Monthly Archives: março 2015

Países com maior expectativa de vida no mundo

Posted on by 0 comment image

idosas-_coachingmais50.com.br

No Brasil, a expectativa de vida atual gira em torno dos 74 anos.Entre 1990 e 2012, a expectativa de vida no mundo aumentou cerca de seis anos. Significa dizer, conforme os dados da OMS, que os homens vivem hoje, em média, até os 68 anos e as mulheres até os 73. A expectativa de vida delas historicamente sempre foi maior do que a deles. A terceira idade, segundo a OMS, começa aos 60 em países em desenvolvimento, como o Brasil, e aos 65 nos países desenvolvidos. Aos 80, as pessoas entram num grupo seleto: são os longevos.

 Confira quais são os países em que a expectativa de vida passa os 80 anos:

  Expectativa de vida
1. Japão 83 anos
2. San Marino 83 anos
3. Suíça 83 anos
4. Andorra 82 anos
5. Austrália 82 anos
6. Canadá 82 anos
7. Qatar 82 anos
8. Cingapura 82 anos
9. Espanha 82 anos
10. França 82 anos
11. Islândia 82 anos
12. Israel 82 anos
13. Itália 82 anos
14. Luxemburgo 82 anos
15. Mônaco 82 anos
16. Suécia 82 anos
17. Alemanha 81 anos
18. Áustria 81 anos
19. Chipre 81 anos
20. Coreia do Sul 81 anos
21. Finlândia 81 anos
22. Grécia 81 anos
23. Holanda 81 anos
24. Irlanda 81 anos
25. Noruega 81 anos
26. Nova Zelândia 81 anos
27. Bélgica 80 anos
28. Eslovênia 80 anos
29. Kuwait 80 anos
30. Malta 80 anos
31. Portugal 80 anos
32. Reino Unido 80 anos

Fonte: http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/vida/melhor-idade/noticia/2015/02/saiba-quais-sao-os-paises-com-maior-expectativa-de-vida-no-mundo-4706352.html

Dica Cine Coaching 12 – Duas Vidas

Posted on by 1 comment image

Duas vidas_coachingmais50.com.br

Duas vidas –  Russ Duritz (Bruce Willis) é um empresário bem sucedido, mas com uma vida emocional e familiar fracassadas.Vai fazer 40 anos quando se depara com um menino de oito anos e acaba percebendo que o menino é ele mesmo mais novo. Eles fazem uma “viagem ao passado” e quando o Russ adulto assiste a cena do passado entende que ele não é o culpado pela doença e morte de sua mãe, que seu pai estava com medo, triste e nervoso por estar impotente frente à doença da esposa, percebendo daí o real motivo de sua atual frieza e estúpida postura com seu pai, e também no trabalho e nos relacionamentos.  Depois eles encontram um terceiro Russ, já com 70 anos, e ele não se sente mais um fracassado, agora sabe que sua vida pode ser ótima e de volta ao presente, agradece a presença do menino e agora já consciente de tudo que pode fazer, corre para dar um novo rumo a sua nova vida.

Aprendizado: O filme fala de uma nova forma de avaliar as escolhas tomadas ao longo da vida, dando motivação para que as pessoas ajam de acordo com seus sonhos. Viver novamente os fatos dolorosos de sua infância produz em Russ um efeito transformador, terapêutico,  pois ao escolher relembrar os fatos que fez tanta força para esquecer, ele decide também por buscar soluções que sempre carregou dentro de si mesmo. E a simples descoberta foi que a resposta para todas era o perdoar.O perdão limpou sua alma e sua história de sofrimento e auto cobranças por uma postura sempre séria e responsável.

Melhor Frase: “A lua cheia as vezes fica laranja quando nasce porque as luzes tem que passar por mais camadas de atmosfera do que quando esta alta no céu…E as ondas de luzes azuis se espalham…Mas as vermelhas conseguem passar…”

A Mente Humana – A Experiência com um condenado à morte

Posted on by 0 comment image

 A Mente Humana – A Experiência com um condenado à morte

mente humanaA mente humana grava e executa tudo que lhe é enviado. Seja através de palavras, pensamentos ou atos, seus ou de terceiros, sejam positivos ou negativos. Basta que você os aceite. Essa ação sempre acontecerá, independente se traga ou não resultados positivos para você.

Um cientista de Phoenix Arizona queria provar essa teoria. Precisava de um voluntário que chegasse às últimas conseqüências.Conseguiu um em uma penitenciária. Era um condenado à morte, que seria executado em uma cadeira elétrica.

O cientista lhe propôs o seguinte: Ele participaria de uma experiência científica, na qual, seria feito um pequeno corte em seu pulso, o suficiente para gotejar o seu sangue até a última gota. Ele teria uma chance de sobreviver, caso o sangue coagulasse.

Se isso acontecesse, ele ganharia a liberdade, caso contrário, ele iria falecer pela perda do sangue, porém, teria uma morte sem sofrimento e sem dor. O condenado aceitou, pois era preferível do que morrer na cadeira elétrica, e ainda teria a chance de sobreviver.

O condenado foi colocado em uma cama alta, dessas de hospital e amarraram seu corpo para que não se movesse. Fizeram um pequeno corte em seu pulso. Abaixo do pulso, foi colocado uma pequena vasilha de alumínio. Foi dito a ele que ouviria o gotejar de seu sangue na vasilha.

 O corte foi superficial e não atingiu nenhuma veia ou artéria, mas foi suficiente para que ele sentisse o pulso sendo cortado. Sem que ele soubesse, debaixo de sua cama tinha um frasco de soro com uma pequena válvula. Ao cortarem seu pulso, abriram a válvula do frasco para que ele acreditasse que era o sangue dele que estava pingando na vasilha de alumínio.

Na verdade, era o soro do frasco que gotejava. De 10 em 10 minutos, o cientista sem que o condenado visse, fechava um pouco a válvula do frasco e o gotejamento diminuía. O condenado acreditava que era seu sangue que estava diminuindo. Com o passar do tempo, foi perdendo a cor e ficando cada vez mais pálido. Quando o cientista fechou a válvula…

O Cara teve uma parada cardíaca e morreu. Sem ter perdido uma só gota de sangue.

O cientista conseguiu então provar que a mente humana cumpre ao pé da letra, tudo que lhe é enviado e aceito pela pessoa, seja positivo ou negativo e que sua ação envolve todo o organismo, quer seja na parte psíquica quer seja na parte orgânica.

Essa pesquisa é um alerta para filtrarmos o que enviamos para nossa mente, pois ela não distingue o real da fantasia, o certo do errado, simplesmente grava e executa o que lhe é enviado.

“Quem pensa que vai fracassar, já fracassou antes mesmo de tentar”

Category: Minuto Coaching+50

Dica Cine Coaching 11 – O Presente

Posted on by 0 comment image

o_presente_coachingmais50.com.br

O Presente – Jason acabou de perder o avô bilionário que sempre odiou e estava certo de que não herdaria nada. Mas o avô  deixou 12 tarefas para ele realizar, ao fim das quais ele será avaliado e, se merecer, terá direito ao maior de todos os presentes. Ele terá que aprender algumas coisas importantes e perceber que alguns valores irão seguir com ele para sempre, ensinando-o a valorizar coisas que antes não dava importância, se tornando uma pessoa melhor. Em uma dessas tarefas ele conhece Emily, uma gatinha de oito anos de idade. Emily e Jason ficam muito amigos, embora que ele descobre que ela sofre de Leucemia, entrando em choque e fazendo o possível para realizar os seus sonhos, antes de seu falecimento. Jason começa a ter uma relação amorosa com a mãe de Emily, uma vez dos sonhos da garota era que Jason e sua mãe ficassem juntos.

Aprendizado: o filme nos mostra que é possível a transformação de uma pessoa quando esta modifica seus valores, pois Jason no início do filme apresentava muitos déficits de habilidades sociais tais como manter conversação, empatia, saber sorrir, fazer amizades, dificuldade de seguir regras, ausência de expressar adequadamente suas emoções tanto como a raiva quanto a felicidade e a alegria. Momentos estes percebidos no enterro do avô e na leitura do testamento onde o mesmo não conversa com ninguém ou apenas verbaliza falas curtas. Mas a partir do momento que as regras e valores são modificados na vida dele, por atividades impostas pelo avô em vídeo titulado como “O presente”, adquiriu habilidades do tipo de comunicação: fazer e responder perguntas, com o tempo soube questionar e avaliar sobre as tarefas impostas; dizer por favor, agradecer e despedir-se, como pedir ao advogado favores para realizar o sonho da criança; habilidade assertivas, direito e cidadania: manifestar opinião, concordar e discordar, fazer, aceitar e recusar pedidos, estabelecer relacionamento afetivo e interagir com autoridades

Melhores Frases: 1) “Qualquer processo que vale a pena passar, ficará difícil antes de ficar mais fácil. Isso que o torna um bom aprendiz, mesmo que a dor seja tua professora.” e 2) “Nem ame nem odeie tua vida, mas no que viver, viva bem. Tão longa ou curta seja, como Deus permitir. O maior presente é a vontade de seguir em frente, de superar.”

Dica de Leitura 14 – As Sete Leis Espirituais do Sucesso – Deepak Chopra

Posted on by 1 comment image

as+sete+leis+espirituais+do+sucesso_coachingmais50.com.br

Deepak Chorpra  relata em seu livro como podemos descobrir a realização espiritual e material através de mudanças de comportamento e autoconhecimento. O sucesso  inclui a criação de riquezas, reside na boa saúde, na disposição e energia, no entusiasmo pela vida, nos relacionamentos compensadores e na paz de espírito. E só é considerado possível com a participação de outras pessoas.

Entende-se por Lei Espiritual “o processo pelo qual o não-manifesto torna-se manifesto”, ou seja, aquele que transforma algo. Tudo o que podemos perceber pelos sentidos pode ser transformado. As leis espirituais representam o processo da divindade em movimento ou “a consciência em movimento”. Ao compreender essas leis e aplicando-as em nossa vida, é provável que qualquer coisa que desejamos possa ser criada. Conheça a seguir as sete leis espirituais do sucesso.

1° Lei: Lei da Potencialidade Pura

Essa Lei se apóia no fato de que somos “consciência pura”, ou seja, abertos a todas as possibilidades. Significa “conhecer-se de verdade” e não ser o que os outros desejariam que você fosse. Quando sua alma está imune à crítica e não teme os desafios, você passa a atrair não só as coisas que mais deseja, mas também as pessoas, situações e circunstâncias que possam lhe interessar.

Como aplicar essa lei? Além de fazer uso da plena criatividade, evite o julgamento (inclui o religioso) e se entregue diariamente aos momentos de silêncio. A quietude é o primeiro requisito para que seus desejos se manifestem. Dessa maneira, você terá uma pista sobre seus relacionamentos, que funcionam como um reflexo da sua personalidade.

2° Lei: Lei da Doação

No universo nada é estático e opera através de trocas dinâmicas. Qualquer interrupção nessa circulação de energia significa o mesmo que cessar o fluxo do sangue. Praticar essa lei é muito simples: se quer alegria, dê alegria aos outros. Se você deseja o amor, aprenda a dar amor. Anseia-se por atenção, aprenda a dar atenção. Se quiser bens materiais, ajude os outros a se tornarem bem sucedidos. A mera ideia de ajudar ou oferecer algo em troca – até mesmo uma oração, tem o poder de afetar a vida das pessoas.

3° Lei: Lei do Carma

A palavra carma significa “o conjunto das ações dos homens e suas conseqüências”. É a causa e efeito simultaneamente, porque toda ação gera uma força energética que retorna para nós da mesma forma. Carma implica em escolha e ações conscientes. Portanto, a melhor maneira de entender e utilizar ao máximo a lei do carma é ficar conscientemente alerta para as escolhas que você faz a todo o momento. Quer você goste ou não, tudo o que acontece é resultado das escolhas feitas no passado. Se a sua vida não vai bem, pergunte a si mesmo: “Qual a mensagem que o universo está me transmitindo”? Portanto, seja um gerador consciente para obter mais felicidade e sucesso.

4° Lei: A Lei do Mínimo Esforço

Essa Lei se fundamenta no fato de que a inteligência da natureza funciona com tranquilidade, facilidade e sem ansiedade. Portanto, desarme-se da necessidade de convencer ou persuadir os outros sobre seu ponto de vista. Esse é o princípio da mínima ação, da não resistência. O mínimo esforço é feito quando suas ações não anseiam em ter o poder sobre as pessoas. Em “A arte de sonhar”, Carlos Castañeda escreveu: “Nossa energia é usada para sustentar a nossa empáfia. Se conseguíssemos perder um pouco disso, liberaríamos nossa energia que tenta preservar a noção ilusória de grandeza e teríamos energia sobrando para vislumbrar a verdadeira grandeza do universo”.

5° Lei: Lei da Intenção e do Desejo

A mudança acontece através de dois fatores: a atenção e a intenção. A atenção energiza e a intenção, transforma. Quando você concentra sua atenção em alguma coisa, ela fica mais forte na sua vida. Quando a afasta, ela desaparece. A intenção organiza a realização do seu desejo e o universo irá cuidar dos detalhes. Suas intenções e desejos liberados no espaço silencioso têm um grande poder para a obtenção de um bom resultado.

6° Lei: Lei do Distanciamento

A sexta Lei Espiritual se refere ao desapego. As pessoas buscam constantemente segurança. O apego está baseado no medo e insegurança derivados da pobreza da consciência. A segurança é algo muito efêmero e sua busca, ilusão. Por mais estranho que pareça, a incerteza é um terreno fértil para a criatividade e a liberdade. O desconhecido é o campo de todas as possibilidades, que está contido nos problemas que você tem na vida.

7° Lei: Lei do Darma

A palavra Darma vem do sânscrito e significa “propósito de vida”. Segundo a Lei do Darma, assumimos uma forma física para cumprir um propósito na vida. De acordo com essa lei, cada pessoa tem um talento singular e uma maneira única de expressá-lo, já que existe algo que você consegue fazer melhor do que qualquer um.

Não somos seres humanos que têm experiências espirituais. Ao contrário, somos seres espirituais que tem experiências humanas. Se desejar fazer pleno uso da Lei do Darma, deverá assumir alguns compromissos, entre eles, ficar atento as seis Leis Espirituais anteriormente descritas.

 

Dica de Leitura 13 – Ansiedade: como enfrentar o mal do século – Augusto Cury

Posted on by 0 comment image

Ansiedade-Como-Enfrentar-o-Mal-do-Seculo-coachingmais50.com.br

Ansiedade: como enfrentar o mal do século – 35ª obra do Dr. Augusto Cury, psiquiatra, cientista, pesquisador e o escritor mais lido da década, com livros publicados em mais de 70 países.

Augusto Cury estuda o cérebro humano há mais de 30 anos. Desde o final dos anos 1990, escreve livros relacionados a seus conhecimentos sobre memória e construção do pensamento – misturados com uma boa dose de análise de comportamento. Em Ansiedade ele dá nome novo para um drama velho, que só se agrava e apresenta a Síndrome do Pensamento Acelerado – SPA, a torrente de conversas que a mente mantém com a gente, em meio ao frenético burburinho de informações que não param de chegar.

Ele explica que a SPA é produzida por uma hiperconstrução de pensamentos, numa velocidade tão alta que estressa e desgasta o cérebro. O resultado emocional é desastroso, há consequências para o corpo e a mente. Pensar é bom. Com consciência crítica, é excelente. Mas pensar excessivamente e sem gerenciamento é uma bomba contra a mente livre. E impede o desenvolvimento de funções da inteligência, como refletir antes de reagir, expor e não impor ideias, exercer a resiliência, colocar-se no lugar do outro.

Os sintomas da SPA: fadiga, dores de cabeça e musculares, irritabilidade, sofrimento por antecipação, dificuldade para trabalhar com pessoas lentas, transtorno do sono e déficit de memória.

Cury adverte que considera a SPA mais nociva que a depressão, pois segundo a Organização Mundial da Saúde, 20% das pessoas estão deprimidas. Já a SPA ocorre, provavelmente, em 80% de adultos, crianças e adolescente e o resultado é uma sociedade de hiperpensantes, sempre inquietos, sem foco e sofrendo por antecipação.

A SPA tem traços semelhantes aos da hiperatividade, como inquietação, dificuldade de concentração e de elaborar experiências. Por isso, muitos médicos confundem os dois transtornos e prescrevem indiscriminadamente ritalina (derivado da anfetamina, que estabiliza a dopamina e a noradrenalina no cérebro, atenuando a agitação e melhorando a concentração).Os professores também estão perdidos. Para aliviar a ansiedade das crianças com SPA, são necessárias atividades lentas e elaboradas, contato com a natureza, pintura, tocar instrumentos, praticar esportes e jogos com desafios.

O excesso de informação, de trabalho intelectual, de atividades diárias, de preocupações; excesso do uso de smartphones e games, isso tudo estimula fenômenos cerebrais e inconscientes que acessam a memória com uma velocidade nunca antes vista.  Ele chama um desses fenômenos de autofluxo, que tem como objetivo acessar a memória milhares de vezes para trazer imagens mentais e pensamentos e com o excesso, a mente humana fica superexcitada e acaba sofrendo um desgaste sem precedentes.

O livro alerta que a sociedade moderna, consumista e rápida, nos faz adoecer coletivamente. Nos tornamos reféns de nossa mente e precisamos treinar nosso Eu a dar um choque de lucidez em cada pensamento perturbador. Isso é um treino diário, onde temos de impugnar cada ideia, cada sofrimento por antecipação, para não registrar a experiência ruim e não empulhar nossa memória com dados inúteis.

Devemos pensar no futuro apenas para traçar metas.Não devemos sofrer por antecipação. Não podemos dispensar o presente, único momento que temos para ser estáveis e felizes.

 

O Mundo está mais velho, mas ficando muito melhor!

Posted on by 0 comment image

Envelhecimento da População Mundial

O mundo está no centro de uma transição do processo demográfico única e irreversível que irá resultar em populações mais velhas em todos os lugares. À medida que taxas de fertilidade diminuem, a proporção mundial de pessoas com 60 anos ou mais deve alcançar dois bilhões em 2050.

Aumento da expectativa de vida da população brasileira

Segundo estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) existe hoje 26,3 milhões de idosos no Brasil.  Esse número representa 13% da população, são em sua maioria mulheres (55,7%) brancas (54,5%) e moradores de áreas urbanas (84,3%). A  expectativa é que esse percentual chegue a 34% em 2060.

O Brasil caminha para se tornar um País de população majoritariamente idosa, onde o grupo de idosos de 60 anos ou mais, será maior que o grupo de crianças com até 14 anos já em 2030 e, em 2055, a participação de idosos na população total será maior que a de crianças e jovens com até 29 anos.

Em 1940 a expectativa média de vida do brasileiro era de 43 anos e em 2013 já era de 75 anos  – com as mulheres vivendo, em média, 84,4 anos, e os homens 78,03 anos. O que explica esse aumento não é só a melhoria da qualidade de vida, que ampliou a expectativa de vida, mas também a queda na taxa de fecundidade dos últimos 50 anos, que passou de 6,2 filhos nos anos 1960 para 1,77 (estimativa) em 2013. E com expectativa de  pular para 81 anos em 2060

Aliada a este fator demográfico, assistimos à uma grande transformação cultural. Há pouco mais de 20 anos era parte da nossa cultura a clara delimitação dos ciclos vitais. Cada etapa da vida era sustentada por práticas bastante específicas: infância, adolescência, vida adulta e velhice. Indivíduos com 50, 60 anos se aposentavam, encerrando a fase do aprendizado e das conquistas e restando ao indivíduo ocupar lugares de pouca relevância no cenário social, como as aulas de artesanato e demais atividades para ocupar a cabeça e o tempo – configurando a entrada na velhice.

cinquentão_coachingmais50.com.brAtualmente, felizmente,  vivemos uma verdadeira revolução neste sentido e presenciamos um embaralhamento dos ciclos vitais. Os cinquentões que eram considerados velhos, hoje vivem uma realidade muito diferente da velhice, aproximando-se muito mais dos modos de vida praticados na juventude. Com isso, muitos estão voltando para a faculdade, outros iniciam uma nova carreira sob a alcunha do que hoje chamamos de aposentadoria ativa, outros se casam novamente e têm filhos com idades iguais ou muito próximas às dos netos, iniciam práticas esportivas até então impensáveis.  

Para Sempre Alice e a luta contra o Alzheimer

Posted on by 0 comment image

para sempre Alice

Alice interpretada por Julianne Moore, que ganhou um  Oscar por sua excepcional atuação, é Professora universitária e pesquisadora, e dedicou sua carreira ao estudo da fala e da comunicação. A mente afiada era motivo de admiração e orgulho, e sua ligação com o vocabulário ia além do trabalho – um de seus passatempos prediletos era um jogo de palavras cruzadas pelo celular. Alice tem apenas 50 anos quando é diagnosticada com Alzheimer. Os médicos descobrem que ela possui um tipo raro da doença, desencadeado por uma mutação genética dominante e hereditária.

Casos como o da personagem são minoritários no universo de pacientes com a doença. De acordo com a Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz), essa demência afeta 35,6 milhões de pessoas no mundo, das quais 1,2 milhão no Brasil. Com o aumento da longevidade, o número de pacientes deve dobrar até 2030 e triplicar até 2050. Nos Estados Unidos, já é a sexta maior causa de morte na população.

Forma mais comum de demência senil, o Alzheimer é causado pelo depósito de placas de proteínas beta-amiloides e tau no cérebro. A doença não tem cura e os medicamentos administrados ajudam a preservar a função cerebral e a tratar sintomas como insônia e depressão. Em estágios avançados, os doentes podem apresentar dificuldade de locomoção, comunicação e deglutição, além de incontinência urinária e fecal.

Dois anos depois do diagnóstico, Alice não sabe mais quem é

Para Sempre Alice traz à tona alguns aspectos relacionados à moléstia. Qual é a probabilidade de uma pessoa desenvolver Alzheimer aos 50 anos? De que modo a ciência genética pode impedir que um indivíduo transmita o gente da doença ao seu filho? Em que medida atividades intelectuais protegem o cérebro contra a demência? É possível que apenas dois anos após o diagnóstico o doente já esteja completamente dominado pelo Alzheimer?

Neurocientistas, geneticistas e neurologistas entrevistados pelo site de VEJA elucidam essas e outras dúvidas sobre a doença:

Se por um lado o desenvolvimento intelectual retarda o aparecimento do Alzheimer, por outro, acelera sua progressão, porque a doença se manifesta quando já danificou significativamente o cérebro. É o que acontece com Alice. Em dois anos, os problemas de memória se agravam a ponto de ela perder a capacidade de realizar tarefas prosaicas como amarrar o sapato e se vestir.

Na maioria dos casos, a progressão é um pouco mais lenta. “Depois de diagnosticados, os pacientes vivem, na média, de quatro a sete anos com a doença, mas há casos em que as pessoas sobrevivem por mais de dez anos”, afirma Blake Scanlon. Uma das principais causas de morte é a pneumonia, decorrente da imobilidade causada pelo Alzheimer. “À medida que a doença avança, a pessoa perde não somente a memória, mas habilidades básicas. Não é que ela não se lembra do que comeu no café da manhã, ela não consegue fazer ou tomar o café sozinha”, afirma Scanlon.

O neurocientista explica ainda que os medicamentos que ela utiliza no filme são comuns, mas combatem somente os efeitos colaterais, não a doença em si. Rodrigo Schultz explica que o grupo de substâncias que mais tem se destacado no tratamento da moléstia são os anticorpos monoclonais (clonados a partir de células de defesa do organismo). “Eles auxiliam na eliminação das proteínas depositadas de maneira anômala no cérebro”, explica. Testes clínicos têm sido realizados com algumas substâncias, inclusive no Brasil, mas nenhum apresentou resultados animadores.

http://veja.abril.com.br/noticia/saude/para-sempre-alice-e-a-luta-contra-o-alzheimer/

Category: Saúde+50

Dica Cine Coaching 10 – Click

Posted on by 0 comment image

click_coachingmais50.com.br

Click – O filme apresenta uma séria reflexão sobre a correria do mundo atual. Michael (Adam Sandller) é um pai de família em busca do sucesso profissional, que se encontra desafiado a administrar bem o seu tempo. Um dia, o cansaço do trabalho o faz dormir pesadamente sobre uma cama em uma loja e durante seu pesado sono sonha possuir um controle remoto que controla todos os eventos de sua vida. A partir de então, usa o controle e rapidamente consegue realizar todos os seus sonhos, visto que avança sua própria vida para o tempo da conquista de sua meta: o sucesso profissional.  A mesma pessoa que lhe deu o presente revela ser o anjo da morte e lhe mostra todos os momentos que perdera, dentre eles a partida de seu próprio pai. Ele se vê obeso, doente, sozinho e triste. Mas, tudo não passa de um “sonho” e ele tem a oportunidade de recomeçar  sua vida, priorizando aquilo que é mais importante para ele (valores).

Aprendizado:  Ao assistir o filme várias reflexões são inevitáveis: O que é importante na minha vida? Quais são as minhas prioridades? O que é importante, o que é secundário?  De que vale ter sucesso profissional, se não tiver com quem compartilhar este?  De que adianta ter um sucesso nos pilares profissional e financeiro e me sentir um fracasso nos pilares espiritual, parentes, conjugal e filhos, entre outros?  É necessário que eu busque equilíbrio entre a excelência profissional e a excelência do convívio familiar e com amigos, pois muitas pessoas conquistam diversas posições sociais, conquistam bens materiais, conforto, riqueza, e apesar disto, chegam no final de suas vidas, com um sentimento de frustração, percebem que aquilo não foi um sonho como no filme , não há mais tempo para corrigir seus erros e pagaram um preço muito alto pelas suas escolhas inconsequentes.

Melhores Frases: 1)”Todos os seus sonhos se tornaram realidade, seu idiota.” e 2)”Por cada escolha que fazemos, decepcionamos alguém. Só temos que ter cuidado para não decepcionar as pessoas erradas!

Disponível  no link: http://www.filmesonlinegratis.net/assistir-click-dublado-online.html

Crônica Mário Prata: Os Novos Cinquentões

Posted on by 0 comment image

Crônica Mário Prata: Os Novos Cinquentões

– Não, não se fazem mais velhos como antigamente.

– É verdade. Não se fazem.

– Veja você. Você está com 54. Lembra quando você era jovem, 54 era um velhinho, não era?

– Avô, avô…

– Então. E as mulheres de 54?

– Bisavós, bisavós…

– Não exagera. Avós, também. Aliás, mulher de 40 já tava velhinha. Todas de preto. Iam à igreja. A mãe da gente tinha 40, né? Era uma santa, né? Imagina se fazia os que as de 40 fazem hoje…

– Onde é que você quer chegar?

– É que a nossa geração mudou tudo. Mudou até a velhice. A gente é de uma turma que rompeu com tudo. Esse negócio de Beatles, Rolling Stone, pílula, tropicalismo, isso fez mudar tudo.

– Prossiga.

– É que a gente mudou os velhos que a gente ia ser. Veja a sua roupa. Você está vestido igual a um cara de 20, 30 anos. Você não está de terno e gravata como os cinquentões de antigamente.

– Você está é justificando a nossa velhice.

– Que velhice, cara! Você hoje faz tudo que um cara de 20 faz.

– Mais ou menos, mais ou menos.

– A nível comportamental…

– A nível, cara?

– Desculpa, mas comportalmente falando, ficou tudo igual. O cara de hoje, com 50, não se comporta mais como um cara de 50 dos anos 50. Nivelou, entendeu?

– Explica melhor.

– As meninas também. As nossas amigas de 40, por exemplo.

– Melhor não citar nomes.

– É que hoje elas fazem coisas que a gente não poderia imaginar que a mãe da gente fizesse com a idade delas. Estão todas aí, inteiraças. Liberadas, está entendendo? Mandando ver. E nós também. Fora que tem o Viagra que – dizem, dizem – vai segurar mais pra frente.

– Você já usou?

– O quê?

– Viagra.

– O que é isso cara? Ouvi falar, ouvi falar. Mesmo porque não se conhece ninguém no mundo que assuma que já tomou. Parece que existe um acordo lá entre eles. Ninguém conta. É de lei. Mas não desvia o assunto. Eu não estou falando no desempenho sexual. Estou falando de cabeça. Nivelou tudo. E, pra sorte nossa, nivelou por baixo. Veja a roupa do seu filho. Igual à sua. Antigamente um cara de 23 se vestia completamente diferente de um cara de 53. Ou você alguma vez viu o seu pai de tênis? (nem de pênis) Acho que até para jogar tênis ele devia jogar de sapato.

– Se a gente então não está velho, vai ficar velho quando?

– Pois é aí que eu quero chegar. Não existe mais a velhice. Nos anos 60 a gente fez tanta zorra que, sem querer, garantimos o nosso futuro sem velhice. Pode escrever aí. Não existe mais velhice.

– Ficamos imortais?

– Quase. Antigamente o sujeito começava a morrer mais cedo. Ficava uns 10, 15 anos morrendo. Agora não, ela vai ficar até os 80, 90. Daí ele fica doente e morre logo. Acabou a agonia. Pensa bem: a gente está com 50. Temos mais uns 30 pela frente. Firmes. É isso, cara: não existe mais a velhice. E fomos nós que detonamos com ela.

– Mas tem o cabelo branco, as rugas, a barriguinha…

– Detalhes, cara, detalhes. O cabelo branco, a ruga e a barriguinha hoje em dia são encarados como charme. Mesmo porque os cabelos não ficam mais tão brancos como nos nossos pais. E as rugas também. Os velhos estão cada vez com menos rugas. E pra barriguinha estão aí as academias. Tem as fórmulas.

– E isso vale também para as mulheres, né?

– Principalmente. Eu estava falando nas nossas amigas de 40. Pega as de 50. Tudo com corpinho de 30. Cabeça de 20. Tão até melhores do que nós, cara.

– Peraí, a sua namorada não tem nem 30.

– E isso me preocupa. Tem cabeça de 50. De 50 das antigas. O que serve para a nossa geração, não serve para a nova geração. Resumindo: não existe velhice para a nossa geração. A gente batalhou isso. Agora essa nova geração que vem aí vai envelhecer. Se ela quiser continuar a ser como a gente, vai acabar sendo igual aos nossos pais, como diria o grande Belchior.

– Eu não estou entendendo aonde é que você quer chegar.

– Quero chegar nos 90. Me passa o uísque. Me passa o fumo. Me passa o Viagra. Me passa a saudade que eu tenho dos meus 20 anos. Me passa a vida a limpo. E mete os Beatles aí na radiovitrola. Help, please.

Fonte: http://marioprata.net/cronicas/cinquentoes/

Os novos cinquentões – Mário Prata