% dos interessados em fazer viagens internacionais possuem mais de 50 anos. “Começamos a criar programas específicos, como de arte contemporânea, culinária, vinhos e, então, surgiram as viagens em família”, diz Santos Júnior.

Mudando sutilmente a sociedade em que vivem com suas ações e novos comportamentos, a geração dos 50 deixa um legado para as próximas. Os pais e avós de hoje comprovam diariamente que tudo é possível, em qualquer idade.

Fonte: http://www.istoe.com.br/reportagens/351249_OS+NOVOS+50+ANOS                 N° Edição:  2311 |  07.Mar.14 – 20:50 |  Atualizado em 22.Mar.15 – 18:55

A nova meia idade começa aos 53 anos

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A Nova Meia Idade começa aos 53 anos

Uma revolução está em curso e  deve ganhar mais adeptos e enfraquecer os limites de conceitos como “meia-idade”. Se até pouco tempo atrás esse período da vida era conhecido por marcar a quarta década de existência – uma etapa anterior à “terceira idade” em que as pessoas costumam repensar suas vidas –, hoje é difícil estabelecer um momento em que ele de fato comece. O consenso é que esse marco foi atrasado.

“Estamos passando por uma revolução em relação ao envelhecimento como nunca se viu antes. Não é só uma questão de viver mais tempo, mas também com mais saúde e energia”, afirma Vern Bengtson, professor da University of Southern California e especialista em sociologia do envelhecimento. Ele afirma: ” Em 1950, quando meu pai fez 40 anos, ele estava na meia-idade. Acho que hoje isso deve estar entre os 50 e 55 anos”.

A mais recente pesquisa sobre o assunto foi divulgada em agosto de 2013 pela empresa de assistência médica britânica Benenden Health, afirmando que a meia-idade começa aos 53 anos. O levantamento foi feito com duas mil pessoas e relacionava a meia-idade a alguns comportamentos que especialistas da instituição consideram característicos dessa fase da vida, como preferir uma noite com amigos a uma balada, gastar mais dinheiro com cremes anti-idade e preferir fazer uma caminhada em um domingo em vez de passar mais tempo na cama.

Caso do engenheiro agrônomo José Rubens Macedo, 56 anos, que trabalhou durante 11 anos com franquias do setor alimentício e até hoje gerencia duas unidades de restaurantes japonês e árabe. Em 2012, porém, ele recebeu a proposta de um fundo de investimento para abrir restaurantes em aeroportos brasileiros. “Não imaginei que uma mudança como essa pudesse acontecer a essa altura”, diz. Para conseguir levar adiante seus compromissos de trabalho, Macedo, que é divorciado e pai de quatro filhos, segue à risca uma rigorosa rotina de exercícios, que começa com 70 quilômetros diários de bicicleta, ainda de madrugada, e termina com um treino de musculação noturno.

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Suzanne Braun Levine, autora do livro “A Reinvenção dos Cinquenta: Lições de Vida para Mulheres na Segunda Adolescência, diz: “É uma maneira de driblar a velhice e reafirmar a continuidade da vida”. Ela acredita que a sociedade está assimilando essas mudanças de postura, principalmente em relação às mulheres. “Nos tornamos mais independentes e confiantes. Isso significa que quando entramos naquela idade considerada ‘velha’ dizemos: ‘De jeito nenhum! Ainda temos muito o que fazer’

Esse pensamento é o que move a estilista Bibi Barcellos, 51 anos. “Acordo cedo para fazer exercícios e trabalho até tarde. Me sinto com uma energia incrível. A última coisa em que penso é me aposentar”, diz. “Brinco que minha geração não é de cinquentonas, mas de cinquentérrimas.” Sem levantar bandeiras a favor da quebra de estereótipos, essa turma acaba fazendo uma verdadeira revolução do cotidiano – seja na maneira de agir, de encarar a vida ou até no jeito de se vestir. “Estamos rompendo com tudo isso de uma maneira meio invisível. Mas podemos notar várias mudanças em relação às prescrições sociais que dizem respeito à idade. Há muitos homens e mulheres cuja idade não é possível classificar. Não são velhas, mas não são jovens, são ‘ageless’ (sem idade, em inglês)”, diz a pesquisadora Mirian Goldenberg, autora do livro “A Bela Velhice”

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ENERGIA
A rotina da estilista Bibi Barcellos inclui acordar às 5h30 diariamente para
caminhar e fazer ioga e trabalhar até de noite em seu ateliê, em São Paulo

O bem-estar físico, tanto no que diz respeito à saúde quanto à aparência, é uma das maiores preocupações entre os cinquentões, segundo Mônica Yassuda, da USP. “Observo uma grande valorização das atividades físicas, da psicoterapia e da meditação”, afirma. Foram os exercícios aeróbicos e a dança que ajudaram a dona de casa Ana Maria Carvalhais, 51 anos, a superar uma crise de depressão. Ela começou a praticar exercícios físicos por recomendação médica e logo já era uma participante de maratonas, além de ter iniciado a filha de 23 anos na prática esportiva. “Sinto que ainda tenho muita coisa para viver”, diz, recuperada.

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VITALIDADE
Ana Carvalhais, 53 anos, começou a fazer exercícios por recomendação médica,
para se livrar da depressão. Hoje maratonista e dançarina, é exemplo para a filha de 23 anos

Fonte: http://www.istoe.com.br/reportagens/351249_OS+NOVOS+50+ANOS-               N° Edição:  2311 |  07.Mar.14 – 20:50 |  Atualizado em 22.Mar.15 – 18:55

Geração Jovens+50 inspirando as novas gerações

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Geração Jovens+50 inspirando as novas gerações

Segundo Salo Buksman, geriatra da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, o conceito mais forte é o de promoção da saúde. “Quem tem 50 hoje pode ser tão saudável quanto alguém com 30, 40. Mas não pode esperar uma ­doença aparecer. Precisa começar a se cuidar cedo. O exercício físico faz aumentar as reservas respiratórias, cardía­cas e cognitivas. Atenua o peso da idade no físico e na mente”, afirma.Com certeza estes cinquentões famosos ou não inspiram as novas gerações.

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Fonte: http://www.istoe.com.br/reportagens/351249_OS+NOVOS+50+ANOS                 N° Edição:  2311 |  07.Mar.14 – 20:50 |  Atualizado em 22.Mar.15 – 18:55