Monthly Archives: setembro 2015

Quando me amei – Carlos Drummond de Andrade

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                                  Quando me amei  – Carlos Drummond de Andrade

alegria

Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato. E, então, pude relaxar. Hoje sei que isso tem nome… auto-estima.

Quando me amei de verdade, pude perceber que a minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra as minhas verdades. Hoje sei que isso é… autenticidade.

Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento. Hoje chamo isso de… amadurecimento.

Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo. Hoje sei que o nome disso é… respeito.

Quando me amei de verdade, comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável… pessoas, tarefas, crenças, tudo e qualquer coisa que me deixasse para baixo. De início, minha razão chamou essa atitude de egoísmo. Hoje sei que se chama… amor -próprio.

Quando me amei de verdade, deixei de temer meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro. Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo. Hoje sei que isso é… simplicidade.

Quando me amei de verdade, desisti de querer ter sempre razão e, com isso, errei muito menos vezes. Hoje descobri a… humildade.

Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar muito com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece. Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é… plenitude.

Quando me amei de verdade, percebi que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada. Tudo isso é…. saber viver!

A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade.”

Carlos Drummond de Andrade

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Envelhecer – Albert Camus

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Envelhecer – Albert Camus

Quando se passa dos sessenta, são poucas as coisas que nos parecem absurdas

“Envelhecer é o único meio de viver muito tempo.

A idade madura é aquela na qual ainda se é jovem, porém com muito mais esforço.

O que mais me atormenta em relação às tolices de minha juventude, não é havê-las cometido…é sim não poder voltar a cometê-las.

Envelhecer é passar da paixão para a compaixão.

Muitas pessoas não chegam aos oitenta porque perdem muito tempo tentando ficar nos quarenta.

Aos vinte anos reina o desejo, aos trinta reina a razão, aos quarenta o juízo.

O que não é belo aos vinte, forte aos trinta, rico aos quarenta, nem sábio aos cinquenta, nunca será nem belo, nem forte, nem rico, nem sábio…

Quando se passa dos sessenta, são poucas as coisas que nos parecem absurdas.

Os jovens pensam que os velhos são bobos; os velhos sabem que os jovens o são.

A maturidade do homem é voltar a encontrar a serenidade como aquela que se usufruía quando se era menino.

Nada passa mais depressa que os anos.

Quando era jovem dizia:

“verás quando tiver cinqüenta anos”.

Tenho cinqüenta anos e não estou vendo nada.

Nos olhos dos jovens arde a chama, nos olhos dos velhos brilha a luz.

A iniciativa da juventude vale tanto a experiência dos velhos.

Sempre há um menino em todos os homens.

A cada idade lhe cai bem uma conduta diferente.

Os jovens andam em grupo, os adultos em pares e os velhos andam sós.

Feliz é quem foi jovem em sua juventude e feliz é quem foi sábio em sua velhice.

Todos desejamos chegar à velhice e todos negamos que tenhamos chegado.

Não entendo isso dos anos: que, todavia, é bom vivê-los, mas não tê-los.”

FONTE:http://www.50emais.com.br/cultura/envelhecer-albert-camus/

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Medo de envelhecer pode ser um problema; entenda a gerontofobia

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Medo de envelhecer pode ser um problema; entenda a gerontofobia

Negar as rugas excessivamente pode ser sinal do problema

Negar as rugas excessivamente pode ser sinal do problema

O envelhecimento faz parte do desenvolvimento do ser humano. Porém, para algumas pessoas, estar perto de idosos ou identificar em si mesmo marcas de que o tempo está passando –como rugas– pode ser assustador. A gerontofobia caracteriza a rejeição à velhice e, consequentemente, aos que que estão passando por ela.

De acordo com Marcos Paulo Betinardi, psiquiatra do Instituto Abuchaim, em Porto Alegre (RS), os motivos que levam a essa recusa variam muito, já que dependem das experiências do indivíduo com a velhice e de como o idoso é tratado por quem está a sua volta ao longo dos anos.

“Um dos temores do ser humano é a morte, e a velhice é um prenúncio dela. Ao ver esse estágio da vida se aproximar, a pessoa percebe que há finitude e começa a negá-la, tentando não deixar que isso aconteça com ela, seja com exercícios físicos ou cirurgias plásticas, por exemplo”, diz.

Ainda, sem registro no CID-10 (Classificação Internacional das Doenças), a gerontofobia não é considerada diagnóstico. No entanto, é possível percebê-la na conduta do indivíduo.

“Chamamos de fobia porque é um medo excessivo e desproporcional ao risco oferecido por tal coisa. No caso, o envelhecimento. Pessoas que discriminam idosos, que estão preocupadas demais com a aparência, adultos que se comportam como jovens são exemplos. É claro que não podemos generalizar, pois um conjunto de fatores é que vai determinar se o que você tem é gerontofobia ou não”, explica Dinah Akerman, psiquiatra pela USP (Universidade de São Paulo).

A psicanalista e membro da SBPRJ (Sociedade Brasileira de Psicanálise do Rio de Janeiro) Maria Cristina Amendoeira cita o romance “O Retrato de Dorian Gray” (1890), de Oscar Wilde, para explicar esse temor: na história, um retrato do protagonista “envelhece”, enquanto o próprio Dorian Gray se mantém jovem.

“Não existe uma idade para despertar esse sentimento, que é inconsciente. Mas, a partir de certos momentos, quando começamos a perder pessoas próximas ou mesmo quando vemos nossos pais envelhecerem, e isso significa o nosso próprio envelhecimento, nos deparamos com o fim da ilusão de que a vida é eterna. Muitas pessoas não sabem lidar com as mudanças que cada fase traz, começam a pensar de forma fixa em como será a sua velhice, e é aí que está o problema”, fala.

A psicoterapeuta Maura de Albanesi diz que, apesar de não existir uma idade certa para a fobia se manifestar, alguns acontecimentos podem influenciar.

“Não é regra, claro, mas mulheres que estão perto dos 30 anos e ainda não casaram ou tiveram filhos começam a se achar velhas. Já para os homens, esse sentimento vem pelo lado profissional, quando não conseguem o status desejado. O que as pessoas precisam entender é que o que conta é o estado de espírito de cada um. Precisamos nos sentir ativos, sempre com algo a oferecer e compartilhar, seja com 30, 60 ou 90 anos”.

Assim como a maioria dos traumas e doenças psicológicas, o medo de envelhecer também só é caracterizado como um problema quando existe prejuízo psicossocial progressivo. Ou seja, quando a preocupação em ficar velho atrapalha a vida e prejudica o indivíduo.

Segundo os especialistas, o estigma ligado às pessoas mais velhas está diretamente relacionado à gerontofobia. “Basta observar como os idosos são tratados nas diversas partes do mundo. No oriente ou em tribos indígenas, por exemplo, são sábios; já no ocidente, são vistos como pessoas que dão trabalho, lentas…Isso tudo gera recusa porque ninguém que passar por isso”, diz Betinardi.

Diante de um cenário de medo de chegar à terceira idade, é preciso observar que, além de ser uma etapa do ciclo da vida, entrar na velhice traz mudanças, assim como qualquer outra passagem, como, por exemplo, da infância para adolescência, e assim por diante.

“A primeira vantagem que devemos perceber é que se chegamos à velhice, é porque estamos vivos. Todos os momentos de passagem têm coisas boas e ruins. O envelhecimento traz questões para serem vividas, afinal, você, muitas vezes, abre mão de espaço no trabalho para pessoas mais jovens, aprende a valorizar outros aspectos mais nobres do dia a dia e a cultivar mais as relações afetivas. E tudo isso só traz qualidade de vida”, fala Maria Cristina. “É preciso saber envelhecer”, completa.

Não deixar esse medo chegar

A psicóloga do Hospital Albert Einstein, em São Paulo (SP), Lara Souza, aconselha a não pular fases da vida. Com isso, você evita a angústia de sentir saudade de algo que não viveu.

“Se você não vive plenamente cada momento, pode querer retornar e desenvolver um medo por não conseguir, afinal, aquele tempo já passou”, afirma.

Para tratar a gerontofobia, não existe remédio. A terapia ajuda, mas existem ações práticas para entender e ver esse temor longe de você.

“Envelhecer não significa adoecer. Desde cedo, é preciso colocar crianças e jovens em convívio com as outras idades para perceberem que é uma coisa natural. Muitos jovens vivem como se nunca fossem ficar velhos. Essa convivência com as outras gerações também mantém o idoso ligado aos acontecimentos atuais e faz parte de um envelhecimento sadio”, explica Maria Cristina.

http://mulher.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/2014/10/03/medo-de-envelhecer-pode-ser-um-problema-entenda-a-gerontofobia.htm#comentarios

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É preciso perder o medo da velhice

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É preciso perder o medo da velhice

Envelhecimento

Só as fotografias não envelhecem!

Com licença: preciso urgentemente tirar novas fotos, atuais, e que não escondam os meus 62 anos. A minha última foto que está ilustrando a coluna “Coração da Terra”, da Revista Ecológico, tem mais de seis anos – e nesse tempo muita coisa mudou. Perdi pai, mãe, irmão e amigos fundamentais na minha vida. Saí do emprego de mais de 40 anos, mudei de casa, pelo menos, três vezes, mas a foto no alto da coluna continua a mesma. Olha que escrevi a crônica “Coração de Mãe” num jornal mineiro durante 10 anos – e não é que a foto lá no alto também permaneceu a mesma esses anos todos.

Medo de que?

Medo de ser vista como realmente sou? De que os leitores me vejam como realmente estou hoje? Ou faz parte dessa necessidade de ser eternamente jovem? O tempo correu, escorreu e a minha foto no alto da página continuou como a de uma jovem com 20 anos a menos. Os cabelos mudaram, a testa ficou perplexa com tantas perdas importantes que me deram lições de superação. Quer melhor cronômetro do tempo do que ver amigos e familiares indo embora? Quer maior bagagem de rugas do que ser uma órfã adulta? Quer maior dimensão do tempo do que ter um filho de 30 anos? Na verdade, jovem é o filho.

Na foto no alto da coluna, você pode ver no meu rosto quantas vezes chorei de dor? Pode enxergar no fundo dos meus olhos quanta luz se apagou? Por que não há mais estrelas no infinito do meu ser? Você pode ver na foto do alto da coluna quantas vezes eu percorri a via-crúcis do viver? Pode ver as ondas que se arrebentaram nas margens do meu ser?

Na foto do alto da coluna, você consegue enxergar uma mulher livre que foi obrigada a partir e a chegar de vários portos da existência, que sobreviveu a naufrágios e tempestades, que fez a revolução das mulheres, que mergulhou nas furiosas ondas dos afetos e desafetos, dos encontros e desencontros? Você pode adivinhar quantos amigos ficaram no caminho? Pode ver uma mulher que amou, namorou, casou, teve filhos, separou? Você pode ver na linda e perfeita foto do alto da página quem é essa pessoa que escreve das profundezas da alma, que tira o limo do coração com palavras?

Ligo a televisão, abro os jornais e revistas deste país e uma inquietação me invade: senhoras apresentadoras e senhores colunistas que exibem imagens e fotos sempre muito mais jovens do que na realidade são. No alto das páginas dos jornais e revistas, os cronistas não têm rugas nem marcas do tempo, apesar de há muito terem passado dos 60. E de o cenário da velhice ter mudado completamente.

Preciso abrir parênteses: O Brasil está envelhecendo. Até 2025, será o sexto país do mundo com o maior número de pessoas velhas. Hoje mais de 22 milhões de brasileiros estão na faixa dos 60 anos. E a cada ano mais 650 mil pessoas alcançam essa idade. Mas o fato é que ainda há muita desinformação sobre as particularidades do envelhecimento no atual contexto social. A medicina evoluiu, assim como a qualidade de vida, pois hoje é possível chegar aos 60 com saúde, desejos e projetos de vida.

Ganhamos 34 anos a mais do que nossos bisavós. Pensem sobre isso: é um período completo que foi adicionado à expectativa de vida. Você já imaginou o que vai fazer nesses outros 34 anos de vida? Nem os governos nem a cultura nem os próprios protagonistas ainda sabem o que fazer ou o que isso significa. Fecho parênteses.

Volto às fotos de jornais e revistas, de colunistas sempre com cara de 20 anos. Em tempos de fotoshop, há sempre um jeito de dar um toque aqui, de levantar uma ruga ali, de espantar uma olheira lá, de refazer e pintar a sobrancelha, de avolumar a boca que já não segura mais o batom. É possível até fazer botox na fotografia. Afinal, o fotoshop pode fazer implantes, cirurgias complicadas, preenchimentos para que os leitores tenham uma imagem do colunista sempre jovem. É proibido envelhecer neste país, mesmo que as curvas demográficas provem o contrário. É um pecado envelhecer e a culpa é sempre de quem chegou aos 60, porque esse assunto não interessa a mais ninguém. É até repulsivo.

É preciso perder o medo da velhice, porque o tempo não pára. É preciso repetir que só não envelhece quem morre antes e que ninguém pode deter o Senhor Relógio. O tempo chega com suas marcas e cicatrizes que se transformam em rugas e se refletem na imagem exterior. Conheço uma mãe que perdeu o filho em acidente de carro.

Depois dos rituais, ela se deitou e acordou no dia seguinte com todos os cabelos brancos. A dor tingiu os seus cabelos da noite para o dia. Como esconder o sofrimento, as perdas, as tristezas e decepções atrás de uma foto? Como mascarar a trajetória de vida numa foto que boicota a realidade e o tempo presente?

Com licença: preciso urgentemente encomendar novas fotos, mesmo que hoje, já sem as lentes de contato, eu tenha escolhido óculos bem fashion, lá da Zótika, na Savassi; mesmo que eu ainda apele para alguns implantes para manter a minha qualidade de vida, mesmo que eu continue tomando vinho e celebrando vida. Pois só as fotos não envelhecem.

*Déa Januzzi é jornalista e escritora

FONTE:http://www.50emais.com.br/cultura/e-preciso-perder-o-medo-da-velhice-o-tempo-nao-para/

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Não foque na crise, enxergue as oportunidades à sua volta!

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Não foque na crise, enxergue as oportunidades à sua volta!

oportunidades

Sinceramente, o que mais me preocupa não é a crise que se alardeia em nosso país, mas o medo das pessoas que estão se deixando contaminar, e os bloqueios   que acompanham esse medo.

O medo,  é um dos piores sentimentos tóxicos,  nos  trava, nos bloqueia e prejudica nossa criatividade, pois libera o hormônio do estresse: cortisol,  que tensiona nosso corpo e nossa mente e nos coloca em um  estado de “lutar ou fugir” e compromete totalmente nossa capacidade de pensar com clareza e nossa capacidade de agir.

Por isso decidi esta semana falar bastante sobre como posso te ajudar a se curar dos seus vícios emocionais, aqueles que te fazem muito mal. Quero te ensinar como você deve deixar de focar nos problemas, na escassez (crise) e buscar focar  nas soluções, nas oportunidades que surgem no seu caminho, enfim a ser otimista e não pessimista.

E hoje quero começar a te contar sobre a “sacada” que tive agora a pouco ao assistir um dos meus Mestres: o Geronimo Theml,  no Periscope, e me trouxe a decisão de estar aqui escrevendo sobre esse tema tão falado no momento Crise X Oportunidade.

Investir em autoconhecimento é primordial ! E porque estou dizendo isso ? Muita gente que me pergunta porque continuo sempre estudando, sempre fazendo cursos um seguido ao outro, se não estou jogando dinheiro fora?

Cheguei ontem de mais uma viagem aos EUA, foram 10 dias de total imersão em dois eventos: um onde fui monitora e outro participante, se me acompanha já deve ter visto algumas fotos no facebook, mas a “ficha que caiu” ao ouvir o Geronimo foi como é importante a gente estar fortalecido internamente para não se deixar impregnar pelo medo, não ficar paralisado sem vislumbrar saídas e as pessoas que encontramos e os ensinamentos que recebemos nesses cursos são essenciais para isso.

Já gastei centenas de milhares de reais com cursos on lines e presenciais e viagens para estar entre estas pessoas que têm conhecimento para me repassar e foram com certeza um dos melhores investimentos que fiz na vida, pois é esse crescimento emocional, intelectual e até espiritual que me mantêm cada dia mais otimista e com foco nas oportunidades, mas falaremos bastante sobre isso nessa semana, ok ?

Meu conselho de hoje: nunca deixe de investir em si mesmo! 

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O que é Sucesso para Você?

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O que é Sucesso para Você?

Sucesso

Sempre  que as pessoas me desejam Sucesso, eu fico feliz é claro e recebo de braços abertos, mas penso que Sucesso como Felicidade é uma coisa muito subjetiva, dependa de como a pessoa encara o que é ser bem sucedido e realizado para ele, o que a faz ter aquela sensação gostosa de vitória e por isso resolvi escrever um pouco sobre o que Sucesso significa para mim. E para você o que significa ter Sucesso?

Para mim uma pessoa de sucesso é aquela que enfrenta seus medos, que supera os obstáculos e dificuldades que vão surgindo na vida, com determinação, coragem, persistência, pois tem autoconfiança e acredita no seu próprio potencial. Tem fé que vai conseguir obter resultados positivos, mesmo que demore mais do que estava esperando, e por isso não desiste de seus sonhos.

Sucesso para mim é ter melhoria contínua, não me comparar aos outros, para saber se tenho mais ou menos sucesso de que alguém, pois certamente irei perder sempre em alguns quesitos em que há pessoas mais preparadas ou com mais aptidão que eu para aquela atividade. Não quero comparar meus bastidores com o palco dos outros, pois estes não são parâmetros para serem comparados. O que reflete o meu sucesso é ter certeza que todos os dias procuro fazer o meu melhor, que hoje sou melhor do que fui ontem e amanhã farei tudo que estiver ao meu alcance para ser melhor do que sou hoje.

Adoro coisas boas, aprecio requinte e excelência, mas curto coisas simples também, principalmente se estiver em boa companhia. Sucesso para mim não é apenas financeiro, não adianta ter muito dinheiro e não ter saúde e alegria de viver.  Sucesso é saber ser feliz com aquilo que temos naquele momento, se tenho apenas um limão faço uma deliciosa limonada e a aprecio, invés de ficar reclamando que não estou tomando champanhe. Sucesso é ser grato por tudo o que tivemos, por tudo que perdemos, por tudo que temos hoje e também por tudo que está a caminho. É não chorar pelo que perdeu e nem sofrer pelo que ainda não tem.

Sucesso para mim é ajudar pessoas, é ser procurada por elas como como referência ou porto seguro. É sentir que sou útil, é receber um sorriso gostoso, uma palavra amiga de agradecimento, um elogio sincero. É não ter inveja do sucesso do outro, muito pelo contrário, torcer de coração pelo sucesso dos outros e ter amigos verdadeiros que torçam por mim também. É saber que não preciso ser forte e perfeita o tempo todo, que meus amigos me aceitarão com meus defeitos e minhas fraquezas também, sem me julgar e continuarão me respeitando e me amando mesmo que nem sempre concordem com meus pontos de vista.

Sucesso é encarar minha vida e meu envelhecer com uma visão positiva, reconhecer que não tenho mais a mesma beleza física e nem o mesmo frescor da juventude, mas não me entristecer por isso e sim apreciar o quanto sou mais bonita em uma versão madura da beleza de ontem.   É ter a capacidade de ter aceito meus erros e me perdoado por eles, é ter aprendido as lições que a vida me ensinou e não persistir em círculos viciosos  e autosabotadores, mas transformá-los em círculos virtuosos que me tragam benefícios. É saber que sou autorresponsável, senhora do meu destino, que tenho o leme de minha vida em minhas mãos e posso ajustar as velas quando necessário e chegarei ao porto desejado.

´Sucesso é aplaudir minhas conquistas por menores que sejam, é celebrar minha evolução constante e ter consciência do crescimento de minha sabedoria. Sucesso é traçar metas e objetivos respeitando meus valores e tendo uma vida congruente com eles. É me sentir ética e justa com as outras pessoas, aceitando o diferente sem julgamentos, mesmo que não seja aquela a minha opção ou preferência. É me sentir um ser humano no meio dos meus irmãos.

Sucesso é sentir que tenho inteligência intelectual, que estou  trabalhando minha inteligência emocional e que a inteligência espiritual deve ser aprimorada diariamente, que minhas escolhas estão construindo meus caminhos, e posso contar que as três juntas me trarão lucidez, equilíbrio físico, mental e emocional, paz no alma e muita esperança no coração que o melhor está por vir.

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