Monthly Archives: abril 2015

Sexualidade depois dos 50

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Sexualidade depois dos 50

 À medida que avançamos na idade o corpo vai respondendo de modo diferente relativamente à sexualidade. Contudo, as alterações que se verificam nos homens ou nas mulheres não significam ou implicam que a atividade sexual tenha de ser menos estimulante. A qualidade de vida é essencial para que a vida sexual seja satisfatória. A forma como lidam com o envelhecimento, os cuidados com a saúde ou a atitude positiva perante si próprio e perante as relações é fundamental para o bem-estar a todos os níveis.

Sexo e Saúde

“Uma vida saudável contribui para sexo com prazer, mas sexo com prazer também contribui para uma vida saúdável.” 

– Uma vida sexual activa e saudável contribui para que o cérebro liberte endorfinas, responsáveis pelo alívio natural das dores

– O sexo combate o stresse e faz-nos sentir bem

– O desejo e satisfação sexual melhora o nosso sistema imunitário

– Há mais sexo para além da penetração. A intimidade e sexualidade podem ter outras manifestações: masturbação, carícias, massagens, etc.

Mas é muito importante conhecer o nosso próprio corpo. Os problemas de saúde devem ser sempre acompanhados por médicos. A utilização de medicamentos ou as alterações de humor também podem ser mais comuns nas idades mais avançadas.

A prática de  sexo mais seguro é igualmente essencial, porque mesmo depois dos 50 estamos expostos às infecções sexualmente transmissíveis.

O que pode mudar nas mulheres?

Durante a menopausa, os níveis de estrogénio diminuem significativamente nas mulheres. Esta diminuição pode levar a alterações como:

– mudanças na fisiologia do aparelho genital

– as secreções vaginais também tendem a ser menos frequentes tornando mais demorada a fase da excitação e consequente lubrificação (factor que facilita a penetração), no caso das relações sexuais vaginais. Nestes casos, podem ser utilizados lubrificantes para evitar que a penetração seja dolorosa.

– diminuição do desejo

O que pode mudar nos homens?

À medida que vão envelhecendo, os homens podem sentir que para atingir a erecção levam mais tempo e precisam de maior estimulação. A disfunção eréctil é mais frequente. Mas sobretudo, os receios e medos podem afectar o desempenho sexual.

É importante que os homens percebam a razão das disfunções e falem abertamente com os técnicos de saúde e com as/os parceiros/as.

Fonte: Portal de Saúde Sexual e Reprodutiva – http://www.apf.pt/?area=003&mid=001&sid=004

Category: Amor e Sexo +50

Namoro aos 50: mais liberdade, menos pressão

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Namoro aos 50: mais liberdade, menos pressão

Na maturidade, além da companhia para desfrutar bons momentos, relação deve preservar a individualidade. É o caso de Xuxa e Junno Andrade — e de outros famosos e anônimos

Prestes a completar 50 anos, a apresentadora Xuxa Meneghel está em clima de romance. Depois de três anos solteira, ela assumiu o namoro com o ator  Junno Andrade. A ex-modelo Luiza Brunet e a atriz Sharon Stone são outras celebridades que vivem um momento semelhante: estão curtindo um relacionamento novo na fase da maturidade.

Foto Rio News –  Xuxa e Junno curtem folia em camarote da Sapucaí no carnaval deste ano: a apresentadora está “feliz pacas” e “rindo à toa”, segundo ela mesma declarou em redes sociais

 

Quatro anos após o fim de uma união de quase 25 anos, a ex-modelo Luiza Brunet vive um romance “freshzinho”, como ela mesma definiu, com o empresário Lírio Parisotto. Por ter se casado muito jovem – pela primeira vez aos 16 e, pela segunda, aos 22 – ela não aproveitou a fase de flerte da juventude. Agora, curte o relacionamento sem pensar no futuro. “[Aos 50] Você fica muito mais esperta, mais ousada, mais exigente. Mas não fica na expectativa do que vai acontecer: ‘ai, eu vou me casar’ ou vou fazer isso e aquilo. Você vive o momento feliz e está ótimo”, conta Luiza.

AgNews- Luzia Brunet e o namorado Lírio Parisotto: “aos 50, você fica mais esperta, mais ousada, mais exigente”

 

Com a carreira profissional já consolidada e os filhos criados, os “cinquentões” buscam companhia para dividir as conquistas e desfrutar das coisas boas da vida. “É natural do ser humano o anseio pelo envolvimento, a procura por alguém para ‘se completar’”, diz a psicoterapeuta Cássia Franco, especialista em casal, família e sexualidade humana. Ela alerta, porém, que o importante é não ficar esperando que alguém venha para preencher aquilo que falta, mas sim que a pessoa se sinta completa antes de se relacionar com o outro.

De acordo com a psicoterapeuta Marina Vasconcellos, especialista em casal e família, um relacionamento na maturidade pode vir rodeado de elementos positivos. “Voltar à ativa” traz energia nova, mexe com a libido, melhora os cuidados com a saúde e com a aparência e, ainda, incentiva na busca de sonhos e objetivos. “As pessoas percebem que ainda têm muito ‘chão’ pela frente, começam a olhar mais para si mesmas e a fazer as coisas de maneira mais ativa”, explica a profissional.

Foi assim com a psicóloga Elisabete de Favero. Aos 59 anos, ela está de casamento marcado depois de dois anos de namoro. Separada há mais de 20 anos, com dois filhos adultos, ela passou a juventude focada no trabalho e no cuidado com os filhos. Somente na fase da maturidade começou a prestar mais atenção em si mesma e buscar um relacionamento mais sério. “É um namoro mais maduro, menos impulsivo e com muita liberdade, sem pressão. Eu tenho o direito de fazer o que eu quero, de trabalhar, de fazer meus cursos”, conta.

A individualidade tão prezada por Elisabete vai continuar até mesmo depois do casamento. Para manter a liberdade, o casal decidiu viver em casas separadas. “Para nós, o que mantém um relacionamento aceso é a saudade, é o querer ficar junto. Achamos que morar juntos tiraria esse encanto da relação”.

Espaço demarcado

Preservar a própria independência é uma das características mais marcantes em um relacionamento após os 50 anos, segundo explica a psicoterapeuta Marina Vasconcellos. “Nesta fase, cada um tem seus hábitos e manias, e entrar uma pessoa nova na casa mudaria toda a dinâmica familiar”, afirma.

Foi exatamente por não querer abrir mão de sua autonomia que a gerente financeira Elisa Maria Azevedo, de 50 anos, nunca pensou em casamento, apesar de sempre ter tido relacionamentos longos. Junto com o atual namorado há nove anos, ela buscava alguém para dividir os momentos bons e ruins, mas sem ter que dar satisfações de todos os passos que dá. “É bom ter alguém para contar a qualquer momento, mas também quero manter o meu espaço, ter um tempo só para mim”, conta..

Nem por isso o clima do namoro é menos romântico: eles viajam, passeiam, saem para jantar, vão ao cinema. “Estamos sempre cheio de dengos e carinho. Por isso, o sexo acaba acontecendo naturalmente, sem cobranças ou pressão. Quando a gente amadurece, dá importância para outras coisas também, além das questões de pele”, diz Elisa Maria.

Para a psicoterapeuta Cássia Franco, a sexualidade após os 50 anos pode, sim, ser vivida plenamente, e ainda trazer algumas vantagens. “A pessoa já amadureceu, já sabe o que gosta e o que não gosta, o que é excitante”, finaliza.

Fonte:  Ligia Helena – http://delas.ig.com.br/amoresexo/2013-03-22/namoro-aos-50-mais-liberdade-menos-pressao.html

Category: Amor e Sexo +50

10 coisas que você precisa saber sobre sexo depois dos 50

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10 coisas que você precisa saber sobre sexo depois dos 50

Sexo faz bem e não deve ser negligenciado. Pesquisamos 10 itens que vão fazer você mudar os planos para hoje à noite…

CasallençoisFoto: iStockphoto

1. O sexo depois dos 50 anos pode ser ainda melhor do que era no passado – É senso comum que o sexo só melhora com o tempo: ao conhecer a fundo as próprias vontades, gostos e preferências, tudo fica mais interessante. Então esqueça o mito de que a atividade sexual piora com a idade. De acordo com uma pesquisa feita pelo National Council on Aging (Conselho Nacional do Envelhecimento), nos Estados Unidos, 61% dos homens e 60% das mulheres acham que sua vida sexual aos 60 anos é tão ou mais satisfatória do que era aos 40.

2. Não dá para abrir mão dos cuidados –  Embora idosos não façam parte do maior grupo de risco para doenças sexualmente transmissíveis, ninguém está a salvo. As estimativas do Centro de Controle de Doenças, nos EUA, indicam que o número de casos de sífilis aumentou 2,7 vezes entre os mais velhos no período de 10 anos. A ocorrência de clamídia aumentou 2,8 vezes, e os casos de HIV dobraram. Por isso o recado é claríssimo: não dá para abrir mão da camisinha. Além disso, faça exames médicos regularmente, e exija o mesmo de seus parceiros.

3. Mulheres: sexo não precisa (nem deve!) ser doloroso –  A chegada da menopausa traz uma diversidade de sintomas e um deles é a diminuição da lubrificação natural da vagina. Mas há outra consequência da diminuição da produção de estrogênio no corpo que pode levar à dor no sexo: o afinamento e inflamação das paredes da vagina. Isso pode causar, além de dor, até sangramento. A Sociedade Norte Americana da Menopausa indica que entre 17% e 45% das mulheres nessa fase da vida sentem dor ao fazer sexo. Se é o seu caso, use e abuse dos lubrificantes à base de água, que podem ser encontrados em qualquer farmácia. Se ainda assim a dor persistir, converse com seu médico, que poderá indicar tratamentos e exercícios.

4. Sexy toys podem ser os melhores amigos do casal com mais de 50 anos – Já pensou em levar um brinquedinho sexual para a cama? Saiba que, além de ajudar a apimentar a rotina sexual, eles ainda podem fazer um bem imenso para a qualidade das ereções. A sexóloga Pepper Schwartz, uma das autoras do livro “The Normal Bar” (ainda inédito no Brasil), resultado de uma pesquisa com 100 mil pessoas pelo mundo, explica que os anéis penianos aumentam o fluxo de sangue para o pênis, melhorando as ereções e fazendo-as mais duradouras. Por que não experimentar?

5. A sincronia sexual melhora com o tempo – Aos 20 e poucos anos, os homens estão no auge da empolgação sexual, e querem muito sexo, e o tempo todo, o que às vezes é exaustivo para as mulheres. Aos 30 e poucos anos, é a vez da libido da mulher estar no auge – justo quando os homens começam a sossegar. Parece que homens e mulheres de idades parecidas nunca vão entrar em sincronia? De acordo com o educador sexual Michael Castleman, autor do livro “Great Sex” (inédito no Brasil), é depois dos 50 anos que os casais entram em harmonia quando o assunto é sexo. Ele leva mais tempo para se excitar e os dois podem aproveitar preliminares gostosas, feitas com dedicação e sem pressa.

6. A tecnologia pode melhorar a vida sexual – E não estamos falando apenas dos brinquedinhos sexuais, que ficam cada vez mais sofisticados e tecnológicos. Estamos falando de uma prática muito comum que foi batizada, em inglês, de “sexting” – uma mistura das palavras “sex” e “texting” – enviar mensagens de texto, foto e vídeo, pelo celular, com intenções sexuais. É a versão moderna daquele telefonema apimentado no meio da tarde, sugerindo o que vai acontecer quando vocês se encontrarem depois do trabalho. Experimente trocar mensagens apimentadas durante o dia e veja o que acontece quando vocês se encontrarem.

7. O sexo é melhor para quem está com a saúde em dia – mas também melhora a saúde – Primeiro as más notícias: pressão alta, colesterol aumentado, diabetes, problemas cardíacos… nada disso faz o sexo ser melhor, muito pelo contrário. Às vezes a doença prejudica a libido e às vezes a culpa é dos remédios, que prejudicam a ereção. A boa notícia é que fazer sexo melhora a saúde! De acordo com pesquisas, fazer sexo diminui a pressão sanguínea, o risco de ataques do coração e, para os homens, pode reduzir até as chances de ter câncer de próstata. Segundo estudo da Universidade de Harvard, homens que ejaculam com frequência – pelo menos 21 vezes em um mês – têm menos chance de ter câncer de próstata do que os outros, com menos atividade sexual.

8. Para as mulheres, sexo pode aliviar dores- Se dor é um problema na sua vida cotidiana, talvez exista um remédio mais eficiente do que os que se encontra na farmácia. Sexo pode diminuir dores, como as de cabeça, nas costas e muitas outras. Estudos da Universidade Rutgers mostram que nem é necessário chegar ao orgasmo: a mera estimulação vaginal libera hormônios no organismo que reduzem as dores, como um analgésico natural.

9. Quer dormir melhor? Aposte no sexo – Toda relação sexual faz com que o organismo libere muitos hormônios no sangue. Alguns ajudam a lubrificar a vagina, outros diminuem as dores, e ainda há o que ajuda as pessoas a dormirem como bebês depois de uma boa transa. Segundo estudos da Universidade de Yale, o sexo aumenta a produção de oxitocina e diminui o cortisol, o que leva o corpo a relaxar e faz o sono ser ainda mais gostoso.

10. Quanto mais, melhor – Sabe aquele ditado, “a prática leva à perfeição”? No caso do sexo, faz todo o sentido. Quanto mais sexo você fizer, melhor vai ser a próxima relação sexual. Isso porque fazer sexo aumenta a libido, melhora a forma física, faz o sangue circular e, para as mulheres, aumenta também a lubrificação vaginal, de acordo com a ginecologista Lauren Streicher, autora do livro “Love Sex Again” (inédito no Brasil). Por isso, não abra mão do sexo na sua vida: seja com um parceiro fixo, com namorados eventuais ou mesmo pela masturbação, vale a pena encontrar um espaço para o sexo na agenda.

Fonte: http://www.msn.com/pt-br/estilo-de-vida/vivermais50/10-coisas-que-voc%C3%AA-precisa-saber-sobre-sexo-depois-dos-50/ss-BBaAHvQ#image=1

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Veja 9 vantagens de se namorar depois dos 50 anos

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Veja 9 vantagens de se namorar depois dos 50 anos

 Ninguém duvida  que é mais fácil encontrar rapazes dispostos para namorar aos 20, 30 ou 40 anos. Mas muitas coisas boas vêm com a maturidade e namorar depois dos 50 pode trazer muitos aprendizados e momentos divertidos. A colunista Moreah Vestan, do site Your Tango reuniu nove delas, com base nas próprias experiências.

 Foto: Getty Images       Com a maturidade trazida pela experiência, os relacionamentos podem ficar mais leves e divertidos.  Foto: Getty Images

 

1. Existe uma maior antecipação para o romance
Este sentimento pode durar desde o primeiro dia até o fim da relação, ainda que dure uma semana ou três meses. Mas a necessidade de se sentir especial é um desejo universal.

2. Você se sente mais viva e comprometida com a vida
Ter o que contar para as amigas e compartilhar informações sobre um primeiro encontro é uma boa forma de aumentar a interação social e, consequentemente, trazer mais entusiasmo pela vida.

3. Você irá explorar novos lugares e interesses
Moreah conta sobre um restaurante que conheceu com um de seus namorados, e sobre uma viagem para Vermont durante o outono, com outro. “Nós fomos a uma degustação de vinhos e eu ainda tenho uma garrafa como lembrança dessa viagem”, afirma. Conhecer novas pessoas também é uma forma de adquirir novos aprendizados.

4. Você irá se divertir muito
É divertido tentar coisas pouco comuns com novas pessoas. Em um novo relacionamento, as peculiaridades ainda não estão expostas, então, é possível se divertir com os hábitos e preferências de cada um.

5. Ambas as partes são maduras, então as expectativas são menores e o estresse também
Moreah explica que muitas pessoas têm necessidade ou desejo de satisfazer as expectativas dos outros. Ela conta algumas experiências pessoais mostrando que a espontaneidade é o melhor caminho para se ter sucesso em um encontro. “A escolha de deixar fluir, ao invés de ir com expectativas pré-concebidas, é uma ótima maneira de lidar com a vida”, afirma.

6. Você não se importa em engrossar os números
Uma vez que você tiver essa experiência, não vai ficar chateada em engrossar números de sites pagos de encontros. Moreah conta que é adepta da tática e manteve um relacionamento por três anos que chegou a evoluir para um nível sexual.

7. Reviver a juventude impressiona amigos e inimigos
Você vai parecer mais nova – e isso é impressionante. Jogar algo novo, praticar um novo esporte, dançar ou frequentar um  novo grupo de amigos. Tudo acaba trazendo um pouco de juventude para a vida.

8. Não há tempo para caprichos
Quando as coisas não saem como você imagina, isso não incomodará como acontecia há alguns anos. Quando alguém diz ou faz algo irritante, você tem a maturidade e sabedoria para tentar se conectar mais do que corrigir essa pessoa.

9. Você não tem que provar mais nada
É possível desfrutar da amizade ou romance enquanto ele durar, sem necessidade de se preocupar ou se desculpar sobre suas escolhas. Na maioria dos dias, você terá a autoconfiança para ficar de bem com si própria e deixar de lado os aspectos menos positivos.

Fonte:http://mulher.terra.com.br/vida-a-dois/veja-9-vantagens-de-se-namorar-depois-dos-50-anos,0725d2bb9066a310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html

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7 opções de franquias para depois da aposentadoria

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7 opções de franquias para depois da aposentadoria

A ideia de se aposentar e passar as tardes jogando xadrez nem passa pela cabeça de algumas pessoas. Com mais qualidade de vida, a aposentadoria marca o início de um novo trabalho e muitos aproveitam para se dedicar ao próprio negócio.Um levantamento da consultoria Rizzo Franchise aponta que mais de 20% dos interessados em uma franquia já estão perto dos 50 anos. Entre os setores preferidos estão educação, saúde e beleza, e decoração.

Veja abaixo 7 opções de franquias para quem está aposentado:


size_810_16_9_inFlux_English_School1. Escola de idiomas
– Marcílio Araújo, 56 anos, se aposentou da carreira de professor neste ano e revolveu investir em uma franquia da escola de idiomas inFlux English School, em Pernambuco. “Os franqueadores valorizavam bastante quem já tem uma certa experiência de vida e já conhece algumas coisas do segmento de educação”, explica. Segundo ele, pesou também o apoio da rede, independente da idade do franqueado. O investimento neste tipo de negócio gira em torno de 130 mil reais.


size_810_16_9_viaverde-600-2-jpg2. Produtos saudávei
s – O geólogo Helcio de Oliveira Castro se aposentou em 1999 e passou quase 5 anos pesquisando para abrir um negócio. “Fiz uma grande pesquisa de mercado para escolher um segmento próspero para a abertura de um negócio próprio”, conta. Ele é franqueado da rede Via Verde, no Rio de Janeiro. “As pessoas que querem continuar trabalhando, mesmo após a aposentadoria, devem buscar o tipo de negócio de acordo com o seu interesse e até mesmo estilo de vida”, diz. O investimento médio deste tipo de franquia é de 180 mil reais.


size_810_16_9_Sorridents3. Saúde –
 Luiz Antonio Machado, 59 anos, acredita que muitos profissionais deixam de ser aproveitados quando chegam aos 55. “Um profissional com 55 anos está na sua plena capacidade produtiva. Quem tem muita energia, disposição e vontade de encarar novos desafios não pode ficar em casa de pijama.”, diz.Ele resolveu aliar a formação em odontologia da filha com seu conhecimento comercial para investir em uma franquia da Sorridents. O investimento neste negócio é de 350 mil reais, em média.


size_810_16_9_RE_MAX4. Imóveis – 
Um ano depois de aposentada, a secretária Ruth Felix resolveu entrar na sociedade com um amigo da imobiliária RE/MAX. “Seria a oportunidade de ser uma empresária e trabalhar praticamente 100% só para mim”, conta. A escolha por uma franquia, segundo ela, foi pelos padrões já estabelecidos. “A franquia já vem pronta. É o adeus à solidão que tantos proclamam na terceira idade”, diz. O investimento no negócio é em torno de 130 mil reais.


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5. Internet – Quando José Wilamo Alves Pinto, 55 anos, resolveu se aposentar, em 2010, escolheu a franquia Guia-se Negócios pela Internet. “Escolhi em função do baixo investimento e a expansão da internet”, conta. A empresa, com 120 unidades, é especializada em marketing digital e pode ser instalada em casa. “Para o aposentado que quer complementar sua renda, é uma boa oportunidade, mas tem que ter muito cuidado que não é fácil trabalhar em casa”, diz. O investimento é de 22 mil reais, em média.

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6 Alimentação – O comerciante Manuel Padron Limia, 77 anos, comprou uma franquia da Empada Brasil dez anos depois de se aposentar. “Desde que seja bem planejado, organizado e faça o que gosta, o modelo se torna ideal para quem não quer deixar de trabalhar”, explica. Segundo ele, estar à frente do negócio é como terapia. O investimento médio, em um quiosque, é de 73 mil reais.

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7. Serviços – Pouco antes de se aposentar, o executivo Geraldo José Belini Amorim aproveitou uma oportunidade para continuar ativo. Ele assumiu o comando de uma franquia da AlphaGraphics. “Como eu já havia feito 60 anos e poderia me aposentar, achei interessante passar a trabalhar em um negócio da família”, conta. O investimento inicial é de 800 mil reais

FONTE: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/7-opcoes-de-franquias-para-depois-da-aposentadoria#9

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O empreendedorismo depois dos 50

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                               O empreendedorismo depois dos 50

                         Maior expectativa de vida do brasileiro favorece novos negócios

O casal Paulo e Sandra Blanco, com 57 e 53 anos,- Foto: Camilla Maia
 O casal Paulo e Sandra Blanco, com 57 e 53 anos  (foto Camilla Maia)

Quando se fala em empreendedorismo, as gerações X e Y logo são lembradas. Não é para menos. Segundo o Sebrae, 41,8% das empresas com menos de três anos e meio foram abertas por pessoas entre 25 e 44 anos, faixa etária característica desses dois grupos. No entanto, o crescimento do número de empreendimentos no país (421% entre 2007 e 2013) é acompanhado pela maior inserção de uma geração mais madura que, diferente do que muitos imaginam, não está disposta a se aposentar: são os baby boomers, que nasceram entre 1943 e 1964, na explosão populacional do pós-guerra.

Para Marco Tulio Zanini, especialista da FGV em gestão de carreiras, a expectativa de vida dos brasileiros, hoje em 74,6 anos, favorece o novo cenário.

— Quem se aposenta com 60 anos ainda tem muito a contribuir. Cumpriu o projeto que traçou quando jovem e quer partir para uma nova jornada.

Em geral, os baby boomers empreendem em áreas ligadas às atividades que exerciam antes. Muitos se tornam consultores e gestores de qualidade. Segundo Luiz Barretto, presidente do Sebrae, 36% dos empresários com idade entre 55 e 64 anos investem em negócios de alojamento, varejo, mercado imobiliário e alimentação.

É o caso de Vera Damasco, juíza estadual, que, em 2009, se aposentou depois de 30 anos de carreira.

— Abrir um restaurante foi a forma que encontrei de continuar em atividade e de contribuir com a sociedade. Eu gero empregos e movimento a economia — destaca a dona do restaurante italiano Zeffiro, na capital paulista.

Segundo Rafael Liporace, professor de marketing da ESPM Rio, para distinguir as gerações, é preciso entender o contexto em que elas surgiram e se desenvolveram:

— Pensamos que a maior vantagem dos baby boomers é a experiência, mas isso é uma questão de idade; e não, de geração. Eles têm uma cultura diferente em relação a dos outros e é isso que os define.

Para Zanini, o padrão desse grupo era ter um bom emprego, ser fiel a suas empresas e esperar recompensas, à base de muito sacrifício.

— Nossos pais enfrentaram uma vida mais difícil, com a economia enxuta do pós-guerra. Eles trabalhavam fora, e nós estudávamos e também tínhamos que ajudar a complementar a renda da família. Por isso, nós tendemos a ser mais pacientes e perseverantes. Sabemos dar um passo para trás, como estratégia para andar para frente — avalia Vera.

Essa é uma das virtudes do casal Paulo e Sandra Blanco, de 57 e 53 anos, respectivamente. Mais conhecidos como Mr. Cookie e Mrs. Muffin, nome da cafeteria que abriram, há três anos, em Vila Isabel, no Rio, eles precisaram recuar, diante de uma crise financeira. Paulo, que trabalhou 25 anos com seguros, passou a vender muffins de chocolate num ponto de ônibus do bairro. O sucesso dos doces produzidos por Sandra, com ajuda dos filhos, levou à criação da loja.

— O que nos move é um desejo de liberdade e de autonomia — revela Paulo. — Acho que o diferencial da nossa geração é o exercício de se colocar sempre no lugar do outro. E isso ajuda, principalmente, no relacionamento com o cliente, seja ele da idade que for.

Segundo Zanini, o empresário que gere bem as diferenças entre gerações tem mais chance de êxito. Uma, diz, não pode apagar as qualidades da outra.

Respeito é palavra de ordem na loja de conserto de roupas Costura Exata, na Tijuca. A costureira Rita Brito, de 55 anos, convidou a filha Isabela, que é administradora, para ajudar a gerir a empresa.

— No início, minha mãe não queria escutar algumas soluções minhas. Ela achava que a experiência dela valia mais. Com o tempo, nos acertamos. Minha mãe pode não ter o meu conhecimento acadêmico, mas ela tem um ótimo jogo de cintura que não se aprende em sala de aula — elogia Isabela.

E para quem pensa que a falta de disposição e de intimidade com tecnologia seria uma desvantagem dos empresários mais maduros, Vera, à frente do restaurante, dá o recado:

— Tenho um pique maior do que muito moleque por aí e estou sempre antenada nas novidades — gaba-se, irreverente.

De acordo com o Global Entrepreneurship Monitor, 74% dos empresários acima de 55 anos empreendem por oportunidade; e não, por necessidade.

— Esse comportamento gera empresas mais organizadas e competitivas, com mais chance de sobrevivência — pondera Luiz Barreto.

Outro dado reforça a organização desse grupo: estudo da Endeavor diz que 34% dos empreendedores formais, no Brasil, têm mais de 46 anos.

 

Fonte: http://oglobo.globo.com/economia/emprego/empreendedorismo/o-empreendedorismo-depois-dos-50-12187273#ixzz3Xc9mZmhe

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Dica Cine Coaching 20 – O Segredo

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Dica Cine Coaching 20 – O Segredo

osegredo_coachingmais50.com.br

O Segredo –  explica o conceito da “Lei da Atração” que é justamente uma explicação clara das leis físicas que circundam as nossas vidas e o universo. A “Lei da Atração” seria “o segredo” passado ao longo dos tempos e utilizado por diversos personagens que compuseram a historia da humanidade, levando-os ao êxito em suas metas. Para os especialistas de diversas áreas que contribuíram para o documentário com seus depoimentos, o individuo que segue firmemente a “Lei da atração” é capaz de conseguir qualquer coisa pois esta é algo que age diariamente sobre o individuo. Para exemplificar o filme faz referência a uma situação em que uma pessoa acorda mal humorada, logo o mau humor que esta carrega irá acarretar mais situações desagradáveis durante todo o dia, pois é isto que atraiu.

 

Aprendizado: se tivermos boas emoções, então teremos bons acontecimentos na nossa vida, e se tivermos más emoções, então teremos maus acontecimentos na nossa vida. Devemos ter um cuidado na hora de pensarmos, para não pensarmos o que não queremos e assim isso não acontecer na nossa vida. Basta uma mera mudança no temperamento para que as coisas voltem a ser boas e assim atrair mais coisas que manteriam bons acontecimentos. “Você atrai aquilo que transmite”. Defende a ideia que devemos sempre agradecer pelo que temos, e até mesmo pelo que não temos, ou seja, devemos ser gratos por tudo.

 

Melhores Frases: 1) “Você pode manifestar na sua vida aquilo que você realmente acreditar e pedir. Mas você deve perguntar ao seu eu interior e impressionar a sua mente subconsciente da maneira correta. Você sabe como fazer a pergunta do jeito certo?” e “Os 3 passos do Sucesso são: Pedir; Crer; e Receber”.

Como tornar-se um empreendedor depois dos 50

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Como tornar-se um empreendedor depois dos 50

“Ao contrário do que se pensa popularmente, empreender não é exclusividade dos jovens”, foi com essas palavras que o vice-presidente da Fundação Kauffman, Dane Stangler, abriu seu depoimento no Comitê de Envelhecimento do Senado americano. Seu discurso, chamado Em Busca do Segundo Ato: os desafios e vantagens do empreendedorismo sênior, revela não apenas como o empreendedorismo deveria ser estimulado nessa faixa etária, mas, sobretudo como essas políticas de incentivo seriam vitais para a economia dos EUA.

Empreender depois dos 50 é tendência© Foto/iStockphoto Empreender depois dos 50 é tendência

¼ de todos os novos negócios criados nos EUA foram capitaneados por empresários de 55 a 64 anos

Os números da Fundação Kauffman impressionam: em 2012, 23,4% das empresas foram abertas por empresários com idades entre 55 e 64 anos, ¼ de todos os novos negócios criados. Um aumento de 14% desde 1996. O que é mais surpreendente, no entanto, é que os maiores de 55 começaram novos negócios numa proporção maior do que qualquer outra faixa etária.

¼ dos americanos de 44 a 70 anos pensa em abrir um negócio ou uma ONG

Dados da Encore.org, organização baseada em São Francisco, que estuda o mercado de trabalho dos baby boomers revelam que ¼ dos americanos entre 44 e 70 anos estão interessados em abrir sua própria empresa ou sua própria ONG.

7% dos empreendedores no Brasil tem mais de 55 anos

No Brasil, já existem estudos apontando o empreendedorismo como opção para a crise da Previdência Social e até sugestões para incluir o incentivo ao empreendedorismo no Estatuto do Idoso. De acordo com a pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM), elaborada pelo SEBRAE em parceria com o Instituo Brasileiros de Qualidade e Produtividade (IBQP), do total de empreendedores que abriram uma empresa nos últimos três anos, cerca de 7% têm mais de 55 anos.

Empreender depois da aposentadoria é, sem dúvida, uma tendência. Mas como?

Fomos entrevistar Rubens de Almeida, engenheiro e jornalista, 55 anos, empresário, investidor e empreendedor em empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação. Mais especificamente, um especialista em finishups, expressão que ele criou para as startups dos mais de 50.

Fizemos 10 perguntas para Rubens de Almeida sobre sua experiência como empreendedor. Inspire-se.

1. Finishups…você criou essa expressão. Quer dizer o que?

A expressão finishups surgiu durante o desenvolvimento dos contatos iniciais de viabilização de investimentos de venture capital em uma empresa S.A. da qual faço parte como acionista. Estávamos conversando com fundos de investimentos e investidores independentes para constituir uma startup na área de inteligência geográfica e, de repente, percebemos a audácia do grupo de participantes iniciais, cuja faixa de idade estava entre os 50 e 72 anos! Agíamos exatamente como jovens empreendedores, animados na busca dos primeiros investimentos e em determinado momento alguém perguntou se éramos uma startup. “- Claro que somos”, respondemos. Mas, imediatamente olhamo-nos uns aos outros, caímos na risada e ao somar os muitos anos profissionais daquela sala, cunhei a expressão: “somos mais do que uma startup. Somos uma finishup!”.

2. Como você descreveria esse grupo de empreendedores de mais de 50?

Como profissionais, já havíamos passado por todas as etapas de uma carreira. Altos e baixos, acertos e erros, sucessos e desilusões. Todos de classe média, universitários, com relativa tranquilidade familiar, filhos criados ou encaminhados, mais ou menos com as mesmas expectativas de continuar trabalhando ainda que estivéssemos próximos da idade de vestir o pijama.

Alguns de nós chegamos à diretoria e até à presidência de companhias. Outros aposentados ou no final da estrada acadêmica, com títulos de professor-doutor. Uns com uma certa poupança, outros mais atrapalhados com o dinheiro após a fase de investimentos nos filhos e a inevitável queda nos rendimentos com a redução das oportunidades profissionais. “Enfim, não dava para comparar a nossa iniciativa empresarial as startups dos jovens, principalmente no mercado competitivo de TI.

3. Qual a diferença entre uma finishup e uma startup?

Finishup é um bom adjetivo para definir o que estávamos fazendo, não como oposição à força e entusiasmo dos jovens empreendedores, mas, talvez, como uma diferenciação do nosso projeto de empresa, calcado também em criatividade e boas ideias, mas, principalmente, nos relacionamentos e experiências anteriores da vida profissional de cada um.

No lugar da juventude, a experiência. Em vez de apenas entusiasmo pela inovação, a consciência de que é sempre preciso apresentar fórmulas consistentes e convincentes. Para substituir o ânimo, a velocidade e a vitalidade de superar com facilidade noites mal dormidas, a tranquilidade de pegar no telefone e sempre conhecer alguém que trabalha ou conhece aquele detalhe importante do negócio ou pode nos apresentar um dirigente de uma grande empresa ou um especialista com quem precisamos falar.

Ou seja, vejo que a ousadia de empreender em uma idade madura poderia ser uma espécie de complemento às iniciativas dos mais jovens. Talvez até, pudéssemos mesclar os diferenciais competitivos de jovens e cinquentões.

4. Empreender depois dos 50 vai ser a única alternativa para essa legião de boomers que estão se aposentando antes de se sentirem prontos para parar de trabalhar?

Acho que o problema é mais sério do que ter ou não vontade de parar. Primeiro que a lógica da aposentadoria fazia sentido para uma sociedade cuja expectativa de vida com qualidade não superava os 60 ou 65 anos. Chegamos ao novo milênio com uma população que resiste muito mais anos e começa a colocar em xeque os cálculos atuariais da aposentadoria em todos os países. Não há e não haverá recursos dentro da própria sociedade para pagar vencimentos para os mais velhos por tantos anos a fio, sem que eles também contribuam para a geração das riquezas.

5. Quando vc começou a montar sua empresa, qual era o discurso? Como foi convencer as pessoas?

Fazer o discurso de uma finishup é uma diversão. No meu caso particular, não monto apenas uma empresa ou compro uma franquia para servir café para o resto da vida, ainda que seja com aquelas maravilhosas máquinas que só existiam na Itália. Não! Monto empresas, crio tecnologias, reúno potenciais sócios e ponho-as para rodar todos os dias!

É uma diversão porque podemos brincar até com aspectos negativos, por exemplo, dizendo para os investidores que ou eles fazem o investimento logo, ou poderão perder o seu sócio e suas boas ideias simplesmente porque ele morreu! Mas é muito mais que isso. Ser um finishup é não acreditar que o fim precisa ser “pra baixo”, reduzido ao pijama, ao esquecimento de uma casa de repouso ou à cadeira de balanço. Porque não terminar a vida no auge? E os exemplos são muito bons: o jornalista Roberto Marinho fez um monte de coisas legais na vida, mas só se tornou uma lenda quando aos 60 anos criou a rede globo. Com o Steve Jobs, a retomada da Apple também aconteceu após os 50. Então, por que não pensarmos e realizar ou demonstrar o nosso legado no final da vida?

6. Como é o relacionamento com os sócios nessa fase da vida?

Os sócios são sempre um problema, como todos que os têm, sabem. Mas você pode usar sua experiência e sabedoria da idade mais avançada até para definir melhor os limites dessas interpenetrações de interesses que uma empresa exige. Não é porque temos uma afinidade intelectual que precisamos pensar que somos os melhores amigos e que as famílias precisam conviver.

Acho que essa objetividade nas relações para ganhar dinheiro junto a partir da conjugação de esforços e habilidades, sem nenhum compromisso de convivência obrigatória até ajuda na formulação dos negócios. É claro que as pessoas se aproximam e precisam avaliar corretamente se há, de fato, uma proximidade de valores e expectativas entre elas, mas isso é o que faz o sucesso ou o insucesso de qualquer negócio, em qualquer idade.

7. E o discurso para os investidores, como se cria essa estratégia de vender uma finishup?

Para os investidores, ainda é uma novidade e se percebe um certo estranhamento. Por que esses caras continuam com ânimo para falar em inovação, com toda essa experiência que eles tem? É claro que deve gerar algum tipo de dúvida, mas que logo passa quando passamos a agir como jovens empreendedores que realmente acreditam em suas ideias.

Mas faltam algumas práticas importantes nos processos de decisão de investimentos. Por exemplo, ao fazer investimentos em uma empresa cuja mola-mestra são pessoas mais velhas, há que se pensar, por exemplo, na continuidade do negócio, nas exigências na reprodução do conhecimento, na formação de novas lideranças que venham a substituir os fundadores e até na questão da sucessão familiar, que é sempre um ‘pepino’. Ou seja, são questões importantes que atrapalham muitas empresas após algumas décadas de história e que não cabem em uma startup de jovens, mais do que motivada por uma vida inteira pela frente.

Então, o que parece ser uma desvantagem, passa a ser um diferencial. Ou seja, é importante contextualizar e mostrar para os possíveis investidores que você está consciente dos riscos e que seu plano de negócio prevê todas as necessidades, inclusive processos criativos de modelar a sucessão familiar, caso ocorra uma tragédia.

8. Você acha que simplesmente por termos sido durante toda vida empresários de nós mesmos e gestores da nossa trajetória profissional, estamos naturalmente prontos para empreender? O que falta?

Uma coisa que perdemos ao longo de uma carreira profissional são as ilusões de que somos os melhores, que somos imprescindíveis e essenciais em qualquer situação. A vida nos ensinou que as oportunidades vêm e vão, que o sucesso pode ser passageiro e que não ha desgraça que dure para sempre. Sabemos que nada acontece se não nos mexermos e que não basta ter boas ideias e sermos brilhantes, se não as pusermos em prática.

Mas nem todos estão prontos para empreender. Se você foi aquele funcionário-padrão, que sempre seguiu as regras, nunca lutou por mais espaço, teve medo de colocar suas ideias para não perder a posição, talvez tenha mais dificuldade de sair por aí e tentar fazer novos negócios. Acredito que há pessoas que simplesmente não conseguem sair do lugar.

Mas não é porque você é jovem que vai ter uma atitude de empreendedor. Vejo muita gente fazendo concurso público em busca da eterna estabilidade (que é ilusória e cada vez menos provável). Alguns até terão bons salários, mas será que realizarão algo verdadeiramente seu na vida? Deixarão algum legado? Alcançarão a felicidade repetindo tarefas como autômatos?

Claro, há sempre a aposentadoria sedutora na cabeça daqueles que não gostam do trabalho que fazem. Mas quem é empreendedor não consegue esperar essa felicidade de fazer nada.

9. Qual é o erro mais provável na hora de montar uma finishup? Aquele erro que todo mundo comete e que poderia ser evitado?

Acho que o maior erro ao montar uma empresa é não fazer uma boa avaliação do mercado e do porque a sua iniciativa pode ser diferente e alavancar clientes. Ou seja, o importante é entender o seu próprio diferencial, o que você acrescenta aos negócios e que ninguém pode tirar de você.

Outro ponto importante diz respeito a olhar o mercado e perceber, primeiro se não há gente oferecendo exatamente o que você pretendia fazer e, segundo, se o mercado consegue entender o que você está oferecendo. Eu mesmo já tive a oportunidade de tentar negócios que só depois de muitos anos o mercado passou a assimilar. É comum – entre as pessoas animadas com a suas próprias idéias – achar que todos vão compreender ou estão precisando o que você está oferecendo.

10. Quais os conselhos que você daria para quem quiser se lançar num projeto desses?

O principal conselho é não apenas estruturar as suas boas ideias, mas fazer contas, montar uma planilha onde você possa comparar o quanto de tempo está investindo em um negócio e verificar se há margens suficientes para ele remunerar você. Geralmente é uma conta simples, mas as pessoas que estão animadas em fazer um novo negócio simplesmente não se lembram de fazer o cálculo de quanto vão ganhar, em cima do que vão gastar para trabalhar. Nessa conta, tem que calcular o preço do seu tempo, quanto custa a sua hora de trabalho. E considerá-lo como um dos custos do serviço ou do produto que você está colocando no mercado. Se você mirar apenas no lucro da operação, vai esquecer que você teve que trabalhar de graça para ganhar aquele lucro.

11. Voltando ao início…você acha que as finishups são tendência? E se são, vão conseguir ultrapassar essa barreira que é a ideia de ‘velhos aposentados’ que temos tão arraigada em nós?

Ser velho não é ruim. Ainda mais agora que a qualidade de vida pode ser boa, em função dos avanços médicos e da consciência da saúde integral. É claro que doem as costas, os joelhos não são mais ‘aquela brastemp’ e por vezes você esquece aquele maldito nome. Mas isso também pode ser divertido. Costumo falar em reuniões para que os jovens tenham paciência com o “velhinho”. Tenho consciência das minhas limitações, mas torno-as engraçadas. E elas não são piores do que a insegurança ou a falta de articulação de outra pessoa presente. E tenho certeza que na hora da animação de uma nova ideia ou ação, eles esquecem a idade que eu tenho e me consideram do mesmo time em termos de criatividade e vontade de resolver os problemas.

Os finishups são uma tendência, até porque não há saída. Com a longevidade, teremos que permanecer úteis e fazendo a roda girar depois da época da aposentadoria. Se o mercado de investimentos vai acreditar nos “velhinhos”? A resposta é o mesmo “depende” que seria apresentado aos jovens: bons planos de negócio, apresentados de forma competente, com números consistentes e muita animação sempre serão a fórmula de conquistar parceiros para suas iniciativas. Basta acreditar.

FONTE: Rubens de Almeida é engenheiro, jornalista, empresário e sócio de uma… Finishup – http://www.msn.com/pt-br/estilo-de-vida/vivermais50/%E2%80%8Bcomo-tornar-se-um-empreendedor-depois-dos-50/ar-AA7AwU7

Category: Trabalho +50

Dica Cine Coaching 19 – Corajosos

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Dica Cine Coaching 19 – Corajosos

corajosos.coachingmais50.com.brCorajosos  – Conta a história de cinco homens que são pais e que decidiram mudar as suas vidas. Quatro deles são experientes policiais que lutam pela ordem da cidade, mas como pais,eles não estavam exercendo o papel devido, e quando eles começam a passar por algumas dificuldades familiares como a perda de uma filha e o desemprego, eles fazem um compromisso de honrar a Deus através do cuidado com suas esposas e filhos, dando prioridade à família e os ensinando a palavra de Deus. Eles assinam um documento, que foi criado por um deles, junto às suas famílias e na presença do seu pastor, que os desafiam a mudar radicalmente suas vidas e então procuram colocar em prática todos aqueles princípios registrados no documento. Final emocionante quando os quatro homens corajosos dão o seu testemunho na igreja e desafiam os que os ouviam a tomar a mesma decisão que eles.

Aprendizado: O filme nos faz refletir e nos auto questionar: o que eu estou fazendo com os meus filhos? Que atenção estou lhes dando? O que estou lhes ensinando? Qual marca euestou imprimindo na minha geração futura? Questões assim fazem com que nos preocupemos com o futuro dos nossos filhos e se a mensagem de Deus está sendo repassado por nós (pais) àqueles que dependem de nós (filhos), retratando de forma clara como deve ser a conduta de um pai e a importância da família viver em comunhão com Deus. Há ainda um dos homens que apesar de ter feito o juramento e assinar o documento, estava vivendo uma incoerência em relação a ética profissional e vivendo uma hipocrisia em relação ao juramento que havia feito e, quando foi confrontado com a verdade, foi parar na prisão pois estava desviando parte da droga apreendida para lucro próprio demonstrando aqueles que erram devem pagar pelos seus erros.

Melhores Frases: 1) “Eu não sinto que comecei bem. Eu quero terminar bem”; 2) “Quando você se casar, ter filhos. Você vai descobrir bem rápido quanto você não sabe.” E 3)“Então,onde está você, homens de coragem? Eu acredito que cada pai deve intensificar-se e atender o chamado e dizer “EU VOU!“”

Para baixar ou assistir on line gratuito basta clicar no link a seguir:http://www.filmesonlinegratis.net/assistir-corajosos-dublado-online.html

A Idade e a Mudança

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                                                       A IDADE E A MUDANÇA  (autoria desconhecida)

Mês passado participei de um evento sobre o Dia da Mulher.

Era um bate-papo com uma platéia composta de umas 250 mulheres de todas as raças, credos e idades.

E por falar em idade, lá pelas tantas, fui questionada sobre a minha e, como não me envergonho dela, respondi. Foi um momento inesquecível…

A platéia inteira fez um ‘oooohh’ de descrédito. Aí fiquei pensando: ‘pô, estou neste auditório há quase uma hora exibindo minha inteligência, e a única coisa que provocou uma reação calorosa da mulherada foi o fato de eu não aparentar a idade que tenho? Onde é que nós estamos?’

Onde não sei, mas estamos correndo atrás de algo caquético chamado ‘juventude eterna’. Estão todos em busca da reversão do tempo.

Acho ótimo, porque decrepitude também não é meu sonho de consumo, mas cirurgias estéticas não dão conta desse assunto sozinhas. Há um outro truque que faz com que continuemos a ser chamadas de senhoritas mesmo em idade avançada.

A fonte da juventude chama-se “mudança”.

De fato, quem é escravo da repetição está condenado a virar cadáver antes da hora.

A única maneira de ser idoso sem envelhecer é não se opor a novos comportamentos, é ter disposição para guinadas. Eu pretendo morrer jovem aos 120 anos.

Mudança, o que vem a ser tal coisa?

Minha mãe recentemente mudou do apartamento enorme em que morou a vida toda para um bem menorzinho. Teve que vender e doar mais da metade dos móveis e tranqueiras, que havia guardado e, mesmo tendo feito isso com certa dor, ao conquistar uma vida mais compacta e simplificada.  Rejuvenesceu.

Uma amiga casada há 38 anos cansou das galinhagens do marido e o mandou passear, sem temer ficar sozinha aos 65 anos. Rejuvenesceu.

Uma outra cansou da pauleira urbana e trocou um baita emprego por um não tão bom, só que em Florianópolis, onde ela vai à praia sempre que tem sol. Rejuvenesceu.

Toda mudança cobra um alto preço emocional.

Antes de se tomar uma decisão difícil, e durante a tomada, chora-se muito, os questionamentos são inúmeros, a vida se desestabiliza. Mas então chega o depois, a coisa feita, e aí a recompensa fica escancarada na face.

Mudanças fazem milagres por nossos olhos, e é no olhar que se percebe a tal juventude eterna.

Um olhar opaco pode ser puxado e repuxado por um cirurgião a ponto de as rugas sumirem, só que continuará opaco porque não existe plástica que resgate seu brilho.

Quem dá brilho ao olhar é a vida que a gente optou por levar.

Olhe-se no espelho…

Obs. Em vários blogs este texto aparece como sendo de autoria da escritora Lia Luft, porém a mesma nega a autoridade em: http://dilurdis.blogspot.com.br/2010/01/lia-luft-nao-e-autora-de-idade-e.html