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Dica Cine Coaching 21 – Quem somos nós?

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Dica Cine Coaching 21 – Quem somos nós?

quemsomosnós_coachingmais50.com.brTrata-se de um filme que aborda questões como a física quântica (física das possibilidades), a mecânica quântica e a religião . É um filme bastante interessante que nos faz refletir sobre o mundo, quando somos questionados de várias formas, como “quem somos nós”; “o que fazemos aqui”; “o que devemos fazer”; “para onde vamos”; “de onde viemos”; “do que são feito os pensamentos”. São perguntas que nos despertam e quanto mais se estuda a física quântica, mais  misteriosa e fantástica ela se torna. O filme é um questionamento revolucionário feito pelos mais renomados cientistas atuais: Amit Goswami, Fred Alan Wolf, Joe Dispenza, William Tiller, Jeffrey Statinover, Candace Pert,John Hagelin e David Albert, entre outros, sobre nossa forma de encarar o mundo.

Trechos do filme que trazem questões pertinentes de como sentimos o mundo em relação a nós:  

Será que existe uma diferença entre o modo de sentirmos o mundo e como ele realmente é?  Todas as épocas e gerações têm  suas próprias suposições: o mundo é plano, o mundo é redondo, etc. Existem centenas de suposições  que acreditamos ser verdadeiras, mas que podem ou não ser Estamos presos à certos preceitos sem saber disso. É um paradoxo. O materialismo moderno tira das pessoas a necessidade de se sentirem responsáveis por suas vidas, assim como a religião!

Mas se levarmos a mecânica quântica a sério, veremos  que ela coloca a responsabilidade nas nossas mãos e não nos dá  respostas  reconfortantes. Então por que continuamos recriando a mesma realidade? Por que continuamos tendo os mesmos relacionamentos? Por que continuamos tendo os mesmos empregos repetidamente?

A ciência moderna nos diz que, o que acontece dentro de nós é que vai criar o que acontece fora. Existe uma realidade física que é absolutamente sólida, mas só começa a existir quando colide com outro pedaço de realidade física. Como parte desse momento, esse outro pedaço de realidade pode ser você ou eu.

Filósofos no passado   diziam: “Se eu chutar uma pedra e machucar o meu dedo é real. Estou sentindo,  é vívido.“  Mas não quer dizer que é a realidade. Não passa de uma experiência, a percepção  dessa pessoa  do que é real.

Experimentos científicos nos mostram que se conectarmos o cérebro  a computadores e scanners e pedirmos para olharem  para determinados objetos, podemos ver certas partes do cérebro  sendo ativadas. Se pedirmos para fecharem os olhos e imaginarem o mesmo objeto, as mesmas áreas do cérebro se ativarão, como se estivessem vendo os objetos

Então os cientistas se perguntam: quem vê os objetos, o cérebro ou os olhos? O que é a realidade? É o que vemos com nosso cérebro? Ou é o que vemos com nossos olhos?  A verdade é que o cérebro não sabe a diferença entre o que vê no ambiente e o que se lembra, pois os mesmos neurônios são ativados. Então devemos nos questionar, o que é realidade?

Do jeito que nosso cérebro funciona, só conseguimos ver o que acreditamos ser possível. Nós criamos a realidade, de acordo com os padrões de associação que já existem  dentro de nós, ou seja, através do condicionamento.Então é possível que o mundo todo seja uma grande ilusão da qual não conseguimos sair para a verdadeira realidade?

Se estamos ou não vivendo em um grande mundo virtual, é uma pergunta sem uma boa resposta, é um grande problema filosófico. A física quântica calcula apenas possibilidades. Em vez de pensarmos nas coisas como possibilidades, temos o  hábito de pensar que os objetos que nos  cercam, existem sem a nossa contribuição, sem a nossa escolha.

Você precisa banir essa forma de pensar; e reconhecer que no mundo material – as cadeiras, as mesas, as salas, os tapetes – não são nada além de possíveis movimentos  da consciência.

O próprio Heisenberg, criador da mecânica quântica, depois da descoberta  da física quântica, disse que os átomos não são objetos, são tendências.Em vez de pensar em objetos, você deve pensar em possibilidades. Tudo é possibilidade subconscientemente! A todo momento, as pessoas estão afetando a realidade que vemos.

Mas se elas não afetam a realidade de forma consistente, é porque não acreditam  que possam fazê-lo. Elas escrevem uma intenção e logo depois  a apagam, pois acham que é tolice.”Não consigo fazer isso”. Escrevem de novo  e apagam.  Se você acreditar com todo o seu ser que pode andar sobre a água, isso acontecerá.

É como pensamento positivo, que é um conceito maravilhoso. Mas  geralmente temos  uma névoa de  pensamento positivo, cobrindo uma enorme massa de  pensamento negativo. Pensar positivo apenas disfarça o nosso pensamento negativo Quando pensamos em objetos, tornamos a realidade mais completa do que realmente ela é.

E é aí que você fica preso. Ficamos presos na uniformidade da realidade, pois se ela é completa e eu sou insignificante, não posso alterá-la. Mas, se a realidade é minha possibilidade – possibilidade da própria consciência – aí sim, podemos alterá-la.

No pensamento antigo, não podíamos mudar nada, pois não tínhamos papel na realidade. Ela já estava lá, feita de objetos que se moviam de acordo com certas leis.
A matemática determinava como reagiriam em determinada situação. Nós não tínhamos papel algum. Na nova visão quântica,  EU ESCOLHO a experiência: Dessa forma  EU CRIO MINHA PRÓPRIA REALIDADE!

7 dicas essenciais para viver mais e melhor

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 7 dicas essenciais para viver mais e melhor

De acordo com o geriatra Renato Maia, o estilo de vida é primordial para quem procura elevar a qualidade de vida. Viver muito e viver bem.

A genética anuncia novas descobertas. Os especialistas já chegaram a um consenso: a receita mais eficiente depende de algumas dicas simples, que podemos adotar em qualquer idade.

Confira as 7 Dicas:

 

Dica 1: se sentir útil

“Quem é útil tem o que fazer, tem lições, tem atividades. Ser lembrado por isso mantém a pessoa viva, mantém a pessoa alegre e a convida a viver muito tempo.”

Dica 2: atividades físicas

“Eu diria que a atividade física também está incluída nesse pacote de vida longa, porque ela também gera alegria e satisfação, ao mesmo tempo em que gera benefícios para o organismo.”

Dica 3: bom humor

“É preciso ver a vida com bom humor. Muitas pessoas olham a vida procurando ressaltar as dificuldades, mas um dos melhores fatores de viver muito bem é a capacidade de enfrentar e superar as adversidades da vida.”

Dia 4: saber perdoar

“Mágoa mata. É preciso ficar livre das magoas, tornar a vida mais leve, saber perdoar. Quando perdoamos, é claro que o outro se beneficia, mas o maior beneficiado somos nós mesmos.”

Dia 5: comer menos

“As pesquisas que mostram que as restrições calóricas, ou seja, a diminuição das calorias no alimento, aumentam o tempo de vida. Então, não comer muito.”

Dica 6: coma peixe pelo menos duas vezes por semana

“A dieta mais apreciada em relação à longevidade é a Dieta do Mediterrâneo, que tem peixe, um pouquinho de arroz, verdura, legume e muito azeite.”

Dica 7: dormir bem

“Viver muito não é uma promessa. Viver muito já é uma realidade para todos nós. Nosso compromisso agora não deve ser apenas viver muito, é fundamentalmente viver bem.”

Fonte:http://g1.globo.com/globo-reporter/noticia/2010/08/confira-sete-dicas-essenciais-para-viver-mais-e-melhor.html

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Como emagrecer aos 50 anos

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Como emagrecer aos 50 anos

Após chegarem à menopausa a maioria das mulheres tem tendência a ganhar volume ou na zona abdominal ou nos quadris e coxas, devido à menor produção de estrogénios. E devido às alterações hormonais, perder estes quilos extras pode tornar-se ainda mais difícil, especialmente quando o próprio organismo dificulta esta tarefa.

Torna-se, pois, fundamental perceber qual o tipo de dieta alimentar mais adequada a este período tão sensível da vida de uma mulher para que esta passe a conhecer quais os alimentos essenciais e quais os dispensáveis.
Com 50 anos, a mulher não tem as mesmas ambições que tinha com 30 ou 40. Já conhece as limitações de seu corpo e também as que são impostas pela idade, mas ainda tem muita energia e disposição. Dessa forma, pode ter um corpo saudável, bonito e esbelto, desde que siga alguns cuidados especiais com a alimentação e pratique atividades físicas regularmente.
Se esses hábitos já estão incorporados à rotina, tudo fica ainda mais fácil. Porém, nunca é tarde para iniciar e, com persistência, é possível obter ótimos resultados.

Emagrecer quando se chega a menopausa

A essa altura, algumas mulheres já estão na menopausa e enfrentam sintomas como os calores. As hormonas estão em baixa e podem surgir depressões e também o diagnóstico de algumas doenças como a osteoporose, que atinge um grande número de mulheres. O quadro parece desalentador, mas apesar de todos esses entraves, é possível ter uma vida saudável e um corpo bonito. Sendo que a alimentação saudável e as atividades físicas são a chave para o sucesso, nessa e em qualquer outra idade.
De entre as atividades físicas, a musculação e a hidroginástica são as mais indicadas, pois fortalecem a musculatura, desenvolvem massa muscular magra e garantem a funcionalidade do corpo. Contudo, quem preferir os exercícios aeróbicos deve evitar os de impacto, para proteger as articulações. Pilates também é uma excelente opção de atividade física nessa época.

Alimentação quando se chega aos 50 anos

Quanto ao à alimentação, nessa idade uma pessoa já estabeleceu um padrão alimentar. Se ele é saudável e equilibrado e você está com o corpo em dia, deve seguir sua dieta. Entretanto, se estiver ostentando alguns quilos a mais, é chegada a hora de mudar os seus hábitos e incluir no seu menu porções de frutas, verduras e legumes diariamente, mas sem nunca esquecer de proteínas magras como peixe, frango sem pele, soja e seus derivados, cogumelos, iogurte e queijos magros, cereais integrais ealimentos enriquecidos com fibras. Além de evitar os alimentos industrializados e as gorduras saturadas, deverá diminuir os açúcares e eliminar refrigerantes e frituras.

Em jeito de conclusão, seguem umas dicas rápidas e curtas que ajudarão nesta missão:

  • Primeiro defina o seu objetivo. Crie metas, mas metas realistas que você possa cumprir nada de querer perder 5 kg em um dia.
  • Tenha controle. Tudo que você precisa fazer é estar ciente do que come e mostrar ter bom senso. Comece eliminando doces e álcool.
  • Não coma nas 3 horas antes de se deitar e evite beber muito liquido, assim não correrá o risco de acordar a noite e prejudicar seu sono.

FONTE:http://sosfisio.blogspot.com.br/2013/01/como-emagrecer-aos-50-anos.html

 

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Tudo é possível aos 50 anos?

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Tudo é possível aos 50 anos?

noVivemos num momento histórico e social que pode ser entendido como único na história da humanidade: estamos falando das possibilidades que a longevidade nos propicia. E com esta premissa, começamos a pensar nas pessoas que estão na década dos 50 e podem tantas coisas. O que seriam e onde estariam todas estas grandes e importantes condições?

Há algumas décadas, ter 50 anos era percebido como um momento do envelhecer e isto era considerado normal, pois as pessoas não tinham estas novas possibilidades de viverem tanto tempo e com muitos recursos. A medicina, aliada a mudanças de comportamento com a alimentação e a realização de exames periódicos, aliados a uma maior preocupação com as questões emocionais e psíquicas, tem ajudado nesta conquista de uma vida maior e, para alguns, melhor.

As mulheres que hoje adentram nesta década ou mesmo as que estão vivendo os seus 50 e poucos – ou muitos – tem percebido o quanto de potência de vida, de beleza de transformação, tem feito parte deste momento. O interessante é observarmos as mulheres que tem sido mostradas também neste nosso universo midiático como sedutoras, belas e vivendo também de uma forma boa e prazerosa a sua sexualidade.
As nossas protagonistas de filmes e histórias na TV também são mulheres que tem e tiveram uma trajetória marcada por filhos, carreira, lar e algumas vivem o momento avó com muita paixão e encantamento sem que com isto fiquem afastadas de sua imagem interna de mulher que vai atrás de seus desejos.

As próprias mulheres muitas vezes não se dão conta da força e energia transformadora que pode eclodir neste momento onde todos achavam que os calores da menopausa a manteriam calma. Esta nova mulher que carrega dentro de si a capacidade de se reconectar com seu passado, aceita sim as transformações do tempo. Tempo este que lhe dá também uma possibilidade de escolher como pode ser esta fase, que cuidados em relação a sua saúde deve ter, como repensar relacionamentos afetivos que talvez nem supram mais nada dentro de seu imaginário.

Ter essa condição de maturidade também abre um espaço para que esta nova mulher de 50 possa se olhar no espelho e entender o que o seu olhar procura. Qual o significado de algumas marcas e que histórias ainda pretende terminar, que capítulos de sua vida já concluiu e o que ainda gostaria de apagar.

Ela vai também em busca de antigos sonhos, que ficaram guardados em algum lugar de seu passado, e se achar que vale a pena pagar o preço: talvez pague o preço de experimentar algo que julgava desaparecido. Que mulher é esta que busca o seu lugar, lugar de beleza, lugar de amor, lugar de luta, lugar de transformar?

Este “novo tempo” onde muito ou quase tudo é possível amplia o universo feminino, dando condições para que esta mulher que hoje é fruto de tantas transformações possa ser vista como bela e desejável. Sem querer parecer superficial ou leviana, falar de beleza tem a ver com a estética da maturidade que se instaura ocupando sim um lugar a ser buscado.

Parece que o estereótipo da “mulher envelhecida” e que não tem mais acesso ao universo do desejo e do desejar está cada vez mais podendo se impor com novos formatos e diferentes coloridos. Esta possibilidade de se perceber também como desejada e “desejante” reascende antigas memórias emocionais que para muitas pareciam não mais existir.

A questão da temporalidade se instaura abrindo um caminho no qual muito do que passou pode ser pensado com novas significações e porque não o: “Outros arranjos”. Desta forma, esta fase da vida reconecta a questão da idade cronológica com a idade emocional.

Deste novo entrecruzar dos tempos, passa também a se abrir um espaço emocional, psicológico e nas relações afetivas que esta “ mulher de 50” vai desenvolver com o mundo. Mas, claro, antes ela precisa realmente saber quem ela é.

 

FONTE: Dorli Kamkhagi, doutora em Psicologia Clínica e Mestre em Gerontologia pela PUC-SP e colaboradora do Laboratório dos Estudos do Envelhecimento e Hospital Dia do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo.

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Veja 8 razões que tornam melhor o sexo depois dos 50

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Veja 8 razões que tornam melhor o sexo depois dos 50

Pesquisas mostram que mulheres com mais de 50 anos afirmam viver uma das melhores fases da vida, principalmente em relação ao sexo. Fatores como frequência, desejo e satisfação aumentam com o passar dos anos. O assunto é tema do novo livro da escritora americana Suzanne Braun Levine, autora de diversas publicações sobre o novo estilo de vida de mulheres mais maduras.
Não ter riscos de engravidar livra as mulheres da questão que acompanha todas as mulheres desde a puberdade
 Foto: Getty Images

Foto: Getty Images

Como amamos agora: Mulheres Falam de sua Intimidade Depois dos 50 é o nome da nova publicação que será lançada em 2013. Ela adiantou alguns pontos para o blog Huffington Post e aponta oito razões que tornam o sexo melhor após essa idade.

É possível separar sexo de reprodução
Não ter riscos de engravidar livra as mulheres da questão que acompanha todas as mulheres desde a puberdade. Agora, sexo é simplesmente um ato de diversão.

Dá para separar sexo de amor
Essa ideia parece ser bem disseminada, mas a autora afirma que mulheres que cresceram nos anos 1950 e 1960 acostumaram associar sexo com amor e casamento. Hoje muitas mulheres desfrutam com mais liberdade da fase chamada de ‘segunda vida adulta’ que inclui a opção de buscar relacionamentos sem compromisso.

Separar sexo da ideia de pecado
Depois da menopausa, a mulher fica num estágio além da moral da boa moça. As mulheres passam a ditar o próprio ritmo e dizem “não me importo com que as pessoas pensam”.

Poder arriscar
Mulheres estão mais propensas a ir atrás do que querem, incluindo da vida sexual que desejam, mesmo que não saibam com exatidão o que seja. Considerando que a vida sexual das mulheres tem sido limitada, número de parceiros controlado, parece natural ser mais ousada com o passar o tempo.

Imune à montanha-russa emocional
O fim dos ciclos menstruais, que geravam instabilidades emocionais, dúvidas e arrependimentos, trazem equilíbrio e vida livre dos sentimentos que viviam em uma montanha-russa.

Novas experiências
Mudanças no corpo, nem todas agradáveis, como a alteração no ambiente da região íntima, motivam as mulheres a buscar novas maneiras de atingir o prazer sexual, incluindo o incremento das preliminares, o que também pode ajudar a ampliar a intimidade com o parceiro.

Visão otimista
Com o passar do tempo, as pessoas tendem a implicar menos com as dificuldades e curtir mais os bons momentos. Em vez de reclamar que o copo está meio vazio, costumam celebrar que está meio cheio. E isso definitivamente se aplica à vida sexual, pois as mulheres passam a esperar menos e apreciar mais, aceitando as mudanças e curtindo o que tem.

Viagra
Segundo a autora, não é preciso dizer mais nada.

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Sexualidade depois dos 60 anos – Dr.Drauzio entrevista Carmita Abdo

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Sexualidade depois dos 60 anos –  Dr.Drauzio entrevista Carmita Abdo

Carmita Abdo é médica psiquiatra e coordenadora do grupo de sexualidade do Instituto de Psiquiatria da Universidade São Paulo.

Muitos acham que fazer sexo é característica da juventude, quando muito da maturidade, e que a atividade sexual inexiste a partir de determinada faixa etária. Em geral, admite-se que nos homens, lá pelos 60 ou 70 anos, ela declina e, depois, desaparece de vez. Em relação às mulheres, a crença é que o fenômeno seja ainda mais precoce. A moral vigente durante séculos reforçou o mito de que o momento da menopausa e a consequente perda da capacidade de gerar filhos marcavam o fim do interesse sexual feminino.

Hoje, já existe a comprovação de que esses conceitos estão completamente equivocados. Do ponto de vista médico, o papel da sexualidade após os 60 anos é de fundamental importância para a saúde física e psíquica de homens e mulheres mais velhos. Qualquer disfunção nessa fase da existência merece ser avaliada com cuidado, porque pode ser sinal indicativo de outros problemas de saúde, como diabetes e hipertensão.

SEXO E AFETO DEPOIS DOS 60 ANOS

Drauzio – Com o passar dos anos, o sexo adquire outras características. O que caracteriza fundamentalmente o comportamento sexual a partir dos 60 anos de idade?

Carmita Abdo – É um sexo mais tranquilo, próprio de quem já conviveu vários anos, tem muita intimidade e carinho pelo outro além de um conhecimento mútuo bastante grande. É um sexo menos arrojado, porém extremamente válido e importante para a manutenção da saúde. E vice-versa: fazer sexo nessa fase da vida significa ter saúde, pois, quando a sexualidade passa a ser assunto problemático, é um sinal de alerta para que outros aspectos da saúde sejam investigados cuidadosamente.

Drauzio – Você mencionou esse sexo maduro e amoroso de pessoas que têm o privilégio de compartilhar a vida sexual durante muitos anos, mas isso é privilégio de poucos. O mais comum é existir rancor entre as pessoas que viveram juntas muito tempo. Nesses casos, o sexo quase sempre desaparece do relacionamento. Como você vê esse tipo de situação? 

Carmita Abdo – Difícil falar de sexo de quem conviveu muito tempo sem falar de afeto. Esses dois elementos acabam se misturando e isso provoca uma complexidade maior no relacionamento. Se o casal levou uma vida cheia de rancores, mal-entendidos e conflitos, é lógico que, depois de 30, 40 ou 50 anos juntos, os dois terão pouca disposição para um contato tão íntimo quanto o sexual, porque mal toleram conviver lado a lado.
Em compensação, se o casal teve uma vida de aproximação, cumplicidade e companheirismo, nessa etapa o sexo permanece como que coroando o relacionamento. Como já disse, é um sexo suave, bem menos frequente, porque a necessidade é menor do que na juventude. Um garoto de 18 anos, por exemplo, consegue manter várias relações no mesmo dia. Já um senhor de 60, 65 anos tem necessidade de um relacionamento a cada semana, ou a cada dez ou quinze dias, frequência essa determinada também pelo interesse da esposa que costuma ser abrandado com o decorrer do tempo.

PROTEÇÃO PARA O ORGANISMO

Drauzio – Não se mais se discute que a entrada de sangue no pênis e a ereção dela resultante fazem parte de um mecanismo que ajuda a preservar todo o sistema. É possível que haja mecanismos semelhantes em relação aos genitais femininos. Será que a redução na frequência da atividade sexual não vira uma bola de neve que faz reduzir ainda mais essa frequência?

Carmita Abdo – Observa-se que quanto maior a frequência das relações, mais aptos os genitais se apresentam para o ato sexual, inclusive nas mulheres. A atrofia e a secura vaginal são mais pronunciadas naquelas que evitam o sexo ou têm poucas relações sexuais. Já as que se mantêm ativas têm melhor lubrificação e mucosa da vagina mais espessa. Dessa forma, não é exagero dizer que o ato sexual é uma proteção para os órgãos genitais e para o organismo como um todo.
No entanto, é preciso ressaltar que muitas vezes não existe um problema genital nem com a sexualidade. É muito comum, por exemplo, a depressão abater as pessoas nessa fase da vida. A mulher, que está aposentada ou nunca trabalhou fora, de repente se sente sem nenhuma função porque os filhos casaram ou foram morar sozinhos. O marido continua ativo ou não demonstra interesse por ela. Tudo isso somado faz com que perca o entusiasmo pelo sexo. Melhorar seu estado de humor é fundamental para reverter esse processo.

Drauzio – Você aconselha as mulheres que vivem tais desencontros ou não têm parceiros sexuais a se masturbarem?

Carmita Abdo – A masturbação é importante para manter a atividade das glândulas e a lubrificação e para evitar uma atrofia cada vez mais pronunciada pelo desuso. Muitas se constrangem diante da sugestão e reagem – “Eu, na minha idade, tendo de passar por esse vexame?” – Não é um vexame. É uma prática saudável que vai torná-la mais disposta e dar-lhe maior entusiasmo para perceber que essa carência está repercutindo em outras áreas de sua vida e podem ser razão do atual desânimo e desinteresse pelo cotidiano.

Eu diria, então, que a depressão pode levar ao desinteresse sexual e vice-versa, o desinteresse sexual pode levar à depressão. Por isso, é importante que a pessoa se cuide e procure saber o que está realmente acontecendo com ela a fim de que possa tomar as medidas que se fazem necessárias para a solução do problema.

SEXO DEPOIS DA MENOPAUSA

Drauzio – No caso das mulheres, essa fase da vida corresponde ao período da menopausa que vem acompanhada de outros eventos orgânicos que interferem na sensualidade. A flacidez da pele, a deposição de gordura em certas partes do corpo, a secura vaginal fazem com que se sintam mais envelhecidas e menos atraentes. Como você orienta as mulheres com esse tipo de problema?

Carmita Abdo Atualmente, existem vários recursos para a mulher ter uma menopausa mais tranquila. Por isso, todas devem procurar um ginecologista a fim de evitar que esses sintomas sejam acentuados e desconfortáveis.
Por outro lado, é importante destacar que essa expectativa de beleza e juventude eterna é própria da cultura ocidental. Sabemos que, em alguns países, a mulher mais velha é respeitada por sua experiência e não se torna um ser desprezível, porque não está malhada nem tem aparência juvenil. Nós, ao contrário, tentamos de todas as formas aparentar menos idade e, assim, colaboramos para solidificar o preconceito de que só o que jovem e belo vale a pena. É importante cuidar da saúde. Condeno, porém, o uso de artifícios cada vez mais sofisticados para parecer mais moço. A experiência adquirida ao longo dos anos precisa ser valorizada e essa é a maior beleza que a mulher pode ter nessa fase da vida.

Drauzio – Existem recursos para evitar que a secura vaginal interfira na vida sexual das mulheres? 

Carmita Abdo – Toda mulher pode melhorar esse sintoma com o uso de determinados medicamentos. Aquelas, para as quais a prescrição de hormônios por via oral é desaconselhada, precisam valer-se de outros tipos que podem ser colocados diretamente na vagina. Às vezes, o ato sexual fica dificultado por falta de lubrificação, já que o atrito provoca dor. Nesse caso, o ginecologista irá recomendar a reposição hormonal ou o uso de cremes vaginais que atuarão sobre esse evento desagradável.

INTERESSE SEXUAL: SINAL DE SAÚDE

Drauzio – Existe uma idade limite para terminar a vida sexual feminina?

Carmita Abdo A vida sexual não deveria terminar nunca. Ela deveria continuar existindo, enquanto houvesse vida, com as características próprias de cada fase, como acontece com as outras funções vitais.
Quando ficamos mais velhos, não conseguimos comer o que o jovem come, nem fazer sexo da mesma forma, mas é fundamental que a sexualidade não desapareça. Por que digo que é fundamental? Porque sexo é sinal de vida, de interesse e de saúde. Por que não procurar o ginecologista ou o urologista para saber o que está acontecendo se o interesse sexual está declinando? Uma das causas pode ser a depressão, mas existem outras. Dificuldade de ereção nos homens pode ser provocada por diabetes, hipertensão ou uso de medicamentos como antidepressivos e anti-hipertensivos. Atrás de um problema sexual pode estar camuflado outro problema de saúde que merece tratamento. Costumo dizer que o desempenho sexual é um marcador de saúde. Se o desempenho está bom, a saúde está boa. Se ele deixa a desejar, é importante consultar um médico para avaliação do estado físico e psíquico da pessoa.

DIFICULDADES MASCULINAS

Drauzio – Os homens começam a se queixar de mais dificuldades sexuais a partir de que idade?

Carmita Abdo A partir dos 50 anos, a queixa é a perda gradativa da capacidade de ereção. O homem começa a perceber que não tem mais a potência que tinha quando jovem. Essa tendência se acentua com sedentarismo, obesidade, abuso de bebidas alcoólicas e hábito de fumar. Logicamente, esses elementos somados fazem com que o organismo se ressinta e levam a maior dificuldade de ereção.

Drauzio – O sildenafil, primeira droga de uso recreacional que provoca ereção muito eficaz e foi aprovada pelos institutos que regulam o uso de medicamentos, representou uma revolução no campo da sexualidade masculina. Qual foi o impacto do sildenafil na sexualidade dos homens mais velhos?

Carmita Abdo Foi realmente um impacto grande que levou muitos homens a procurar o médico para saber se podiam ou não valer-se desse medicamento. Recuperar a ereção foi uma vantagem do sildenafil para o desempenho sexual masculino, mas verificar como estava a saúde naquele momento foi vantagem ainda maior. Muitos casos de diabetes, hipertensão, obesidade, colesterol alto puderam ser detectados a partir dessa visita ao médico.

É sempre importante repetir que a dificuldade de ereção está ligada aos mesmos fatores de risco que levam às doenças do coração. Falhar na cama não significa apenas um distúrbio sexual, significa estar precisando cuidar da saúde.

HOMENS MAIS VELHOS – MULHERES MAIS JOVENS

Drauzio – É frequente encontrar homens mais velhos acompanhados de meninas com idade para serem suas filhas ou netas até. A que se atribui esse interesse dos homens mais velhos por moças tão mais jovens?

Carmita Abdo Muito se simplifica esse assunto. A explicação para “trocou uma de 60 por duas de 30” parece óbvia: as de 30 anos são mais viçosas e interessantes. No entanto, existem outras questões envolvidas nesse comportamento. Rancores e mágoas acumuladas ao longo da vida do casal levam o homem a procurar um relacionamento fora de casa. Além disso, a mulher mais jovem é mais disponível sexualmente e mais interessante por sua beleza e disponibilidade.
Mas existe outro fator. A companheira de muitos anos sabe o quanto aquele homem perdeu sua capacidade de ereção. Ela é testemunha viva desse processo e isso é constrangedor para ele. A mulher mais jovem não acompanhou esse declínio. Por outro lado, é difícil o homem conformar-se com a sexualidade mais tranquila e esporádica que muitas mulheres lhe impõem com o passar da idade.

Drauzio – Esses homens que se relacionam com mulheres mais jovens têm mesmo uma melhora no desempenho sexual? Pelo menos, eles se referem a essa melhora nos consultórios médicos. 

Carmita Abdo É nos consultórios médicos que eles vão buscar a melhora no desempenho sexual, o que realmente ocorre porque eles começam a se cuidar como deviam. Fazem dieta, adotam hábitos mais saudáveis, param de fumar e de beber exageradamente e passam a praticar esportes. Querem ficar mais bonitos para fazer jus a essa companheira tão vistosa. Essa mudança de hábitos traz benefícios importantes para a sexualidade e para a saúde de maneira geral.

 

MULHERES MAIS VELHAS – HOMENS MAIS NOVOS

Drauzio – No caso das mulheres que se interessam por rapazes bem mais jovens, comportamento que está se tornando mais frequente, o desempenho sexual também melhora?

Carmita Abdo Nesses casos, embora muitas vezes seja um fato inédito na vida dessas mulheres, são elas que conduzem o relacionamento, porque têm geralmente mais experiência do que os rapazes. Esse papel diferente dá um novo elan à vida sexual. Além disso, eles costumam ser bem mais carinhosos e interessados do que os parceiros mais velhos.
Diria também que os jovens têm buscado para a iniciação sexual mulheres mais velhas, esperando delas compreensão para sua inexperiência e possíveis falhas. Sexualmente menos agressivas, elas tomam o lugar das moças que se têm tornado cada vez mais liberadas e exigentes.

DESCOMPASSO ENTRE OS PARCEIROS

Drauzio – Há casais que convivem harmoniosamente, têm filhos e netos, mas o sexo foi diminuindo e desapareceu da relação. Como você orienta esses casais?

Carmita Abdo – Alguns desses casais vivem bem, apesar de a atividade sexual estar se esvaindo. O sexo para eles foi realizado na medida das necessidades, talvez porque tenham priorizado a reprodução ao erotismo, ou porque já se tenham realizado na maternidade e na paternidade e vejam o sexo como meio para a procriação. Pouco a pouco, a prática sexual foi sendo abandonada e eles não se abalam com isso. Ele não procura ninguém de fora e ela também não. O difícil é quando não existe essa compatibilidade. Às vezes, esse descompasso gera acordos implícitos para que o parceiro ainda interessado em sexo possa procurá-lo fora do casamento. E aí começam os problemas. Se a princípio o outro cônjuge aceitou a situação, deixa de fazê-lo quando percebe que o relacionamento externo tornou-se mais envolvente e pode provocar uma separação que trará dramas familiares muito sérios nessa altura da vida.

VIDA SEXUAL DEPOIS DOS 60

Drauzio – Esses casais que deixam o sexo morrer com a passagem dos anos conseguem levar uma vida plena ou se acomodam achando que isso faz parte da vida e que a velhice é mesmo assim? 

Carmita Abdo – O problema é que homens e mulheres que interrompem a atividade sexual acabam abandonando outras formas de prazer na vida. Geralmente se desinteressam do contato social, desistem de saber a quantas os filhos andam e não aproveitam a oportunidade para desenvolver uma relação próxima e prazerosa com os netos. São pessoas que perdem o estímulo na vida que vai se tornando um fardo difícil de carregar. Estão deprimidas e não sabem. Pouco a pouco vão morrendo, ou levando uma vida vegetativa, que se torna um fardo difícil de carregar sem os prazeres de cada dia.
A velhice não deveria ser assim. Por isso, aos primeiros sinais de desânimo e desinteresse, é preciso buscar dentro de si as razões para esse estado de espírito. Não conseguindo encontrar as respostas sozinho, a ajuda de um profissional, de um médico, é indispensável. Não é natural nem humano desistir de uma série de atividades que são biológicas, estão ligadas ao emocional e nos asseguram a vontade de viver.

Drauzio – Você aconselha que os casais lutem para preservar sua vida sexual através dos anos?

Carmita Abdo – Aconselho. E digo mais. Vida sexual que se interrompe brusca ou gradativamente precisa ser pesquisada. Pode ser que um problema físico ou emocional esteja se instalando. Algumas pessoas podem perder o interesse sexual com o passar do tempo e isso faz parte intrínseca da natureza delas, não há nada de errado. No entanto, a maioria que se desinteressa por sexo, está vivendo um problema emocional ou físico que precisa ser cuidado.

FONTE:http://drauziovarella.com.br/envelhecimento/sexualidade-depois-dos-60-anos/

Category: Amor e Sexo +50

Namorar depois dos 50? Mais comum do que você imagina!

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Namorar depois dos 50? Mais comum do que você imagina!

Timidez não é mais desculpa para não conhecer aquela pessoa especial que você tanto esperou: os namoros que começam por chats e portais da internet podem ser os mais verdadeiros e duradouros. São os que se baseiam no diálogo!

namorar

O namoro maduro é um dos maiores acontecimentos recentes na internet. Pessoas solteiras mais velhas descobriram os encontros na internet e as agências especializadas em namoros para a terceira idade já perceberam, devido ao grande número de registros, que mais pessoas sabem como é fácil e acessível o namoro maduro online.

Cada vez mais, pessoas solteiras de certa idade percebem que não é tarde demais para encontrar o amor e estão entrando novamente no mundo do namoro. A internet é o destino óbvio para o namoro maduro e, mesmo que antigamente a internet apenas atraía pessoas mais jovens, hoje em dia todo mundo participa. Na realidade, agências especializadas em solteiros mais velhos sabem que os clientes da terceira idade estão entre os mais bem sucedidos na busca do amor. Clientes maduros geralmente são mais relaxados e abertos na conquista do que seus rivais mais jovens.

Com seu grande número de clientes da meia e terceira idade e sua praticidade e facilidade no uso, o be2 é um ótimo lugar para começar um namoro maduro. Um exemplo de nossa simplicidade e eficiência pode ser demonstrado no Reino Unido, onde somos o site número 1 para pessoas da terceira idade.

• Namoro maduro está na moda, pois pessoas de 40, 50, 60 anos ou mais velhas estão namorando pela internet.

• Diversos sites já possuem milhares de solteiros mais velhos registrados.

• Com tantos solteiros sêniors registrados, você tem grandes chances de conhecer alguém da sua idade.

• O número de membros do be2 no Reino Unido acima de 40 anos, multiplicou nos últimos 2 anos.

Quer fazer uma experiência? Veja se encontra alguém legal e conte para nós!

 

Fontehttp://www.be2.com.br/blog/nao-e-tarde-demais-para-encontrar-o-amor-o-namoro-maduro-nunca-foi-tao-popular-descubra-como-e-facil-para-solteiros-da-terceira-idade-se-conhecerem/

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A partir dos 50 anos, homens querem casar mais que mulheres

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A partir dos 50 anos, homens querem casar mais que mulheres

Dado foi constatado em pesquisa realizada por site de relacionamento brasileiro para pessoas maduras.

“Iucãcas Toriba” reúne imagens que registram o afeto e a relação sexual de casais da terceira idade

Na maturidade, homens querem casar mais que as mulheres. Pelo menos é isso que a pesquisa feita pelo site de relacionamentos brasileiro Coroa Metade constatou entre os usuários da página. Os números mostram 78% das mulheres entre 50 e 60 anos e 79% das mulheres acima dos 60 querem distância desse tipo de compromisso. O site – que completou dez meses no dia 22 de setembro – é voltado para pessoas acima de 40 anos e possui 35 mil cadastrados.

De acordo com a pesquisa, das pessoas cadastradas com idade acima de 50 anos, 25% dos homens querem casamento, enquanto apenas 22% das mulheres procuram esse tipo de relacionamento.

A diferença aumenta no grupo pessoas cadastradas com idade acima de 60 anos.  Das 2.427, 29% dos homens querem casamento e somente 21% das mulheres desejam trocar alianças.

Segundo o psicólogo Paulo Tessarioli, especialista em sexualidade, o fato das mulheres nessa faixa etária não demonstrarem interesse em casar é fácil de explicar. “As mulheres estão cansadas de casar sonhando com um companheiro e, depois, descobrirem que adotaram ‘filhos’. Muitas reclamam que foram casadas uma ou duas vezes e os maridos ficavam sentados, no sofá, vendo futebol na televisão e não ajudando em nada na casa. Por isso, dizem que buscam um namorado para compartilhar os bons e maus momentos da vida, mas cada um  em sua casa. Já os homens mais velhos muitas vezes ainda procuram por uma mulher que cuide deles”, diz Tessarioli.

O idealizador do site, jornalista Airton Gontow, acredita que essa procura atual dos homens por uma “segunda mãe” pode fazer com que as próximas gerações tenham um comportamento mais colaborativo dentro do casamento, para não fazer a mulher se sentir dessa forma. “Acredito que, aos poucos, os homens estão percebendo isso e se comportando como maridos melhores. É gradual, mas está acontecendo”.

Romance, namoro e sexo

A pesquisa mostra ainda que as mulheres maduras procuram mais namoro e menos sexo. No grupo Entre 50 e 60 anos do site, 71% das mulheres querem namorar – 10% a mais que os homens. Já no grupo de pessoas acima dos 60, 75% das mulheres procuram um namorado – 13% a mais que os homens.

Quando o assunto é sexo, eles saem na frente. Nos dois grupos, apenas 7% das mulheres mostra interesse, enquanto 36% dos homens entre 50 e 60 anos e 28% dos acima de 60 procuram por isso.

A diferença só diminui quando o assunto é romance. O quesito marcou empate de 38% no grupo entre 50 e 60 anos e uma diferença de apenas 3% no outro (44% das mulheres e 41% dos homens).

Veja os números completos da pesquisa:

Pesquisa realizada com homens e mulheres a partir dos 60 anos de idade
(através do perfil de 2.427 pessoas)

Procuram             Homens      Mulheres

Sexo                      28%              7%

Ficar                       25%              2%

Casamento             29%              21%

Romance                41%              44%

Amizade                 53%              50%

Namoro                   62%              75%

Pesquisa realizada com homens e mulheres a partir dos 50 anos de idade

(através do perfil de 7.563)

Procuram             Homens      Mulheres

Sexo                          36%                7%

Ficar                           26%                3%

Casamento                 25%               22%

Romance                    38%               38%

Amizade                     47%               49%

Namoro                      60%               71%

Números gerais do site

35 mil cadastrados

5,7 mil assinantes

60% de mulheres

85% entre 40 e 60 anos

57% com formação superior

Sobre o site

O Coroa Metade é voltado para pessoas maduras, a partir de 40 anos, que procuram na Internet alguém com os mesmos valores e objetivos para compartilhar os bons momentos da vida a dois. O site tem cadastro gratuito para quem desejar conhecer como funciona (fazer buscas e ver perfis).  Mas a comunicação por chat e mensagens, além de pesquisas de compatibilidade e outros serviços exclusivos, como escolher quem verá ou não as fotos e saber quem se interessou pelo perfil, é só para assinantes. Em dez meses, o Coroa Metade ultrapassou a marca de 6,5 milhões de páginas vistas, meio milhão de visitantes, 35 mil cadastros e 5,7 mil assinaturas. O site dá de presente a “degustação” da assinatura por uma semana.

FONTE:http://acritica.uol.com.br/vida/homens-querem-casar-mulheres_0_1003099718.html

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Divórcio após os 50

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Divórcio após os 50

Número de separações entre pessoas maduras quase dobrou em 20 anos na esteira do aumento da expectativa de vida dos brasileiros

chamada.jpgCONFLITO – Depois dos 50, as expectativas de homens e
mulheres ficam muito diferentes, por isso as separações

 

Quando Verônica Guimarães conheceu seu ex-marido em 1974, aos 15 anos de idade, pensou que eles ficariam juntos para sempre. A ideia de envelhecer ao lado do companheiro, quatro anos mais velho, e criar filhos e netos juntos parecia o único caminho possível para a secretária carioca, hoje com 53 anos. O que na época Verônica não poderia imaginar era que 38 anos depois – 27 vividos sob o mesmo teto – o casamento dela chegaria ao fim. Separada desde 2008 do ex-marido, ela oficializou o divórcio em março. “O tempo foi desgastando a relação, então decidimos seguir cada um para um lado”, conta. A única filha do casal, de 28 anos, apoiou a decisão. “Foi difícil recomeçar a vida depois de tanto tempo com uma mesma pessoa. Mas fiz essa escolha de forma consciente e hoje estou muito mais feliz”, diz.

Histórias como a de Verônica estão se tornando cada vez mais comuns no País. Após décadas de casamento, casais que hoje estão na faixa etária dos 50 anos ou mais têm optado por romper uniões desgastadas em busca da felicidade – que pode ser encontrada tanto na solidão como numa nova relação. Segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número de divórcios concedidos em primeira instância a casais em que pelo menos um dos cônjuges tem mais de 50 anos quase dobrou desde 1990 (leia quadro). Nos Estados Unidos, o fenômeno é ainda maior. Há 20 anos, uma em cada dez pessoas que se divorciavam por lá tinha mais de 50. Em 2009, esse número havia pulado para um divorciado cinquentão em cada quatro. E estima-se que, em 2030, ao menos 800 mil americanos com mais de 50 entrarão com pedidos de divórcio. Resultado, segundo dizem os especialistas, do aumento da expectativa de vida tanto nos Estados Unidos quanto aqui no Brasil.

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CORAGEM
Marlene, 57 anos, pediu a separação após 31 anos de casada.

“Foi meu grito de liberdade”, diz

Para a antropóloga Mirian Goldenberg, que atualmente estuda a relação dos brasileiros e brasileiras com o envelhecimento, o fim dos casamentos entre pessoas com mais de 50 acontece por um descompasso entre homens e mulheres nessa faixa. “Depois de criar os filhos e de ter se dedicado durante anos à família, as mulheres com mais de 50 querem sair, passear, viajar”, diz Mirian. “Já os homens cinquentões e sessentões não têm mais a mesma energia e preferem ficar em casa assistindo à tevê.” Essa diferença de interesses foi o que motivou a professora aposentada Marlene Valença, 57 anos, a pedir a separação do ex-marido, que hoje tem 63 anos. Afastado há oito meses, o casal viveu junto durante 31 anos e teve dois filhos. “Nunca pensei em terminar, mas a situação foi ficando insustentável, então tomei coragem e pedi a separação”, conta Marlene. No pouco tempo em que está provando o gosto de ser uma mulher separada, Marlene diz ter encontrado só felicidade. Ela tira prazer das aulas que dá como instrutora de ginástica rítmica japonesa e das sessões no Coral Sintonia Plena, em que canta com mais trinta pessoas – a maioria mulheres – que também já passaram dos 50. “Pedir a separação foi um grito de liberdade e hoje me sinto mais feliz e aliviada”, diz.

Nem sempre, porém, terminar um relacionamento tão longo é uma tarefa fácil ou de comum acordo. O desembargador Francisco Antonio Bianco Neto, 57 anos, passou parte da vida julgando processos de divórcio e separação como juiz de família na capital paulista. Ele só não contava que um dia seria parte de um caso desse tipo. Após permanecer 22 anos casado e ter se tornado pai de gêmeas, Neto pediu o divórcio, sem a concordância da ex-esposa. Agora eles brigam na Justiça por questões financeiras e patrimoniais. “Está sendo muito difícil, mas não me arrependo”, diz Neto. “Ficar preso a uma relação, que não é mais desejada, só porque você acredita que é responsável pela felicidade do outro é uma loucura.”

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RECOMEÇO
Verônica, 57 anos, e João Balthazar, 65,
descobriram um novo amor depois do divórcio

Na opinião do psicólogo Fernando Elias José, toda separação tem seu lado negativo. “Mas a desunião de casais com uma longa história já não é mais vista com tanto preconceito pela sociedade”, diz. Nesses casos, o especialista aconselha a pessoa que deseja se divorciar a avaliar os prós e contras da relação, estar o mais certa possível da decisão e buscar apoio nos amigos e na família. “Não é uma mudança simples, mas vale a pena se a pessoa tiver mais 15 ou 20 anos de vida feliz, seja com um novo amor ou não”, diz. A secretária Verônica faz parte do grupo de divorciados depois dos 50 que já embarcaram numa nova relação. Desde a separação do ex-marido ela vive com o odontólogo João Balthazar, 65 anos, também divorciado há três anos. Juntos eles gostam de aproveitar a vida e sair para dançar. “Nos damos muito bem e a expectativa é vivermos essa união o máximo possível, enquanto houver amor”, diz Balthazar.

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FONTE: http://www.istoe.com.br/reportagens/195031_DIVORCIO+APOS+OS+50

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Sexo depois dos 50 tem mais vantagens do que desvantagens

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Sexo depois dos 50 tem mais vantagens do que desvantagens

O surgimento de medicamentos auxiliou homens com dificuldade de ereção e provocou mudanças na vida sexual depois dos 50.

Para algumas mulheres que não estavam mais acostumadas a praticar sexo foi uma chateação e para outras uma grande possibilidade de resgatar a vida sexual.

Soluções para a menopausa

Com as perdas hormonais decorrentes da menopausa, ocorre perda da lubrificação vaginal, que pode interferir na relação, provocando dor ou desconforto na penetração. Para esse tipo de ‘problema’ existe o gel íntimo à base de água.

Pode ser necessária uma avaliação e acompanhamento médico para uma possível reposição hormonal, que ajude a melhorar a parte física.

Mas não é só o físico que precisa estar bem, a cabeça e as emoções idem.

Nessa fase da vida os valores são outros, não se busca mais um ‘príncipe’, mas a possibilidade de uma relação, onde cada encontro seja um prazer.

Beleza

Não dá para fugir do parceiro ou da possibilidade de arrumar um novo ‘amigo’ ou namorado, porque você não tem mais o corpo de 20 ou 30 anos atrás. Cada fase da vida tem sua beleza.

Muitas mulheres dizem que não engravidar é um grande alívio que as liberta para a sexualidade. Outras por já terem filhos crescidos e cumprido o papel de mãe, sentem-se livres para viver e ousar mais na vida sexual.

Nessa fase, redescobrir o sexo ou conhecer novos parceiros pode ser um grande prazer. É chance de aprender a namorar mais e melhor, pondo em prática suas fantasias, por exemplo, através de filmes eróticos.

Problema com solução: DSTs na terceira idade

O número de doenças sexualmente transmissíveis cresce nessa faixa etária. Isso porque os homens dessa geração não foram educados para usar preservativo. Eles não falam, mas têm muito medo de perder a ereção na hora de colocá-lo.

Já as mulheres temem pedir para que eles usem o preservativo e passem assim uma imagem de ‘descolada’ ou promíscua. Mas o que importa é viver o prazer sexual de forma completa, ou seja, sem medo.

Tenham e usem sempre preservativos, masculino ou feminino. Aprendam a colocar, peçam orientação de seu médico ou terapeuta sexual. Façam dessa atividade uma brincadeira na relação.

Enfim, depois dos cinquenta as pessoas estão com: filhos crescidos, frutos colhidos na vida profissional, mais tempo livre, maturidade… e tudo isso somado a recursos como o Viagra , os géis lubrificantes à base de agua e a reposição hormonal. Com tantas vantagens, podemos concluir que fazer sexo depois dos cinquenta pode ser mesmo um tesão. Mas a mente precisa estar livre para se permitir e ousar.

Fonte: Arlete Gavranic -http://www2.uol.com.br/vyaestelar/sexo_pos_50.htm

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