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Reposição Hormonal Masculina

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Reposição Hormonal Masculina

A reposição hormonal masculina é indicada para tratamento da andropausa, um distúrbio hormonal que surge no homem a partir dos 40 anos e que se caracteriza pela baixa produção de testosterona. Durante esta fase de envelhecimento, podem surgir alguns sinais e sintomas de falta de testosterona no organismo, como perda do desejo sexual, dificuldade de ereção, perda da massa muscular e irritabilidade e cansaço.

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Alguns remédios para reposição hormonal masculina são:

  • Comprimidos de acetato de ciproterona, acetato de testosterona ou undecanoato de testosterona;
  • Gel de dihidrotestosterona;
  • Injeções de cipionato, decanoato ou enantato de testosterona, aplicadas 1 vez por mês;
  • Adesivos ou implantes de testosterona.

Nem todos os homens necessitam de fazer reposição hormonal com testosterona e, por isso, é importante aconselhamento com o médico urologista antes de iniciar qualquer tipo de tratamento para andropausa. 

O tratamento de reposição hormonal só deve ser iniciado se o indivíduo apresentar níveis de testosterona total no sangue abaixo de 300 mg/dl ou 6,5 mg/dl³ , que podem ser detetados por um exame de sangue. 

A reposição hormonal traz muitos benefícios para o homem, como melhora do desejo e desempenho sexual, aumento da massa muscular, melhoria da densidade óssea, preservação da memória e diminuição da irritabilidade e depressão.

Efeitos colaterais da reposição hormonal masculina

Alguns efeitos colaterais da reposição hormonal masculina podem ser:

  • Agravamento de câncer na próstata;
  • Aumento do risco de doença cardiovascular;
  • Toxicidade do fígado;
  • Aparecimento ou piora da apneia do sono;
  • Acne e oleosidade da pele;
  • Reações alérgicas na pele devido aplicação do adesivo;
  • Aumento anormal da mama ou aparecimento de câncer de mama.

Os indivíduos, antes de iniciar o tratamento hormonal, devem realizar exames para detectar presença de câncer de próstata, mama ou testículo, doenças de fígado e problemas cardiovasculares.

A reposição hormonal masculina não provoca câncer, porém pode agravar a doença nos indivíduos que tenham ainda o câncer pouco desenvolvido. Por isso, cerca de 3 ou 6 meses após início do tratamento, deve ser feito o exame de toque retal e dosagem do PSA para verificar alterações importantes que indiquem presença de câncer.

Uma outra forma de melhorar os sintomas de andropausa no homem é a mudança de hábitos de vida como alimentação saudável, prática de exercício físico, não fumar, não beber álcool, reduzir o consumo de sal e de alimentos gordurosos. O uso de suplementos vitamínicos, minerais e antioxidantes também ajudam a controlar a baixa taxa de testosterona no sangue do indivíduo.

FONTE: http://www.tuasaude.com/reposicao-hormonal-masculina/

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10 coisas que você precisa saber sobre Reposição Hormonal Masculina

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10 coisas que você precisa saber sobre Reposição Hormonal Masculina

Reposição hormonal masculina é um tema considerado repleto de tabus e dúvidas por muitos homens. Abaixo, você pode conferir 10 coisas sobre este assunto complexo para o sexo masculino.

1-    A deficiência androgênica (diminuição da produção do hormônio masculino) está presente em cerca de 15% dos homens entre 50 e 60 anos, chegando a 50%, ou mais, dos homens com 80 anos.

2-    Durante o envelhecimento, ocorre uma diminuição lenta e gradual dos níveis de testosterona. Com isso podem surgir sintomas que podem indicar a necessidade de reposição hormonal em uma parcela dos homens.

3-    Os principais sintomas que podem sugerir a reposição hormonal são: declínio do interesse sexual; dificuldade de ereção; falta de concentração e capacidade intelectual; perda de pelos; ganho de peso à custa de gordura; diminuição de massa e força muscular; irritabilidade e insônia; entre outros. Nem todos os sintomas devem ser associados à falta de produção hormonal.

4-    A diminuição de produção hormonal masculina, diferentemente da Menopausa, não determina o fim da fertilidade para o homem, apenas uma diminuição dela.
5-    A Terapia de Reposição Hormonal Masculina deve ser indicada para todos os homens que apresentam os sintomas de queda hormonal e que não apresentem contraindicações para seu uso. Ela pode ser administrada através de gel, adesivos cutâneos ou injeções.
6-    Antes de recorrer à terapia, é necessário que o paciente comprove a queda na taxa de hormônios, através de exames laboratoriais, com acompanhamento médico.

7-    Entre as contraindicações para Terapia Hormonal Masculina está a suspeita ou caso confirmado de câncer de próstata ou de mama masculina. O acompanhamento médico durante o tratamento é primordial para a segurança do paciente.

8-    Estilo de vida saudável, conquistado com uma dieta equilibrada, a prática de exercícios físicos de forma regular, uma boa qualidade do sono, não fumar e não engordar são ótima recomendações que podem retardar ou impedir o aparecimento da deficiência de testosterona e seus sintomas.
9-     As medicações para reposição hormonal masculina não devem ser usadas para ganho muscular ou melhora do desempenho atlético de maneira abusiva. Elas podem causar graves efeitos colaterais e sérios danos à saúde.
10-   Quando bem indicada, e feita com acompanhamento médico, a reposição hormonal traz benefícios aos homens, como melhora da libido, perda de peso, aumento da massa muscular e da densidade óssea.
FONTE:http://www.endocrino.org.br/10-coisas-que-voce-precisa-saber-sobre-reposicao-hormonal-masculina/
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Andropausa – Dr.Drauzio entrevista o endocrinologista Marcelo Bronstein

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Andropausa – Dr.Drauzio entrevista o endocrinologista Marcelo Bronstein

Marcello Bronstein é médico, professor de Endocrinologia na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

Andropausa é um termo criado por analogia com menopausa, fase que ocorre  na vida de todas as mulheres como consequência da falência dos ovários que deixam de produzir os hormônios estrogênio e progesterona. A menopausa é um marco indicativo do final do ciclo reprodutivo da mulher e pode vir acompanhada de alguns sintomas característicos: ondas de calor (fogachos), insônia, diminuição da libido, irritabilidade, suores noturnos, etc.

Nos homens, o processo é mais lento e insidioso. À medida que envelhecem, cai a produção de testosterona, o hormônio sexual masculino. Entretanto, mesmo com níveis mais baixos, seus valores ainda podem ser considerados dentro da faixa de normalidade.

Apesar de algumas mudanças físicas e psicológicas se instalarem por causa da queda desse hormônio, nem todos irão apresentar os sintomas característicos da andropausa. Isso só acontece com aqueles que têm uma diminuição mais expressiva dos níveis hormonais e, ainda assim, as manifestações são mais discretas e menos aparentes do que nas mulheres.

De qualquer forma, a andropausa é um período na vida do homem em que podem ocorrer  sintomas que devem ser valorizados.

ANDROPAUSA/MENOPAUSA

Drauzio – Semanas atrás, atendi um homem de 55 anos que me contou a seguinte história. Estava no quintal de casa, numa noite de temperatura agradável, tomando um copo de cerveja e conversando com os amigos, quando de repente foi invadido por uma onda de calor muito forte e sudorese intensa. Depois de alguns segundos, o mal-estar foi passando e tudo  voltou ao normal. Pode-se dizer que esses sintomas são equivalentes aos fogachos de que as mulheres se queixam no climatério?     

Marcello Brostein – Os fogachos masculinos podem existir, mas são muito raros. Quando se manifestam, porém, são bem semelhantes aos que sentem as mulheres. Na verdade, o mecanismo que os provoca é o mesmo: a baixa na produção dos hormônios sexuais. No entanto, ao contrário do que acontece com as mulheres, pois a grande maioria se queixa de ondas de calor no período de perimenopausa e menopausa, conto nos dedos os homens que apresentaram esse sintoma.

Drauzio – São raros os homens que apresentam fogachos, ou eles  não dão a devida importância ao sintoma, ou sequer o identificam, pois atribuem o calor repentino e exagerado à temperatura mais alta do ambiente, o que não acontece com as mulheres que sabem reconhecê-los facilmente?

Marcello Bronstein – Existe uma diferença fundamental nos dois quadros. Na menopausa, a produção de hormônios cai abruptamente e, em questão de um ano, às vezes menos, a grande maioria das mulheres apresenta alterações e sintomas decorrentes dessa baixa repentina nos níveis de estrogênio e progesterona.

Nos homens, a situação é outra. Primeiro, nem todos têm queda hormonal significativa. Segundo, quando ela ocorre, o faz de maneira insidiosa, lentamente. Por isso, talvez neles as manifestações sejam mais subclínicas, menos aparentes do que na mulher.

NÍVEIS DE TESTOSTERONA

Drauzio – O pico da produção de testosterona ocorre na adolescência. A partir de que idade, começa a declinar?

Marcello Bronstein – Começa a cair a partir dos 30 anos de idade, mas cai devagar. É muito difícil, no entanto, elaborar um estudo populacional sobre as concentrações desse hormônio ao longo da vida, porque os valores normais de testosterona no sangue têm um espectro muito grande. Na maioria dos laboratórios, varia de 300ng/dl a 1.000ng/dl, às vezes 1.200ng/dl.

Por isso, se tabularmos esses valores a partir dos 30 anos até os 80 de idade, concluiremos que existe uma tendência de queda, mas a dispersão é tão grande que um indivíduo de 30 anos, absolutamente normal, pode ter dosagem mais baixa de testosterona do que um de 60 anos.

Drauzio – Portanto, um homem de 30 anos com 320ng/dl de testosterona está dentro da faixa de normalidade. Já um outro com 80 anos e valores um pouco mais altos, 350ng/dl, por exemplo, pode ter tido uma queda que merece atenção especial.

Marcello Bronstein – Provavelmente, o padrão de decréscimo na produção de testosterona ao longo da vida é determinado por diferenças pessoais, e só elas podem explicar por que um indivíduo comece com 1.000ng/dl e caia para 400ng/dl e outro comece com 600ng/dl e se mantenha nos mesmos 400ng/dl.

Drauzio – Você recomenda que a testosterona seja medida rotineiramente?

Marcello Bronstein – Apenas por curiosidade, não, pois um indivíduo com valores mais baixos, embora normais, corre o risco desnecessário de ficar impressionado com o resultado. No meu ponto de vista, a indicação depende do objetivo do exame. Se há manifestações clínicas compatíveis com deficiência de testosterona, deve-se pedir a dosagem.

Drauzio – Você disse que, na maioria dos laboratórios, a faixa de normalidade dos valores de testosterona varia entre 300ng/dl varia e 1.200ng/dl. Isso significa que quem produz 1.000 é três vezes mais “macho” do que quem produz 300? 

Marcello Bronstein – Não é, mesmo porque existem algumas peculiaridades na dosagem da testosterona que precisam ser valorizadas.

Primeira: porque sua concentração no sangue varia durante o dia, isto é, atinge o nível máximo pela manhã e cai à tarde, às vezes pela metade. Então, dependendo do horário em que é colhido o material para exame, pode-se achar que houve queda ou aumento na produção do hormônio.

Segunda: a testosterona dosada é a testosterona total, que é apenas um reflexo de grande parte desse hormônio ligado a proteínas transportadoras. Entretanto, a que vai exercer os efeitos é a testosterona livre. As coisas funcionam como se a proteína fosse um ônibus e a testosterona, o passageiro. O ônibus pode ser visto, fotografado, só que o passageiro – a testosterona – não atua enquanto estiver dentro dele. Só vai atuar nos tecidos quando estiver livre.

Na verdade, a composição da testosterona total e livre varia de homem para homem, conforme a situação e o método utilizado para análise. Por isso, valores de testosterona total três vezes maior num indivíduo do que no outro não significa que o primeiro seja três vezes mais “macho”, mesmo porque o nível de testosterona livre pode ser igual nos dois casos.

DEFICIÊNCIA DE TESTOSTERONA

Drauzio  Você poderia explicar a relação entre a testosterona e a libido?

Marcello Bronstein – A testosterona é o principal hormônio envolvido na libido do homem e da mulher também. Sem dúvida nenhuma, ela precisa desse hormônio para exercer sua plenitude sexual. Enfocando especificamente o lado masculino, quando há deficiência de testosterona, a libido fica comprometida, principalmente a libido evocativa, como mostram alguns estudos.

Em outras palavras: basta o jovem com níveis altos de testosterona pensar em algo que o excite, que seu organismo reage positivamente. Já o indivíduo com mais idade, se tiver níveis baixos de testosterona, precisa de estímulos mais objetivos, como ver uma revista ou filme pornográfico ou, ainda, de um contato mais direto para ter uma atuação mais efetiva.

O que quero dizer com isso é que a testosterona é um hormônio facilitador da libido, embora não seja indispensável. Haja vista as histórias de eunucos, indivíduos castrados para tomar conta de haréns e não bulir com as favoritas do sultão, que eram capazes de manter relações sexuais mesmo sem produzir testosterona.

Estudos antigos com soldados que lutaram na guerra da Coreia e perderam os testículos numa explosão, ao pisar em armadilhas, mostraram que a falta de testosterona não os impedia de exercer a atividade sexual. Casos como esses talvez sejam possíveis porque, embora em menor quantidade, a testosterona também é produzida pelas glândulas suprarrenais, o que nos permite afirmar que ela é fundamental para a integridade da libido.

A propósito, é importante distinguir libido, que é o apetite sexual, da função erétil. Está claro que a perda da libido aumenta a dificuldade de ereção, mas os indivíduos com comprometimento da libido procuram menos o médico do que os portadores de diabetes com dificuldade erétil, por exemplo.

OUTRAS CAUSAS

Drauzio – Além da queda natural da testosterona relacionada com o envelhecimento, há outras causas para que isso aconteça? 

Marcello Bronstein – Como já colocamos, a andropausa é muito mais insidiosa do que a menopausa. Ao contrário das mulheres que, inexoravelmente, vão passar por essa fase, os homens podem chegar aos 80 anos sem apresentar nenhum sintoma. O que determina isso, ninguém sabe.

No entanto, homens com diminuição da libido e níveis hormonais muito baixos precisam ser avaliados para determinar a possível causa do distúrbio – tumor na hipófise, níveis inadequados de prolactina, consumo de drogas, maconha inclusive -, que pode provocar ginecomastia, isto é, aumento do tecido mamário, por exemplo.

Afastadas todas essas possibilidades, a deficiência de testosterona associada a certos distúrbios físicos e psicológicos pode caracterizar um caso de andropausa.

REPOSIÇÃO HORMONAL

a) Testosterona
Drauzio – A reposição hormonal para mulheres já mereceu vários estudos sobre suas vantagens e desvantagens. Existem trabalhos científicos a respeito da reposição de testosterona para os homens?

Marcello Bronstein – Pode parecer óbvia a ideia de que dobrar a quantidade de testosterona produzida por um homem com mais idade é uma forma de garantir-lhe aumento do desejo e da frequência sexual, mas isso está longe de ser verdade.

Primeiro, porque homens com níveis normais desse hormônio não se beneficiam com a reposição. Depois, porque o uso da testosterona não é inócuo, uma vez que aumenta o risco de câncer de hipófise, por exemplo, e pode acelerar a evolução de certos tumores. Tanto é assim, que a ablação dos testículos é uma das condutas recomendadas para o tratamento do câncer de próstata.

Além disso, o excesso de testosterona é responsável também por casos de apneia do sono e pelo aumento dos glóbulos vermelhos no sangue. Como se vê, a prescrição desse hormônio tem de ser feita com muito critério. Particularmente, só recomendo a reposição depois de ter realizado um acompanhamento longitudinal dos níveis hormonais do paciente.

b) Hormônio do crescimento

Drauzio – Já que estamos falando de reposição hormonal para homens, ministrar hormônio do crescimento ajuda a retardar o processo de envelhecimento?

Marcello Bronstein – O hormônio do crescimento, ou GH (Growth Hormone) é produzido pela hipófise, e a mais aparente de suas funções é promover o crescimento longitudinal, desde a infância até o final da adolescência. É certo que seus níveis diminuem depois disso, mas nós continuamos produzindo esse hormônio até morrer.

Como a biologia molecular tornou possível obter quantidades ilimitadas de GH, os laboratórios passaram a investir em protocolos de estudo, focalizando situações que extrapolavam a falta de crescimento nas crianças. Sabemos hoje que adultos com deficiência desse hormônio, portadores de tumor na hipófise, beneficiam-se com a reposição, não só psicologicamente, mas porque ganham musculatura, perdem tecido gorduroso, aumentam a densidade dos ossos, o que evita a evolução da osteoporose. Inclusive sob o ponto de vista coronariano e de controle do colesterol, o benefício é grande, mas eu insisto: só se indica a reposição para os adultos com deficiência comprovada do hormônio do crescimento.

Drauzio – De onde veio a ideia de indicar o hormônio do crescimento para as pessoas que estão envelhecendo? 

Marcello Bronstein – Níveis inferiores de hormônio de crescimento humano, também conhecido como somatotrofina, durante o processo de envelhecimento, são responsáveis por certa tendência à depressão, à redução da musculatura e ao aumento da massa gordurosa. Criou-se, então, um outro termo para definir essa carência: somatopausa.

No começo dos anos 1990, nos Estados Unidos, o falecido dr. David Woodman acompanhou indivíduos na faixa dos 60 anos, com níveis normais de hormônio de crescimento, que fizeram uma terapia de reposição durante seis meses. A conclusão foi que todos ganharam massa muscular, mais densidade óssea e eliminaram gordura. O cientista, porém, deixou em aberto uma pergunta: “Será que, a longo prazo, esses benefícios são mentidos?”.

No entanto, bastou que esse trabalho fosse publicado no New England Journal of Medicine, para que as revistas leigas alardeassem em letras garrafais: “Descoberto o hormônio do rejuvenescimento”.

Drauzio – A partir de então, o hormônio do crescimento passou a ser considerado como uma espécie de fonte da juventude… 

Marcello Bronstein – É um absurdo colocar as coisas dessa forma, porque não há evidências concretas de que o idoso hígido, saudável se beneficie com a reposição. Depois, porque o hormônio do crescimento, assim como a testosterona, pode ter efeitos indesejáveis, pois induz a produção do IGF-1 (fator de crescimento do tipo insulina 1), substância ligada à proliferação celular e envolvida com o desenvolvimento de câncer. Idoso propenso a apresentar neoplasias, que receber dose excessiva de IGF-1 indiretamente veiculada pelo hormônio do crescimento, corre risco maior de desenvolver esse tipo de doença ou de piorar sua evolução.

E não é só câncer: diabetes e dores articulares também estão entre as moléstias que podem ser provocadas pelo hormônio do crescimento, cujo preço é altíssimo e deve ser aplicado por via subcutânea.

Por isso insisto: a administração do hormônio do crescimento visando ao rejuvenescimento deve ser condenada. Para os idosos hígidos, sem nenhuma doença manifesta, o benefício está diretamente correlacionado com a prática de exercícios e a boa alimentação, dois fatores que favorecem a produção de hormônio do crescimento pelo próprio organismo. No entanto, existe um subgrupo de idosos frágeis, debilitados, que passaram por cirurgia ou tiveram AVC, esses podem beneficiar-se com o uso do GH.

PERIGO DA REPOSIÇÃO DO GH

Drauzio – O problema é que o hormônio do crescimento está sendo utilizado indiscriminadamente por jovens para ganhar massa muscular. 

Marcello Bronstein – É importante dizer aos jovens que se valem do GH, assim como dos anabolizantes e da testosterona, para melhorar a performance atlética, que, além de ser tremendamente prejudicial à saúde, isso é considerado doping pelo Comitê Olímpico Internacional. Ao contrário do que acontece com as drogas aminovasoativas, é difícil detectar o hormônio do crescimento na corrente sanguínea. No entanto, não se pode esquecer de que foram desenvolvidos métodos modernos para fazê-lo sem erro.

Drauzio – Não é segredo para ninguém, que existe um verdadeiro comércio paralelo, e muito lucrativo, de anabolizantes nas academias. As pessoas não se contentam em receitar os disponíveis nas farmácias. Vendem produtos importados, de origem duvidosa, e muitos jovens tomam essas substâncias com frequência, especialmente agora que viraram moda os brutamontes com músculos descomunais. Como você enxerga esse consumo?  

Marcello Bronstein – Com muita preocupação. Quando receito alguns tipos de hormônio que têm de ser importados, porque o paciente precisa deles para recuperar-se, você não imagina a dificuldade. O mesmo acontece com a testosterona vendida nas farmácias, que limitam o número de doses disponíveis em cada compra.

Os jovens precisam entender que o uso prolongado da testosterona, por exemplo, em doses mais altas inibe a produção de hormônios pela hipófise e provoca a atrofia testicular. Acho que, se lhes perguntássemos, todos prefeririam ter menos músculos e testículos normais, a ter músculos desenvolvidos e testículos de tamanho reduzido.

Drauzio  A atrofia dos testículos é sinal de que a produção de testosterona ficará comprometida com o passar do tempo?

Marcello Bronstein – Isso não se pode afirmar com certeza, porque não há provas de que, suspendendo o uso adicional de testosterona, sua produção natural não seja recuperada. Trato de pacientes que apresentaram tumores de hipófise ou níveis altos de prolactina e ficaram muitos anos sem produzir testosterona, mas que recuperaram a capacidade de secretar esse hormônio, assim que afastaram a causa indireta do problema. Embora não possa afirmar que haja atrofia irreversível dos testículos, pessoalmente, eu não me arriscaria.

Drauzio – Com isso, você quer dizer que o risco existe…

Marcello Bronstein – Existe, sem dúvida nenhuma. Tanto é que na fase em que está tomando testosterona, o homem é infértil, o que não significa que o hormônio deva ser usado como anticoncepcional masculino.

Drauzio – Esses medicamentos podem também provocar alterações hepáticas.

Marcello Bronstein – Principalmente, uma forma oral chamada metiltestosterona pode provocar lesões importantes no fígado. Com as testosteronas injetáveis ou sob a forma de gel, os efeitos são menos agressivos.

Drauzio – O ganho muscular é evidente nas pessoas que recebem testosterona?

Marcello Bronstein – São, porque a testosterona, da mesma forma que o hormônio do crescimento e os anabolizantes, aumenta muito a síntese protéica. Esse ganho muscular, porém, é obtido por meio de uma intervenção artificial, que tem um preço a ser pago em moeda e outro com a saúde. Não existe fórmula mágica: só o exercício físico garante o desenvolvimento saudável da musculatura.

FONTE:http://drauziovarella.com.br/envelhecimento/andropausa/

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ANDROPAUSA : A menopausa masculina existe !

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ANDROPAUSA : A menopausa masculina existe !

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Até recentemente a chamada Andropausa (“A Menopausa Masculina”) era discutida no meio científico e desconhecida do público em geral. Isso se devia pelo desconhecimento dos níveis hormonais normais, correlacionados a idade dos homens e pelo fato de se tentar comparar a Andropausa com a Menopausa.

A avaliação correta dos níveis hormonais por idade permitiu que pudéssemos detectar uma queda nos níveis de Testosterona com mais precisão, e com as recentes pesquisas realizadas, principalmente na Bélgica e Canadá, foi possível caracterizar e tratar a Andropausa.

A Andropausa é uma entidade bem definida que se caracteriza por uma diminuição nos níveis do hormônio masculino chamado Testosterona, e que leva a sinais e sintomas inespecíficos como, cansaço, diminuição na vitalidade, tendência a depressão, mudanças no humor e na disposição, distúrbios do sono, dificuldade para se concentrar, ondas de calor (16% dos casos), prostração e preguiça, diminuição na libido, e finalmente disfunção sexual (queda no desejo sexual e impotência). Fisicamente ocorre um aumento na gordura abdominal (a velha barriguinha), rarefação nos pelos pubianos, rarefação óssea (Osteoporose), e diminuição na massa muscular.

Nos casos agudos a Andropausa pode ser causada por atrofia testicular, ou por uso de medicações. As atrofias testiculares podem ser causadas por cirurgias (Hérnia inguinal, e outras), por torção do testículo, e por castração acidental.

A Andropausa se diferencia da crise da meia idade e do “Stress”, por serem essas relacionadas a problemas profissionais, familiares ou sociais. Os sintomas sugestivos da crise da meia idade e do “Stress” são a falha na ereção, diminuição na libido (desejo sexual), no orgasmo, e na ejaculação.

De um modo geral, a Testosterona decresce com a idade, assim como toda a função testicular, essa queda é progressiva a partir de 40 anos (cerca de 1% ao ano).  Cerca de 50 % dos homens com idade superior a 50 anos apresentam queda nos níveis de Testosterona se comparados aos níveis encontrados nos jovens, e na faixa de idade de 60 a 69 anos 85% dos homens apresentam menos Testosterona se comparados aos parâmetros da juventude. Fatores como  a idade, obesidade e a presença de varizes escrotais (Varicocele) influenciam na diminuição da Testosterona.

Durante o dia existe uma variação na concentração de Testosterona no sangue, com um pico maior no final da manhã, e outro no final do dia. O tratamento com reposição hormonal deve restaurar os níveis hormonais naturais e simular essas variações naturais que ocorrem durante o dia.

A queda dos níveis de testosterona leva a uma diminuição na massa óssea e corpórea, com aumento da obesidade, e menor número de ereções noturnas, menor facilidade de obtenção da ereção e menor qualidade na ereção.
A manutenção da função sexual depende do nível de testosterona. Mesmo jovens podem ter problemas de queda de testosterona por deficiência na produção hormonal e apresentar diminuição na massa celular óssea.

O diagnóstico da Andropausa é feito pela história clínica (diminuição na vitalidade, tendência a depressão, mudança no humor e na disposição, distúrbios do sono, dificuldade para se concentrar, prostração e preguiça), pelo exame físico (rarefação dos pêlos pubianos, aumento da gordura abdominal, diminuição do volume e da consistência testicular, presença ou não de Varicocele e cicatrizes cirúrgicas).

O diagnóstico é feito pela dosagem da testosterona total e livre.

Os tratamentos propostos incluem a estimulação da produção hormonal pelos Testículos, e a reposição hormonal. O tratamento com reposição hormonal esta contra-indicado nos casos com presença de câncer de Próstata , em casos com aumento da próstata e em casos normais quando o indivíduo procura “algo mais” na sua performance sexual.

Os indivíduos com mais de 45 anos tem de fazer uma avaliação prostática antes do início do tratamento. Para a reposição hormonal podemos usar derivados da testosterona, entretanto nem todos os preparados tem a mesma ação e os mesmos resultados.

As medicações podem ser administradas por via oral (comprimidos), intramuscular (injetáveis), através da pele (adesivos), ou por via subcutânea (pellets – pequenos tubos contendo hormônio que é liberado lentamente até por um ano).

Como efeitos do tratamento encontramos uma diminuição no colesterol, diminuição na taxa de gordura corporal, aumento da musculatura, aumento do índice de massa óssea, e melhora geral no bem estar e na performance sexual.

O objetivo desse tipo de tratamento não é apenas aumentar os anos de vida do indivíduo mas sim dar mais qualidade de vida aos anos que lhe restam.

Um questionário simples foi proposto para detectar os casos que merecem uma avaliação por um especialista. Responda ao questionário e veja se você precisa de ajuda. Se alguma resposta for sim seu caso precisa de ajuda.

FONTE:http://www.fertilis.com.br/midia1.html

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Você sabe como funciona a Andropausa?

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Você sabe como funciona a Andropausa?

Anda mais cansado que de costume? Está menos disposto para o sexo? Tem se irritado com muita facilidade? Se você for homem com mais de 50 anos e respondeu sim para essas perguntas, fique atento

Foto: Viver Na Boa

A causa para algumas mudanças físicas e emocionais após esta idade pode ser a andropausa, uma espécie de menopausa masculina, que diminui drasticamente os níveis hormonais e exige alguns cuidados.

De acordo com o presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) Ricardo Meirelles, nem todos os homens apresentam níveis tão baixos de testosterona que podem causar problemas e, em alguns casos, os sintomas podem ser confundidos e atribuídos ao envelhecimento. “Cerca de 20% dos homens entre 50 e 60 anos apresentam a andropausa. Este número aumenta para mais de 80% após os 80 anos”, explica.

Ainda assim, é preciso ficar de olho e conhecer os tratamentos adequados para passar por essa fase da melhor maneira. Especialistas no assunto tiram todas as suas dúvidas sobre o Distúrbio Androgênico do Envelhecimento Masculino (DAEM), popularmente conhecido como andropausa.

Sintomas 

A andropausa não tem características tão marcantes quanto a menopausa, que é diagnosticada com o fim da menstruação e fortes ondas de calor. No entanto, são frequentes sintomas como a indisposição, tendência a se cansar facilmente, perda de pelos, queda de cabelos, diminuição da libido, dificuldades de ereção e irritabilidade.

Segundo especialistas, os homens também podem sofrer perda de massa muscular. “Com a redução dos níveis de hormônio masculino, ocorre maior tendência a acúmulo de gordura, especialmente na região abdominal. Além disso, podem ocorrer anemia e perda de massa óssea, com osteoporose”, afirma Meirelles.

Diagnóstico

O exame de sangue é o melhor jeito para diagnosticar a andropausa e calcular a dosagem de testosterona no sangue. Isso porque, são os níveis baixos deste hormônio que caracterizam esta fase. Também é importante realizar outros exames para anular possíveis causas de testosterona baixa, como dosagem da prolactina e gonadotrofinas (hormônios que estimulam os testículos) e hormônios relacionados à função da tireoide.

De acordo com o presidente da SBEM, a redução progressiva dos níveis de testosterona se inicia em torno dos 30 anos, a uma taxa de diminuição de 1% ao ano. Por isso, é preciso ficar atento ao diagnóstico após os 50 anos.

Prazer sexual

Especialistas explicam que a disfunção erétil pode ocorrer em alguns casos de andropausa, mas existem inúmeros outras alterações associadas a este sintoma, como problemas vasculares, neurológicos e de outros hormônios, que não a testosterona.

Vale lembrar ainda que não são todos os homens que entram na andropausa e sentem diminuição do prazer, segundo a urologista e terapeuta sexual Sylvia Faria Marzano. “Na verdade, mesmo nessa fase, o prazer continua o mesmo, o que altera é a necessidade de buscar o prazer. As relações sexuais podem ficar mais espaçadas sem que isso possa interferir na vida a dois, a não ser que haja cobrança e desconhecimento sobre o assunto”.

Tratamento

O tratamento da andropausa consiste em aplicar testosterona ou medicamentos que aumentem a produção deste hormônio pelos testículos. A testosterona pode ser administrada por via injetável, em gel ou adesivos transdérmico.

De acordo com Ricardo Meireles, todos os homens que apresentem níveis baixos de testosterona e sintomas compatíveis com a andropausa devem ser tratados, exceto se houver contraindicações, como câncer de próstata ou de mama masculina.

“Outras condições que contraindicam a reposição hormonal são a apneia do sono, a poliglobulia (excesso de glóbulos vermelhos), a epilepsia e a insuficiência cardíaca descompensada. Estas, entretanto, são contraindicações relativas que, quando tratadas, não impedem a reposição. Os níveis sanguíneos da testosterona devem ser mantidos dentro dos limites da normalidade”, avisa o presidente da SBEM.

Mudanças de hábitos

Como os homens podem sofrer perda de massa muscular e acúmulo de gordura na região abdominal, o ideal é manter a alimentação sempre saudável.

Segundo os médicos, não há um alimento específico para ser indicado, mas o excesso de peso pode agravar a deficiência do hormônio masculino. Já o emagrecimento, ajuda a normalizar os níveis de testosterona.

Como lidar

Para passar pela andropausa da melhor maneira, é preciso ser paciente e ter uma parceira compreensiva. “As mulheres começam a cobrar muito o desempenho masculino, o que faz com que o homem fique emocionalmente afetado e cada vez mais ansioso em relação à sua performance sexual”, alerta Sylvia Marzano.

Por isso, de acordo com a terapeuta sexual, é fundamental conhecer as mudanças físicas e emocionais do envelhecimento masculino e prevenir possíveis disfunções durante consulta anual com urologista.

“Em relação ao relacionamento sexual, a dica é não ter a expectativa de eterna juventude e lembrar que uma boa conjugalidade se consegue com novidades, individualidade, namoro sem sexo, para a manutenção do erotismo e consequentemente da atividade sexual”, afirma Sylvia.

FONTE:  Fernanda Frozza (Terra)

Menopausa X Andropausa

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Menopausa X Andropausa

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FONTE:http://www.saudemedicina.com/andropausa-mal-que-atinge-os-homens/

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Diagnóstico e Tratamento da Andropausa

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Diagnóstico da Andropausa

Embora a andropausa masculina seja mais comum por volta dos 50 a 55 anos, alguns homens podem entrar nesta fase da vida mais cedo e, nesse caso, ocorre andropausa precoce.(falaremos mais em outro post).

O diagnóstico da andropausa é feito através:

  • Exame de sangue: no exame de sangue são avaliados os níveis de testosterona total no sangue e, se o valor estiver abaixo de 300 mg/dl ou 6,7mg/dl³ pode indicar que o homem está na andropausa;
  • Observação dos sintomas: o homem com andropausa deverá ter vários dos sintomas de andropausa, como diminuição do interesse sexual, alterações de humor, perda de força e massa muscular.

Tratamento da andropausa

O tratamento da andropausa tem como objetivo diminuir os sinais e sintomas provocados pela andropausa, devido à redução da testosterona, sendo geralmente, aconselhado fazer reposição hormonal masculina através de remédios ou injeções, como Fluoximesterona, especialmente em homens que sentem as alterações da andropausa de forma mais intensa.

Em aluns casos, quando o homem tenha problemas no contacto intimo devido a dificuldade na ereção, o médico pode aconselhar o uso de Viagra ou Cialis, por exemplo.

Além disso, é muito importante ter um estilo de vida saudável como:

  • Ter uma alimentação saudável;
  • Manter a prática de exercício físico regular;
  • Dormir bem;
  • Evitar fumar;
  • Manter uma vida sexual ativa.

Estas recomendações ajudam a retardar ou mesmo impedir o aparecimento da deficiência de testosterona e seus sintomas.

FONTE:http://www.tuasaude.com/andropausa/

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O que é Andropausa?

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O que é Andropausa?

Andropausa não é uma doença e faz parte de um processo natural do envelhecimento. Ela afeta de 10% a 30% dos homens acima dos 60 anos de idade. Em alguns casos aparece precocemente por volta dos 40.

O tratamento melhora os sintomas e a qualidade de vida. O problema é que muitos da ala masculina ainda desconhecem a doença. 

Os hormônios masculinos são produzidos, na sua maioria, nos testículos e pequena porção nas glândulas supra-renais. A produção com êxito desses hormônios está invariavelmente ligada a integridade do eixo hipotálamo-hipófise-gonadal, sistema que integra o hipotálamo no cérebro, a glândula hipófise, também no cérebro e as gônadas.

A saúde sexual pode ser avaliada como um mecanismo que levará a conclusões sobre a saúde do homem. As dosagens anuais da testosterona, o hormônio masculino que começa a declinar a partir dos 45 e 50 anos, são de muita relevância. A diminuição dos hormônios no processo de envelhecimento do homem, sobretudo da testosterona, o principal hormônio do sexo masculino, ainda é pouco abordado entre o público em questão.

A queda do hormônio masculino não acomete o homem, como a mulher, pois o distúrbio androgênico do envelhecimento masculino (DAEM) não é um processo generalizado. Segundo pesquisas científicas, 33% dos homens acima dos 60 anos sofrerão desse mal, devido à diminuição da produção do hormônio masculino,testosterona.

Outro fator preocupante para os homens é o aumento dos hormônios femininos chamados estradiol. Eles também são encontrados no corpo masculino, e se as doses estiverem elevadas… Bom, se você conhece alguém nestas condições é melhor levá-lo ao médico! A reposição hormonal é muito indicada nestes casos.O que acomete a saúde masculina é um tipo de hipogonadismo, ou queda do hormônio masculino pelos testículos, e quando essa queda é acentuada, é um fenômeno conhecido como Andropausa. A testosterona sérica apresenta um declínio gradual e progressivo com o envelhecimento.

  • André Cavalcanti (CRM: 5258243-7), urologista da Sociedade Brasileira de Urologia (Seccional RJ) e coordenador do Centro Integrado de Saúde do Homem, no Rio de Janeiro
 http://www.minhavida.com.br/saude/videos/11284-o-que-e-andropausa
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Andropausa – Menopausa Masculina!

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Andropausa – Menopausa Masculina!
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A andropausa, também conhecida por menopausa masculina, é a diminuição lenta da testosterona no sangue, que é o hormônio responsável por controlar o desejo sexual, a ereção, a produção de espermatozoides e a força dos músculos.
 

Geralmente, a andropausa surge por volta dos 50 anos e, é parecido com a menopausa na mulher, causando sintomas como redução do desejo sexual, perda de massa muscular e alteração de humor, por exemplo.

Embora, a andropausa seja uma etapa normal do envelhecimento do homem, ela pode ser controlada através da reposição de testosterona através de remédios como Androgel, por exemplo, prescritos pelo endocrinologista ou urologista.

Sintomas de andropausa

Os sinais e sintomas da andropausa incluem:

  • Diminuição do interesse sexual;
  • Dificuldade na ereção;
  • Diminuição da produção de espermatozoides, podendo levar a infertilidade;
  • Alterações de humor;
  • Calor e suores;
  • Cansaço;
  • Perda de força e massa muscular;
  • Acúmulo de gordura abdominal;
  • Pele seca, especialmente nos cotovelos e joelhos;
  • Crescimento reduzido da barba e redução dos pelos no resto do corpo.

Além destes sintomas, a andropausa masculina pode afetar emocionalmente o homem, manifestando-se com o aumento da irritabilidade, dificuldade de concentração, ansiedade e, em alguns casos depressão. 

Porém, como a andropausa acontece muito lentamente ao longo de vários anos, é comum que o homem não identifique estes sintomas como sinais de andropausa.

FONTE:http://www.tuasaude.com/andropausa/

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