Dica Cine Coaching 12 – Duas Vidas

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Duas vidas –  Russ Duritz (Bruce Willis) é um empresário bem sucedido, mas com uma vida emocional e familiar fracassadas.Vai fazer 40 anos quando se depara com um menino de oito anos e acaba percebendo que o menino é ele mesmo mais novo. Eles fazem uma “viagem ao passado” e quando o Russ adulto assiste a cena do passado entende que ele não é o culpado pela doença e morte de sua mãe, que seu pai estava com medo, triste e nervoso por estar impotente frente à doença da esposa, percebendo daí o real motivo de sua atual frieza e estúpida postura com seu pai, e também no trabalho e nos relacionamentos.  Depois eles encontram um terceiro Russ, já com 70 anos, e ele não se sente mais um fracassado, agora sabe que sua vida pode ser ótima e de volta ao presente, agradece a presença do menino e agora já consciente de tudo que pode fazer, corre para dar um novo rumo a sua nova vida.

Aprendizado: O filme fala de uma nova forma de avaliar as escolhas tomadas ao longo da vida, dando motivação para que as pessoas ajam de acordo com seus sonhos. Viver novamente os fatos dolorosos de sua infância produz em Russ um efeito transformador, terapêutico,  pois ao escolher relembrar os fatos que fez tanta força para esquecer, ele decide também por buscar soluções que sempre carregou dentro de si mesmo. E a simples descoberta foi que a resposta para todas era o perdoar.O perdão limpou sua alma e sua história de sofrimento e auto cobranças por uma postura sempre séria e responsável.

Melhor Frase: “A lua cheia as vezes fica laranja quando nasce porque as luzes tem que passar por mais camadas de atmosfera do que quando esta alta no céu…E as ondas de luzes azuis se espalham…Mas as vermelhas conseguem passar…”

One comment on “Dica Cine Coaching 12 – Duas Vidas

  1. Já assisti este filme duas vezes e, sinto que a mensagem que me deixa é que, somente em nós mesmos encontramos nossa pontes e muros. Que ter esta chance, e coragem de olhar carinhosamente e caridosamente para o nosso passado nos fará caçadores de nós mesmos. E, nem toda sombra é desprezível. Ela tem sua razão de ser. Somente assim a luz não perecerá um dia.

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