Monthly Archives: maio 2015

Skatista idoso roda as ruas de Porto Alegre com suas muletas

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Skatista idoso roda as ruas de Porto Alegre com suas muletas

Nem um sério acidente afastou Sérgio Marreta do skate. Conhecido nas pistas da capital, ele supera a dor e dá exemplo para a gurizada

Skatista idoso roda as ruas de Porto Alegre com suas muletas Caco Konzen/Especial

Foto: Caco Konzen / Especial

 

Em 1974, Bob Dylan dizia: “May you stay forever young” (Que você se mantenha eternamente jovem). Foi uma das lições que Sergio Nicola Brum aprendeu e faz ecoar todos os sábados nas caixas de som que liga ao lado da pista de skate do Parque Marinha do Brasil, em Porto Alegre. Prestes a completar 60 anos, Marreta, como é conhecido, é destaque entre os skatistas da Capital. Há 40 anos, ele roda a cidade em cima da sua prancha sobre rodas. Viu o Marinha nascer e só não participou do lançamento da pista do parque porque, na noite que antecedeu o evento, inaugurou clandestinamente o lugar com alguns amigos. Caiu, bateu a cabeça e passou o dia seguinte no hospital em observação.

Ele divide sua semana entre o escritório em que atua como projetista de circuitos eletrônicos e as pistas espalhadas pela cidade. E sua rotina inclui dores que poucos aguentariam. Em 2007, praticava downhill e descia a mais de 130km/h uma ladeira em Teutônia, no interior do Estado. Quase na linha de chegada, deu de cara com um carro estacionado. Não teve como evitar a colisão. Quebrou braços, pernas, costelas e uma vértebra. O médico disse que ele tinha 5% de chances de, um dia, voltar a se manter em pé sozinho novamente:

– Depois de meses em casa, sob os cuidados da minha mulher, pedi aos filhos que me colocassem em cima do skate. Chamei o exercício de skaterapia e aqui estou, de pé de novo. O corpo não funciona mais como antes, é verdade, as mãos estão mais enrijecidas, mas continuo ativo para que as dificuldades físicas não sejam um empecilho.

Viver com dor não é normal na terceira idade, embora muitas pessoas associem à idade ao declínio da saúde. As deformidades ósseas são consideradas naturais pelos médicos com o passar dos anos, uma pessoa pode passar por isso, em função da idade, sem, necessariamente sofrer com dores. O que Marreta vive é o extremo e, ainda assim, não é motivo suficiente para se encarar como idoso.

– Descobri o esporte tarde, só aos 19 anos. Foi assim, então, que entrando na idade adulta me descobri criança de novo e encontrei os melhores amigos da minha vida. A fórmula da felicidade e da juventude está na emoção de continuar sentindo a vida como uma criança.

Não há um dia sequer em que não pegue seu skate, suas muletas e percorra alguns quilômetros pela cidade. Nas pistas, ninguém o chama de “tio” ou qualquer desses substantivos. Os mais jovens o tratam como Marreta. Todos são iguais. A idade não determina que alguém tenha privilégios ou espaços determinados.

Quem imagina que Marreta, por ser skatista, seja um “idoso moderninho” se espanta por ele manter a rotina e os costumes bem comuns. Casado há 39 anos, fez até curso de noivos na igreja:

– Sou um “sexyagenário”. O skate me mantém jovem e eu me mantenho bem para aproveitar a vida com a Nina Rosa, uma flor que me conquistou para a vida toda.

FONTE:http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/vida/melhor-idade/noticia/2015/02/skatista-idoso-roda-as-ruas-de-porto-alegre-com-suas-muletas-4708828.html

Aprender uma segunda língua, mesmo na idade adulta, pode beneficiar o cérebro

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Aprender uma segunda língua, mesmo na idade adulta, pode beneficiar o cérebro

Segundo pesquisadores, ser bilíngue exerce um efeito positivo sobre a capacidade cognitiva que dura até a velhice.

Casal de idosos: análise do genoma pode revelar o segredo da longevidade
Estudos anteriores já relacionaram o fato de ser bilíngue com melhoras cognitivas e redução da demência em idosos(Thinkstock/VEJA)

Um novo estudo mostra que ser bilíngue exerce um efeito positivo sobre a capacidade cognitiva que dura até a velhice. A pesquisa, publicada no periódico Annals of Neurology, revelou que pessoas fluentes em dois ou mais idiomas – mesmo que tenham aprendido a segunda língua já na idade adulta – apresentam menor declínio cognitivo com o passar dos anos.

Estudos anteriores já haviam relacionado o domínio de dois ou mais idiomas com bom desempenho cognitivo e menor risco de demência em idosos, mas um grande obstáculo enfrentado por esse tipo de pesquisa era determinar se as pessoas melhoram suas funções cognitivas ao aprender novos idiomas ou se na verdade aqueles com melhores funções cognitivas é que têm mais chances de se tornarem bilíngues. “Nosso estudo foi o primeiro a examinar se aprender uma segunda língua impacta no desempenho cognitivo futuro levando em consideração a inteligência da pessoa durante a infância”, afirma Thomas Bak, pesquisador da Universidade de Edimburgo, na Escócia, e principal autor do estudo.

 

Na pesquisa atual, os cientistas utilizaram dados de 835 falantes nativos de inglês que nasceram e viviam na região de Edimburgo. Os participantes realizaram testes de inteligência em 1947, aos 11 anos de idade, e novamente por volta dos 70 anos, entre 2008 e 2010. Dentre as pessoas estudadas, 260 afirmaram serem capazes de se comunicar em pelo menos uma outra língua além do inglês. Dessas, 195 aprenderam a segunda língua antes dos 18 anos de idade, e 65 depois.

Os resultados indicam que aqueles que falam duas ou mais línguas apresentaram habilidades cognitivas acima da média. Os efeitos foram mais intensos na inteligência geral e na capacidade de leitura e foram observados tanto em quem adquiriu a habilidade de falar o segundo idioma cedo quanto mais tarde na vida. “Milhões de pessoas no mundo aprendem uma segunda língua mais tarde na vida. Nosso estudo mostra que ser bilíngue, mesmo que isso só aconteça na vida adulta, pode trazer benefícios para o cérebro”, afirma Bak.

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/aprender-uma-segunda-lingua-mesmo-na-idade-adulta-pode-beneficiar-o-cerebro/

Category: Saúde+50

Envelhece Bem – Mercado de Trabalho e Relacionamentos

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Envelhece Bem – Mercado de Trabalho e Relacionamentos

Envelhecer Bem2_coachingmais50.com.br

 

FONTE:http://www.istoe.com.br/reportagens/139317_ENVELHECER+BEM

Envelhecer Bem – Saúde e Bem Estar

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  Envelhecer Bem – Saúde e Bem Estar

Envelhecer Bem1_coachingmais50.com.br

FONTE:http://www.istoe.com.br/reportagens/139317_ENVELHECER+BEM

Noite de Autógrafos em SP – “50 Coisas Antes Dos 50” – Vera Lorenzo

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Noite de Autógrafos em SP – “50 Coisas Antes Dos 50”- Vera Lorenzo

noite de autografosConfirmadíssima a noite de autógrafos do livro “50 Coisas Antes Dos 50” no dia 29 de Maio a partir de 19h no Restaurante 365 Novotel do Center Norte – São Paulo.
Endereço: Avenida Zaki Narchi 500
Conto com a presença de todos. Levem os amigos, compartilhem a informação e venham receber meu carinho no dia 29.

Seu site de Coach e Palestrante está no ar.- www.veralorenzo.com

 

Dica Cine Coaching 28 – Adorável Professor (Mr. Holland)

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Dica Cine Coaching 28 – Adorável Professor (Mr. Holland)

aorável professorO adorável professor é um filme de drama  biográfico  e foi realizado por Stephen, em 1995, que conta a história de Glenn Holland (Richard Dreyfuss), um professor de música que dá aulas com os alunos com a obra-prima de “Opus”. Holland decide começar a lecionar para ter mais dinheiro e assim se dedicar a compôr uma sinfonia. Inicialmente ele sente grande dificuldade em fazer com que seus alunos se interessem pela música pois tentava transmitir conhecimento musical,, porém percebeu que não conseguia se fazer entender pelos discentes. Então, mudou  a metodologia de ensino, fazendo com que aprendessem a partir de seus gostos musicais, no qual muitos deles responderam que era Rock and Roll, despertando o interesse nos alunos sobre a disciplina, mas em seguida foi banido pelo seu superior, por rock não ser uma influencia boa, mas ganha a incumbência de montar uma banda com seus alunos.

Com a descoberta da gravidez de sua esposa, ele foca todo o seu tempo a ensinar música e assim seu tempo de trabalho dobra. Seu filho  recém nascido. possui uma deficiência,  tinha apenas 10% da sua audição, e ao descobrir a doença, o professor se mostra bastante decepcionado  ao pensar que o menino não poderia seguir os seus passos.. Até o momento em que Mr. Holland percebe que o mesmo índice positivo que possui com seus alunos na escola, poderia obter em casa, com seu filho. Mas para poder financiar os estudos especiais e o tratamento do filho, ele se envolve cada vez mais com a escola e seus alunos, deixando de lado seu sonho de tornar-se um grande compositor. Passados trinta anos lecionando no mesmo colégio, Glenn é afastado da escola por uma medida de contenção de gastos que retira a disciplina de música do currículo escolar. Antes de se retirar, recebe uma homenagem de seus discentes, onde foi recepcionado no auditório da escola, por todos seus alunos, ex-alunos, colegas de trabalhos e amigos, com uma grande homenagem, na qual lhe concedeu, além do titulo de um grande profissional, um grande e inesquecível presente de gratidão, de todos, que foi “A primeira sinfonia Americana de Glenn Holland”

Aprendizado: A atuação do professor faz com que os estudantes se coloquem uns no lugar dos outros. O professor faz perguntas, provoca os alunos perguntando por que ocupam aquele espaço, qual o papel de cada um dentro do grupo. Holland descobriu que todos os alunos têm habilidades e que como professor deve usar vários métodos de ensino para desenvolver os talentos de seus alunos.  E com sua dedicação Holland fez grande diferença na vida de cada aluno que passou em sua sala de aula, com seus anos de experiência adquiriu métodos diferentes de ensino, percebendo que cada aluno aprende de uma maneira diferente. O professor também notou que os alunos sendo motivados aprendem  buscam entender o que está sendo estudado, gostam das aulas, perguntam, trazem ideias.

O filme evidencia a importância dos professores na vida de seus alunos , pois ser professor não se constitui em uma simples tarefa de transmitir conhecimento, vai além e consiste em despertar no aluno  seus dons, valores e sentimentos, como o amor ao próximo e o respeito, entre outros. A influência dos educadores na vida pessoal dos alunos pode ser forte e gerar frutos permanentes. É imprescindível a existência da afetividade na relação professor aluno para que efetivamente haja aprendizagem satisfatória e uma relação de confiança.

As quatro etapas da mudança que contribuem com o crescimento pessoal!

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As quatro etapas da mudança que contribuem com o crescimento pessoal!

Johann Strerath – Palestrante e Neuropsicanalista Funcional -30 de abril de 2015

4 Etapas da Mudança

Quando um habito, um problema, uma conduta, um comportamento, ou uma atitude foi aprendida na tenra idade, e logo repetida por um período de tempo muito extenso, como era o caso do meu hábito de fumar, o cérebro fixa essa experiencia como uma imagem de alto conteúdo emocional que se torna importante para a vida do indivíduo, o que dificulta cada vez mais a desmistificação e a dissipação da carga emocional por trás da experiencia.

Fumei por mais de trinta anos, sendo que o primeiro cigarro que coloquei na minha boca foi quando tinha oito anos de idade, e em duas ocasiões larguei do vicio por períodos de três anos. Porém, por influências externas e principalmente pela minha ansiedade, acabava voltando a fumar. Os meus amigos e familiares sempre me falavam dos prejuízos do cigarro, e ainda sabendo do mal que fazia no corpo, para mim era uma missão impossível. Depois dos 40 anos, desejava muito mudar meus hábitos de saúde e deixar o vício para trás, porém quando tentava larga-lo aos poucos, a minha ansiedade se fazia maior e terminava fumando ainda mais. Lembro de acordar logo cedo de manhã e a primeira coisa a fazer era acender um cigarro. Qualquer coisa que causava ansiedade era motivo para fumar. O tempo passava e cada vez mais me fazia a ideia de que nunca seria capaz de deixa-lo para trás. E cada vez que dizia para mim que não conseguiria para de fumar, dava ao meu cérebro o comando de que de fato o cigarro fazia parte da minha vida. Na verdade, tinha programado meu próprio cérebro para se habituar ao consumo do cigarro, e dessa forma mascarar os verdadeiros conflitos que me acometiam.

 O meu problema se encontrava precisamente na falta de entendimento como um todo, da causa da minha ansiedade e sua relação com a vontade de fumar, assim como o impacto orgânico que o conflito emocional produzia no meu corpo. Na realidade, o cigarro era a forma de mascarar o meu conflito emocional afetivo que durante toda uma longa trajetória de vida estivera envolvida com o sentimento de necessidade de aceitação de meu pai e um profundo sentimento de vazio por conta do falecimento da minha mãe quando eu tinha três anos de idade.   A pesar de ter passado por um longo período de terapia psicanalítica, ainda continuava fumando, e no ano passado quando a minha respiração começou a se ver seriamente comprometida, por conta de fortes dores no peito, falta de ar, e muitas dores de cabeça, foi nesse momento que tive que fazer as minhas escolhas, tomar uma decisão, ir para a ação de largar o hábito de vez. Encontrei uma metodologia chamada Neurometria Funcional que me ajudou a entender o impacto que a ansiedade e o cigarro estavam fazendo com meu organismo, e a partir do momento em que meu cérebro fez uma ligação entre a causa do problema emocional e o problema físico, me foi possível resinificar o paradigma da dependência química do fumo, conseguindo como resultado largar o vício de vez.

A razão pela qual conto esta parte da minha experiencia de vida, é porque para mudar os meus paradigmas com relação a este hábito, tive que passar por um processo de reprogramação mental e fisiológica que compreendeu 4 etapas.

  1. Observar o problema. O processo de mudança pessoal e professional, começa pela observação do que está atualmente acontecendo. É importante observar o que um determinado comportamento ou atitude está originando no próprio ser, assim como no entorno ao redor de indivíduo. Uma atitude negativa de agressividade no ambiente de trabalho, por exemplo, pode estar relacionada com um conflito emocional interno que o sujeito ainda precisa resolver consigo mesmo, porém, seu comportamento pode estar prejudicando a produtividade de uma equipe.
  2. Analisar a Causa. Uma vez que o comportamento ou atitude é identificado, é imprescindível procurar entender a causa pela qual esse comportamento é repetido pelo sujeito. Mudar simplesmente um comportamento que ocasiona mal estar ou sofrimento não é suficiente para resolvê-lo. É preciso sempre entende-lo. Na grande maioria dos casos, é imprescindível também a ajuda professional, seja através da terapia psicanalítica, ou psicológica.
  3. Conscientizar o Impacto e Custo. É muito importante que o sujeito que procura uma mudança também tome responsabilidade pelo impacto que uma determinada atitude pode ter ocasionado ou estar ocasionando. Não se trata de assumir culpas nem castigos, e sim entender que atitudes e comportamentos originam impactos negativos que prejudicam a evolução e o amadurecimento tanto pessoal como professional.
  4. Resinificar o problema. Resinificar uma atitude ou comportamento que causou algum tipo de prejuízo ou perda no passado, não significa necessariamente mudar, e sim transformar em algo positivo. Às vezes, resinificar um comportamento significa se perdoar a si mesmo, sem esquecer que o passado traz aprendizados que podem ser compartilhados com outras pessoas. Resinificar um paradigma significa ter liberdade para pensar e repensar em novos paradigmas, ou novas oportunidades mais eficientes, e colaboradoras. 

Aprendi que para passar pela mudança é necessário ter consciência da necessidade de um processo que por vezes toma tempo, porém, é imprescindível passar por cada etapa para que de fato possa se dar a mudança que se deseja sem correr o risco de que paradigma anterior volte a se repetir.

Vejo que o grande e maior benefício de seguir estas 4 etapas, é alcançar a libertação de algo que num passado era uma carga pesada. Outro benefício presente no processo de mudança de atitudes e comportamentos é a ganhar riqueza inestimável em sabedoria. Só quem se atreve a mudar seus paradigmas têm histórias para contar!

Então, Porque mudar? Porque mudar abre novos caminhos! Mudar abre novas oportunidades! Mudar é bom!

O que você deseja mudar?

Se deseja conhecer mais detalhes sobre meu trabalho, visite meu site: www.neuropsicanalisefuncional.org

 

Mudar para viver ou vice-versa?

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Mudar para viver ou vice-versa?

Carlos Verissimo

 “Nada existe em caráter permanente, a não ser a mudança”, Heráclito, 500 a.C.

Não paira no ar nenhuma dúvida: estamos todos atravessando um tempo de muitas mudanças.

Mudar já sabemos: é alterar, deslocar, mover. Estes conceitos já estão incorporados em nossas vidas. Mas o que temos que saber na realidade dos tempos atuais, é que a mudança nunca foi tão acelerada como agora. Vivemos em um momento no qual somos pessoas do “século passado”, soa estranho, mas é a realidade. Nunca se viu tamanhas transformações pelo mundo afora.

Se focarmos a mudança como algo isolado, veremos que ela é o elemento mais importante do gerenciamento de sucesso. Para que a empresa possa ter competitividade em mercados cada vez mais agressivos, precisa estar aberta ao novo.

Mas, mudar para que? Será que vale a pena?

Há um ditado popular que diz: “quando tudo mais dá errado, chame o mestre”.

Hoje, com a velocidade supersônica, ou melhor, intergaláctica da mudança, nem sempre teremos tempo para chamar e muito menos esperar o mestre. Logo, temos que buscar alternativas e nos qualificar para sermos o próprio mestre de nós mesmos. Este posicionamento refletirá de forma automática na empresa.

Somos seres destinados ao progresso constante! Trazemos a característica de buscar sempre direcionamentos a serem mudados. Conforme a individualidade de cada um, estes caminharão mais celeremente, aqueles estarão em compasso de espera e outros nem sequer têm noção do que está acontecendo, o que é lamentável. Não há como ficar inerte à mudança, mais cedo ou mais tarde todos deverão se adaptar ou estacionar, assumindo as duras consequências do não mudar.

Como empreendedores temos que compreender e trabalhar decididamente pelo gerenciamento das mudanças. Assim agindo, estaremos aflorando habilidades de destaque na administração moderna. Se não nos adaptarmos ao presente em constante mudança não teremos o essencial para garantir o sucesso no futuro, a partir do que fazemos do melhor momento de nossas vidas: o agora.

Mas, por que tanta resistência à mudança?

É sabido que a mudança afeta consideravelmente vários aspectos da vida, não há como não ver o fato, a realidade está a nossa frente. O que fazer então? Sugiro que se aborde a mudança com espírito aberto e muita, mas muita vontade mesmo de aprender. O sucesso empresarial do passado era garantia de sucesso, mas hoje os tempos são outros: o aprendizado contínuo é o caminho para a sobrevivência futura, tanto de nossa carreira profissional como da empresa. Então, sejamos receptivos às novidades, encarando-as de frente com determinação e otimismo.

Você já se pegou resistindo a mudar? Se sua resposta foi afirmativa, cuidado descubra o real motivo. Não deixe o tempo passar, ele é muito precioso para que não o aproveitemos.

Como seres humanos, somos levados a conviver com as mudanças durante toda a vida: passamos por transformações que vão da infância à adolescência, da fase adulta ao envelhecer com dignidade. Como empreendedores, atuando nas empresas, também evoluímos, com grandes mudanças em vários níveis.

Se desejares obter maior satisfação pessoal e empresarial, que tal aprimorar sua capacidade de mudar?

Pense nisso, e mudarás!

Carlos Veríssimo- Administrador de Empresas, palestrante, empresário, consultor, autor, instrutor de treinamentos, tutor de EaD e Diretor da Verissimo Associados. Profissional atuando há anos na Gestão Empresarial de pequenos negócios no Brasil. Diretor da Verissimo Associados. É palestrante, autor, articulista, consultor, conteudista, instrutor do IDEBRASIL, instrutor-líder do Programa EMPRETEC da parceria SEBRAE/ONU, tutor de Ensino à Distância. Consultor especialista em Gestão Empresarial de micro e pequenas empresas. Como palestrante atua de forma interativa com a plateia desenvolvendo temas gerenciais, comportamentais e tecnológicos. Com estilo próprio, rico em analogias, histórias e experiências pessoais, consegue cativar e informar ao mesmo tempo. Experiência ampla na aplicação de jogos empresariais, dinâmicas de grupo, técnicas de aprendizado para adultos e desenvolvimento e gestão de pessoas. Tem por missão pessoal – ‘gerar resultados com significado pessoal’. Define-se como um Eterno Aprendiz

 

Envelhecer bem (parte 4)

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Envelhecer bem (parte 4)

Lúcia Inês Macedo de Souza, 46 anos, segue a trilha de Lígia. Sua paixão pela corrida aconteceu ao acaso, quando ela já tinha mais de 30. “Queria prestar um concurso da Polícia Federal e tinha uma prova de aptidão física. Fiquei preocupada porque não tinha esse preparo”, diz. O concurso foi abandonado. O esporte, no entanto, tomou conta da sua vida assim que ela fez a primeira prova de rua. “A corrida me dá uma sensação de poder, sinto que tenho mais resistência e disciplina”, afirma Lúcia, que engatou alguns namoros por causa dos treinos. “Quero correr até quando for possível. Admiro as senhoras de mais de 70 anos do meu grupo.”

Lucia de Souza

A pesquisadora Lúcia de Souza, 46 anos, pretende envelhecer na pista. “Admiro as senhoras de mais de 70 do meu grupo de corrida”

Até quem já está no time dos que convivem com doenças crônicas pode, e deve, ter uma vida saudável. O cantor sertanejo Sérgio Reis, 70 anos, já sofreu um acidente vascular cerebral (AVC), é diabético e fez uma angioplastia recentemente. Não se resignou. Além de tomar todos os seus remédios religiosamente e fazer check-up a cada seis meses, se mantém na ativa, fazendo o que mais gosta, cantar. São 16 shows por mês. Para descansar, o artista passa uns dias em um spa ao lado da mulher, Ângela Márcia, com quem se casou aos 66 anos. Seus outros elixires da juventude são o bom humor – “tristeza não entra no meu coração” – e o sexo. “Não posso tomar estimulantes sexuais porque sou cardíaco, então optei por uma bomba peniana”, revela. “Foram os US$ 10 mil mais bem gastos na minha vida, funciona que é uma beleza!”

Sergio Reis

NA ESTRADA
O cantor Sérgio Reis, 70 anos: 16 shows por mês,bom humor e tecnologia a serviço do sexo

A revolução sexual da nova terceira idade, proporcionada pelo avanço da medicina e pela maior capacidade física dessa faixa etária, permitiu que os relacionamentos florescessem entre os sessentões e setentões. Eleita a mais bela idosa de São Paulo em 2011, a ex-segurança Maria Conceição Liberato, 68 anos, colhe hoje os frutos de um amor iniciado em 2008 nos bailes dominicais do clube Elite Itaquerense, em Itaquera, zona leste de São Paulo. Aos 65, ela conheceu José Ademir, 14 anos mais jovem. “Foi amor à primeira vista”, derrete-se Conceição. Um ano depois, a atual aposentada realizaria o maior sonho de sua vida, casar de papel passado. “Ficar sozinha é muito triste. Já estava separada havia sete anos quando conheci o Ademir. Hoje ao lado dele me sinto mais realizada do que nunca”, conta.

A maior longevidade das próximas gerações trará grandes desafios no que diz respeito ao amor. Segundo o observador de tendências Adjiedj Bakas, um surinamês que mora na Holanda, o cenário futuro é de muito mais experimentação e, em decorrência disso, mais divórcios e novos casamentos, que serão cada vez mais curtos. Apesar da quantidade de encontros, com uma forcinha extra da internet e das novas tecnologias, a solidão será um tema de peso nas próximas décadas. “Acredito que as pessoas se casarão assinando contratos por tempo limitado, de dez anos, por exemplo, como carteira de motorista e passaporte”, diz Bakas. “Só renovarão se estiverem satisfeitos com a relação, do contrário, se separarão automaticamente.

Lígia, 69 anos, a dona do spa, teve dois casamentos e hoje, pela primeira vez, sente-se livre para namorar um rapaz mais novo. O consultor Saulo Lerner, 62, está casado pela segunda vez e forma o que os especialistas chamam de família mosaico – juntou os filhos do primeiro casamento dele com os da união anterior dela. E considera-se avô dos netos da esposa. O arquiteto Corullon, 61 anos, desfruta o frescor dos namoros na terceira idade. Sinais irreversíveis dos novos tempos, tais como as marcas em um rosto maduro.

FONTE:http://www.istoe.com.br/reportagens/139317_ENVELHECER+BEM

Estudante de psicologia de 60 anos

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A fórmula da juventude, para a empresária Maria Odete da Costa, está em abandonar os julgamentos sobre a própria idade

“O avanço da idade faz com que a gente se boicote”, diz estudante de psicologia de 60 anos

"O avanço da idade faz com que a gente se boicote", diz estudante de psicologia de 60 anos Júlio Cordeiro/Agencia RBS

Foto: Júlio Cordeiro / Agencia RBS

 

Maria Odete da Costa tem planos para antes de terminar a faculdade. Começou a estudar Psicologia e pretende se formar em 2020, quando estará com 66 anos. Antes disso, vai encerrar as atividades da loja que mantém no centro de São Leopoldo, no Vale do Sinos, para poder dedicar o tempo livre ao estágio obrigatório e ao trabalho de conclusão. Os conhecidos dizem que esse tipo de ousadia só pode ser feito por gente jovem, de 20 e poucos anos. Ela não liga. Alias, está acostumada aos julgamentos e nunca se importou com eles. Casou aos 19 com um homem 30 anos mais velho. Tiveram dois filhos e viveram uma vida feliz. Viúva, ela teve dois relacionamentos longos. Tanto o primeiro quanto o segundo namorado nasceram algumas décadas depois dela.

Longas mechas vermelhas emolduram o rosto de Odete. Pequena, magra, salto alto, maquiagem nos olhos, ela chama a atenção por onde passa. E gosta disso. Não sente vergonha de afirmar que é bonita e de dizer a um homem o quanto ele é atraente para ela. Netos e filhos se orgulham das atitudes e da forma como a comerciante encara a vida. O namorado que tentava sabotar a dedicação dela aos estudos viu o romance chegar ao fim. A determinação da senhora de 61 anos é muito mais forte.

– Corro todos os dias na rua. Isso me dá uma enorme sensação de liberdade. Quando chegamos à menopausa, nosso corpo passa por mudanças muito drásticas. Temos tendência a engordar, por exemplo. Eu não queria que meu corpo mudasse, não queria me tornar uma senhora clássica, cheinha, com cabelos curtos. O avanço da idade faz com que a gente se boicote, ache que não temos direito à certas coisas, como estudar, ter uma vida sexual – conta.

Esse é um tema que indigna o geriatra Newton Terra. É comum ver familiares encararem os idosos como pessoas que não sentem desejo e não têm vontade de fazer sexo:

– Os filhos, principalmente, olham os mais velhos como pessoas assexuadas, sem o direito à carícias e carinhos.

Odete complementa:

– Acontece que as pessoas que chegam nessa idade se deixam levar por esses julgamentos. As mulheres param de usar o perfume favorito, não usam mais vestidos ou batom, cortam o cabelo bem curto por praticidade. Como consequência, abandonam a própria sexualidade. Eu não fico pensando em todos os anos que vivi. Se estou apaixonada, vivendo um novo relacionamento, aproveito de forma plena.

Mais experiência, mais desejo

A pesquisa sobre sexualidade na terceira idade produzida pela USP evidenciou algo que já é senso comum: homens com mais de 60 anos são mais sexualmente ativos do que as mulheres. As senhoras são condenadas ao rótulo de seres assexuados. Se aparecem com um namorado são julgadas como promíscuas, ouvem coisas como “o que essa velha quer arranjando homem?”. Odete ouviu isso, principalmente sobre o último namorado, 27 anos mais moço.

– É um crime o que fazem com a sexualidade das pessoas que passam dos 60 anos. Sexo ainda parece um palavrão. Eles são muito carentes porque, geralmente, evitamos carinhos com os mais velhos por vergonha. Muitas clínicas separam os grupos por sexo. Em presídios, o condenado pode receber visitas íntimas, mas um homem mal pode pegar na mão de uma mulher quando participam de uma mesma associação, por exemplo – condena Newton Terra.

O geriatra explica que, sim, as mulheres podem ter a libido alterada. A menopausa é a principal culpada por essas alterações no corpo. E indica que, em vez de se fechar e acatar as mudanças como algo que não tem volta, as mulheres devem cuidar da alimentação e, principalmente, se exercitar. Essa fórmula mais do que conhecida é a responsável por manter íntegra a saúde sexual, física e cognitiva. A fase, para o médico, pode indicar um momento muito melhor para a intimidade. A mulher não tem mais de se preocupar com ciclos menstruais e período fértil.

– A gente pode enfrentar alguns probleminhas, mas há tratamentos para que possamos ter uma vida sexual como quando éramos mais jovens. Dos meus 20 anos até hoje não houve diferença. Tudo é uma questão de uma sedução, manter acesa as fantasias _ sustenta Odete.

Os novos sessentões estão revolucionando a imagem da terceira idade. Já não são mais os vovozinhos que podem ser encontrados em casa a qualquer hora do dia, qualquer dia da semana. Os especialistas que há anos vêm tentando colocar a qualidade de vida na rotina de quem, agora, é considerado idoso, parece que conseguiram atingir esse objetivo. Os sessentões não estão dispostos, seja por necessidade seja por opção, a parar. Os sessenta têm um novo significado: eles querem permanecer ativos e fortes por mais tempo.

FONTE: http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/vida/melhor-idade/noticia/2015/02/o-avanco-da-idade-faz-com-que-a-gente-se-boicote-diz-estudante-de-psicologia-de-60-anos-4708967.html