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Mulheres da terceira idade apostam no balé para definir o corpo

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Mulheres da terceira idade apostam no balé para definir o corpo

A psicanalista Maria Virgínia Eggers vive o sonho de ser uma bailarina aos 57 anosMulheres da terceira idade apostam no balé para definir o corpo Mateus Bruxel/Agencia RBS

Foto: Mateus Bruxel / Agencia RBS

Ficar na ponta do pé, graciosamente, e erguer o próprio corpo a partir do estômago, tomando consciência de cada movimento são vitórias que Maria Virgínia Eggers conquistou aos 57 anos. Em busca de um corpo mais feminino, mais saúde e de uma atividade que a fizesse feliz, a psicanalista se apaixonou pela dança que hoje faz parte da sua rotina. De segunda a sexta, Virgínia chega ao estúdio de balé, depois de um dia inteiro de trabalho, troca o sapato pela sapatilha de ponta, a calça social pelo saiote e encontra com as colegas do balé adulto.

Tudo começou no pilates. A fisioterapeuta Letícia Krensinger, que também é bailarina, mesclava movimentos dos dois exercícios e viu o potencial de Virgínia. Em poucos meses, ela perdeu a aluna e ganhou uma nova colega.

– Eu realmente amo o balé. Eu descobri que posso fazer coisas que jamais imaginei que tinha capacidade. Hoje, já ando na ponta do pé. Muitas vezes, a aula termina e nossa turma continua se exercitando, repetindo os passos. Tudo pelo prazer de continuar dançando – conta Virgínia.

Há poucas lesões que impedem alguém de começar a fazer balé quando adulto. O exercício fortalece o corpo com movimentos graciosos. Não há aquela dor do dia seguinte como na musculação. Quem faz, na verdade, sempre quer mais e mais.

– O balé trabalha o corpo de maneira completa, global. Fortalece os músculos sem provocar o encurtamento, como a musculação. Além disso, fortalece o cérebro quando exige coordenação motora e equilíbrio. Até quem acha que pode ter a coordenação e o equilíbrio comprometidos pela idade pode sentir resultados positivos, nesse sentido – explica a fisioterapeuta.

O mito de que apenas crianças podem começar a dançar não é verdadeiro. Virgínia teve poucas aulas quando tinha sete anos, mas logo teve que parar. Ao longo dos 50 anos que passaram até o reencontro com a dança, ela lembrava com nostalgia dos primeiros passos. Quando voltou ao balé, começou nas aulas de “Barre-Terre”, uma versão no solo de exercícios que, geralmente, são feitos na barra. São exercícios que usam técnicas do balé clássico para condicionamento do corpo que fortalecem pernas, tornozelos, pés e costas. Em pouco tempo, Virgínia quis mais e começou a fazer aulas de balé clássico para adultos, depois se matriculou também no balé na ponta e hoje, se pudesse, dançaria todos os dias.

– Eu saio da aula super bem. Eu chego nas aulas cansada do dia cheio, mas saio revigorada. Há quem ache um absurdo uma mulher de 57 anos dançando balé. Eu acho lindo. A ponta é a parte mais difícil, porque é preciso sustentar o corpo na ponta do polegar.

Como poderia ser um absurdo? Virgínia é uma jovem mulher com vitalidade e energia de uma menina. A cada nova aula consegue fazer com que o próprio corpo superar limites.

– O corpo dela mudou bastante, está mais definido, mais feminino. O balé não faz o corpo hipertrofiar nem inchar. É um esporte tão completo quanto à natação. Dançar duas vezes por semana corresponde ao dobro de vezes na musculação – explica Krensinger.

Virgínia perdeu oito centímetros de cintura em poucos meses de aula. Sem perceber, as alunas perdem peso quando a técnica é bem aplicada. A psicanalista levou mais do que a parte saudável para a vida pessoal e profissional. O rigor e a seriedade das aulas também têm ensinado muito.

– A psicanálise é também uma profissão belíssima e difícil, assim como o balé. Ela é abstrata, é artesanal, cada dia surpreende. Levo a leveza do balé para minha profissão. O balé humaniza, é lúdico e eu trabalho com crianças e saber isso é fundamental. Os dois me ensinam a ser uma pessoa melhor.

Exausta, ao final da aula, ofegante, Virgínia sua depois de duas horas de aula sem um minuto de descanso. Ela chega em casa depois das 22 horas e logo cedo está de pé, sem dor, pronta para um dia inteiro no trabalho, contando cada minuto para que à noite se aproxime e uma nova aula comece e novos passos sejam repetidos.

FONTE:http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/vida/melhor-idade/noticia/2014/12/mulheres-da-terceira-idade-apostam-no-bale-para-definir-o-corpo-4659776.html

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Atividade física pode ajudar a saúde mental de idosos

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Atividade física pode ajudar a saúde mental de idosos

Pesquisa diz que a prática de exercícios que aumentam o desempenho cardiorrespiratório tem impacto positivo no cérebro

Atividade física pode ajudar a saúde mental de idosos StockLite/Shutterstock

Foto: StockLite / Shutterstock

 

O desempenho cardiorrespiratório pode impactar positivamente a estrutura da matéria branca no cérebro de pessoas idosas. Os resultados de um estudo feito pela Universidade de Boston afirmam que exercícios físicos podem ser recomendados para ajudar a evitar problemas relacionados à estrutura do cérebro de pessoas mais velhas.

A pesquisa, apresentada no Annals of Clinical and Translational Neurology, é a primeira a mostrar a relação entre atividade física e o desemprenho mental de idosos. Porém, os mesmos resultados são se aplicam à adultos mais novos.

Os pesquisadores analisaram pessoas com idades entre 18 e 31 anos e idosos entre 55 e 82 anos. Todos os participantes passaram por uma ressonância magnética de seus cérebros e, além disso, o desempenho cardiorrespiratório – coração e pulmões – foram avaliados enquanto as pessoas corriam em uma esteira. Os pesquisadores concluíram que o funcionamento desses órgãos está positivamente relacionado à estrutura integrada nos feixes de fibras de matéria branca nos cérebros das pessoas idosas. A mesma associação não foi feita com adultos mais novos.

— Atividades físicas responsáveis pela melhora no desempenho cardiorrespiratório, como caminhadas, são de baixo custo e acessíveis, podem melhorar a qualidade de vida, atrasar o declínio cognitivo e prolongar a função independente — afirma Scott Hayes, da Universidade de Boston.

O pesquisador acredita que o estudo possa influenciar a motivação de idosos para a prática de exercícios físicos, impactando o bem-estar, a saúde, o humor e a cognição.

 

FONTE:http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/vida/bem-estar/noticia/2015/04/atividade-fisica-pode-ajudar-a-saude-mental-de-idosos-4749501.html

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Idade virtual: Jovens+50 consomem internet cada vez mais

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            Idade virtual: Jovens+50 consomem internet cada vez mais

Usar a internet, ter perfil nas redes sociais e aproveitar as facilidades dos smartphones não são privilégios apenas dos jovens e adultos das novas gerações. Assim como os pequenos e as pequenas aprendem desde cedo a dominar o uso de dispositivos móveis, os que pertencem à chamada terceira idade também se mostram cada vez mais familiarizados com as novas tecnologias.

De acordo com os números divulgados pela Infobase Interativa, 66 % dos idosos no Brasil usam a internet regularmente, seja para realizar compras online, acessar as redes sociais ou adquirir produtos específicos. Se considerarmos o uso de aparelhos celulares, os índices são ainda mais altos: cerca de 97% dos idosos na faixa dos 60 anos possuem um celular.

 

INFOGRAFICO IDADE VIRTUAL

FONTE:http://www.mobifeed.com.br/idade-virtual-idosos-brasileiros-consomem-internet/

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Número de internautas idosos dobra no período de 5 anos

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Número de internautas idosos dobra no período de 5 anos

BRASIL: Número de internautas idosos dobra no período de 5 anos
A terceira idade está cada vez mais conectada à rede mundial de computadores. O suplemento especial da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) 2013, divulgado, nesta semana, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aponta que o número de internautas com 60 anos ou mais na região Sudeste saiu de 7,7% para 17,1% do total da população nesta faixa etária entre 2008 e há dois anos. Ou seja, o levantamento revela que usuários idosos da tecnologia online mais que dobraram em cinco anos.

Caso esse percentual fosse aplicado à população com essa idade, verificada, em Uberlândia, pelo Censo 2010 do IBGE, para uma projeção, o Município do Triângulo Mineiro contaria com, ao menos, 13.020 dos 76.145 residentes locais com mais de 60 anos conectados ao universo da internet. Esse fenômeno de elevação, segundo o antropólogo e sociólogo Sebastião Vianney, representa um movimento de inserção social buscado pelos novos idosos, que teriam vivido a juventude nos anos 50 e 60 e participaram, de certa forma, de rupturas e mudanças na sociedade naquela época.

“São pessoas que adotaram o conceito de envelhecimento físico, mas não mental. Querem continuar participando das inovações e isso proporciona uma ressignificação da vida. Faz sentido continuar vivendo para acompanhar as mudanças”, disse Vianney, apontando que esse panorama pode ser positivo ao proporcionar atividade psíquica saudável aos idosos e, consequentemente, mais longevidade.

E esse movimento de integração à tecnologia, de acordo com a pesquisadora e coordenadora do núcleo de Atividade Física e Recreativa para a Terceira Idade (Afrid), da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), Geni Araújo Costa, proporcionou um nível de comunicação mais intenso entre este grupo e os mais jovens. “Informática vence barreiras. O idoso que tem esse suporte social se sente inserido e equilibrado”, disse.

Aposentada usa computador há dez anos

O aumento no número de idosos que se mantêm conectados na internet na região Sudeste deve se multiplicar exponencialmente nos próximos anos, afirma a pesquisadora e coordenadora do núcleo de Atividade Física e Recreativa para a Terceira Idade (Afrid), da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), Geni Araújo Costa.

“As próximas gerações a entrarem na terceira idade não vão ter de aprender a dominar a ferramenta tecnológica como ocorre com os idosos de hoje, que, em sua maioria, precisaram fazer isso”, disse, lembrando que os futuros idosos já terão o conhecimento necessário da web.

A aposentada Nádua Palis Portilho, que não revela a idade, mas afirma já ter filho com 60 anos de idade ou mais, é uma das mulheres que passaram a utilizar a internet após entrar na terceira idade. Segundo ela, o uso de computadores e web começou há dez anos. “Sempre me considerei curiosa e atrevida. Sou viúva e meu filho mais novo saiu de casa e acabei usando a informática para me comunicar, distrair, ler e pesquisar”, disse.

Nádua Portilho afirmou que está tão inserida no mundo da rede mundial de computadores que, às vezes, fica online até as 4h. “Faço desenhos nos programas de computador. Também uso smartphone para transações bancárias”, afirmou, lembrando que tem um grupo de amigas de longa data que também são adeptas da informática.

Fonte: Rádio Mundial Web  – http://www.radiomundialweb.net/noticia/3859/numero-de-internautas-idosos-dobra-no-periodo-de-5-anos/
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Não se considerar idoso aumenta as chances de felicidade

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Não se considerar idoso aumenta as chances de felicidade

Otimistas com o futuro, eles esperam viver mais tempo do que a expectativa de vida média do brasileiro

Não se considerar idoso aumenta as chances de felicidade, diz pesquisa Lu Calegari/Agencia RBS

A pesquisa Felizômetro de 2014 revelou que as pessoas com mais de 60 anos estão mais felizes na terceira idade. Oito em cada dez entrevistados se consideram satisfeitos com seu modo de vida atual. O estudo foi realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) com 632 pessoas que já passaram dos 60.

O levantamento indicou que felicidade e saúde são questões inseparáveis para o grupo e que evitar rótulos é um dos fatores mais importantes para se sentir feliz.

– A questão não é chegar aos 60, mas não se sentir velho. Todos passamos por transformações que são normais e esperadas no corpo, como se sentir mais lento, precisar de óculos. Quem passa chega à terceira idade e não dá valor às pequenas perdas naturais vai se sentir melhor consigo mesmo e, por consequência, mais feliz – aponta Simone Bracht Burmeister, psicóloga especializada em terceira idade.

Outra constatação curiosa da pesquisa é que enquanto o IBGE estima em 81,6 anos a expectativa atual de vida da população brasileira com mais de 60 anos, os idosos entrevistados dão a si mesmos uma expectativa maior: 89 anos de idade.

– Os idosos não vivem mais simplesmente por viver, eles esperam passar por coisas mais interessantes, ter uma vida melhor. Eles sabem que não precisam mais viver uma vida correndo, podem fazer as coisas de outro jeito. Quando aceitamos melhor nossas limitações, passamos a entender que a vida pode ser vivida com mais qualidade – diz Burmeister.

Encarar a vida de forma positiva é uma das características mais marcantes das pessoas que já têm 60 anos. O estudo revela que a maioria dos entrevistados (62%) acredita ser mais otimista hoje em dia do que no passado e 36% declaram ter ficado mais vaidosos com o passar do tempo.

Além da saúde e do sentimento de não pertencimento ao grupo de terceira idade, outros fatores destacaram-se como importantes para aumentar as chances de atingir a felicidade. O índice ‘Felizômetro” mostra que a independência na hora de consumir (14,5%), o fato de não precisar fazer empréstimos para adquirir produtos que não tinham acesso antes (13,9%), ter condições de gerir as próprias contas livremente (7,6%) e manter uma vida financeira melhor do que no tempo em que eram jovens (6,8%) são outros fatores que pesam consideravelmente para aumentar a probabilidade de ser feliz na vida dos idosos.

Aproveitar o tempo livre também parece ser importante. Entre as ações que conduzem a uma vida mais feliz, atividades de lazer realizadas com muito mais frequência podem impactar em até 6,3% as chances de satisfação com o modo de vida.

– Nesse sentido, a família é muito importante. Não é preciso ter os filhos próximos ou vê-los frequentemente, mas manter contato, ter convívio social com amigos melhora a qualidade de vida – conta a psicóloga.

Ao mesmo tempo em que valorizam a diversão, os entrevistados mostram que os rumos da vida profissional têm peso na consolidação da própria felicidade: esse ponto  tem potencial para elevar a probabilidade de felicidade em 5,6%.

– É fato que quem tem atividades sociais, que podem ser continuar trabalhando como também fazer voluntariado ou participar de clubes gourmet. Quem se sente ocupado, é mais feliz, mas a ocupação não precisa ser necessariamente formal, ela precisa dar autonomia. Autonomia é fator chave da felicidade para quem está numa fase cuja imagem é construída como alguém improdutivo.

FONTE: http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/vida/melhor-idade/noticia/2014/11/nao-se-considerar-idoso-aumenta-as-chances-de-felicidade-diz-pesquisa-4645305.html Foto: Lu Calegari / Agencia RBS

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Saiba como o equilíbrio agora pode determinar sua vida na terceira idade

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Saiba como o equilíbrio agora pode determinar sua vida na terceira idade

É importante entender como os nossos hábitos hoje em dia podem determinar como será a nossa vida na Terceira Idade

vida na terceira idade

É do conhecimento de todos que a alimentação e o estilo de vida influenciam nossa qualidade de vida e longevidade. Estudos apontam que o estilo de vida até os 50 anos determina nossa qualidade de vida após os 65 anos. Uma pesquisa americana realizada durante 60 anos conclui que os bons hábitos iniciados cedo podem mudar o nosso futuro.

Entre os principais hábitos estudados estão: comer de forma moderada; baixa ingestão de gordura, associada a exercícios regulares; evitar o fumo; controlar o álcool; e dizer não ao sedentarismo. Além disso, foi apontado ainda que o cultivo de amizades, relacionamentos amorosos estáveis, incluindo uma boa atividade mental e monitoramento do stress (+ bom humor), aumenta a chance de ser 10 (dez) vezes mais saudável e feliz na terceira Idade.

O que pode comprometer a qualidade de vida na terceira idade:

vida na terceira idade

Benefícios da modernidade: Maior comodidade e praticidade alimentar; rapidez; melhor conservação dos alimentos; diversidades, etc.

Malefícios da modernidade: Aumento de  doenças associadas com a alimentação (por excesso ou deficiência). Exemplo: Obesidade; hipertensão; colesterol e triglicérides elevados; diabetes; fadiga; anemia; osteoporose; depressão; alterações gastrintestinais; baixa imunidade; etc.

http://doutissima.com.br/2014/05/14/e-o-futuro-saiba-como-o-equilibrio-agora-pode-determinar-sua-vida-na-terceira-idade-55475/

 

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Hábitos que você deve largar agora se deseja viver mais!

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pessoasmadurasAlguns hábitos de vida devem ser evitados se você quer viver muito e com qualidade. Não importa se você tem 20, 40 ou 70 anos, há inúmeras atitudes que você pode tomar se deseja viver mais tempo. Além dessas, existem também ações que você NÃO deve fazer. Alguns hábitos podem prejudicar imensamente sua qualidade de vida e impactar de forma muito negativa a longevidade. Não importa sua idade, esses costumes devem ser sempre evitados.Confira algumas dicas para ter longevidade:

1) EVITE COMIDAS PROCESSADAS

Nos últimos 30 anos, a maior parte da população tem incluído em sua dieta o consumo de comidas processadas. Esse hábito faz com que os níveis de sódio, gordura saturada eaçúcar aumentem. O resultado é mais doenças cardiovasculares, hipertensão, câncer e diabetes. Faça um favor ao seu corpo e coma comidas saudáveis, feitas em casa e que contenham calorias ricas em nutrientes e fibras.

2)PARE DE FUMAR

Alguns estudos sugerem que fumar pode “roubar” até 10 anos da sua vida. Mantenha em mente que não apenas você, mas também seus familiares e as pessoas de seu convívio irão ser beneficiadas se você deixar o cigarro.

3) ELIMINE O SEDENTARISMO

Um estudo publicado em 2011 descobriu que 15 minutos de exercício diário com intensidade moderada podem acrescentar até três anos de vida aos indivíduos. O mesmo serve para pessoas obesas e com doenças cardiovasculares. Os resultados também indicaram que, ao se exercitar por 30 minutos, o acréscimo alcançado era de até quatro anos.

4) NÃO SEJA RANCOROSO

Quando você está estressado ou nervoso, os níveis de cortisol aumentam no sangue, causando danos ao seu coração, metabolismo e sistema imunológico. Além disso, taxas altas desse hormônio já foram associadas ao aumento de mortalidade em diversos estudos. Aprender a perdoar é difícil, mas seu corpo ficará imensamente grato.

5) SEJA SOCIÁVEL

Relações sociais saudáveis são excelentes aliados na busca pela longevidade. Do outro lado, relações negativas podem colocá-lo em um estado mental ruim e aumentar os riscos dedepressão e até mesmo de ataque do coração. Conversar com as pessoas, compartilhar experiências e contar com o apoio de amigos pode fazer com que os momentos difíceis da sua vida sejam muito mais suportáveis.

6) PEQUENAS MUDANÇAS CONTAM (MUITO!)

Quando for mudar hábitos em sua vida, não foque-se apenas em mudanças radicais. Elas podem ser inspiradoras, mas também desmotivá-lo em longo prazo. Procure fazer mudanças pequenas e arrisque passos maiores na medida em que alcançar seus objetivos. Por exemplo, se sua meta é comer de forma mais saudável, não vire vegetariano de uma hora para outra, faça lanches naturais ao invés de comer hambúrgueres e mude sua dieta aos poucos, para que ela possa se adaptar a sua rotina.

7) ABANDONE O MEDO E A NEGAÇÃO

Ser uma pessoa consciente pode ser uma das principais características que você deve desenvolver se deseja viver mais. Pessoas conscientes não têm medo de fazer mudançasporque sabem que estas irão trazer conseqüências positivas para suas vidas. Indivíduos assim não costumam procrastinar ou negar situações, mas enfrentam seus defeitos e adversidades de forma genuína e transformadora.

8) DURMA DE VERDADE

Uma boa noite de sono pode ajudá-lo a combater o estresse, doenças do coração e a depressão. Dormir pouco (menos de 6 horas) ou muito (mais de 9 horas) pode colocar as pessoas em risco de morte, de acordo com estudos epidemiológicos.

9) NÃO SEJA ESTRESSADO

Da mesma forma como a raiva e o rancor, o estresse pode ter impactos enormes em seu tempo de vida. Ao reduzir o estresse, você aumenta a qualidade de vida e a saúde a longo-prazo.

10) PARE DE CULPAR SEUS GENES

Avós e antepassados que viverão até ou mais que os 90 anos não são um indicativo factual de que você irá viver tanto tempo também. Estudos sugerem que seus genes podem ser responsáveis por até um terço de seu potencial de longevidade. Fatores externos como exercícios, dieta, ambiente em que você vive, níveis de estresse, exposição a toxinas, entre outros têm um impacto significativo em quanto tempo você irá viver.

FONTE:http://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2012/04/11/922704/10-dicas-viver-mais.html

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7 dicas essenciais para viver mais e melhor

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 7 dicas essenciais para viver mais e melhor

De acordo com o geriatra Renato Maia, o estilo de vida é primordial para quem procura elevar a qualidade de vida. Viver muito e viver bem.

A genética anuncia novas descobertas. Os especialistas já chegaram a um consenso: a receita mais eficiente depende de algumas dicas simples, que podemos adotar em qualquer idade.

Confira as 7 Dicas:

 

Dica 1: se sentir útil

“Quem é útil tem o que fazer, tem lições, tem atividades. Ser lembrado por isso mantém a pessoa viva, mantém a pessoa alegre e a convida a viver muito tempo.”

Dica 2: atividades físicas

“Eu diria que a atividade física também está incluída nesse pacote de vida longa, porque ela também gera alegria e satisfação, ao mesmo tempo em que gera benefícios para o organismo.”

Dica 3: bom humor

“É preciso ver a vida com bom humor. Muitas pessoas olham a vida procurando ressaltar as dificuldades, mas um dos melhores fatores de viver muito bem é a capacidade de enfrentar e superar as adversidades da vida.”

Dia 4: saber perdoar

“Mágoa mata. É preciso ficar livre das magoas, tornar a vida mais leve, saber perdoar. Quando perdoamos, é claro que o outro se beneficia, mas o maior beneficiado somos nós mesmos.”

Dia 5: comer menos

“As pesquisas que mostram que as restrições calóricas, ou seja, a diminuição das calorias no alimento, aumentam o tempo de vida. Então, não comer muito.”

Dica 6: coma peixe pelo menos duas vezes por semana

“A dieta mais apreciada em relação à longevidade é a Dieta do Mediterrâneo, que tem peixe, um pouquinho de arroz, verdura, legume e muito azeite.”

Dica 7: dormir bem

“Viver muito não é uma promessa. Viver muito já é uma realidade para todos nós. Nosso compromisso agora não deve ser apenas viver muito, é fundamentalmente viver bem.”

Fonte:http://g1.globo.com/globo-reporter/noticia/2010/08/confira-sete-dicas-essenciais-para-viver-mais-e-melhor.html

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Como emagrecer aos 50 anos

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Como emagrecer aos 50 anos

Após chegarem à menopausa a maioria das mulheres tem tendência a ganhar volume ou na zona abdominal ou nos quadris e coxas, devido à menor produção de estrogénios. E devido às alterações hormonais, perder estes quilos extras pode tornar-se ainda mais difícil, especialmente quando o próprio organismo dificulta esta tarefa.

Torna-se, pois, fundamental perceber qual o tipo de dieta alimentar mais adequada a este período tão sensível da vida de uma mulher para que esta passe a conhecer quais os alimentos essenciais e quais os dispensáveis.
Com 50 anos, a mulher não tem as mesmas ambições que tinha com 30 ou 40. Já conhece as limitações de seu corpo e também as que são impostas pela idade, mas ainda tem muita energia e disposição. Dessa forma, pode ter um corpo saudável, bonito e esbelto, desde que siga alguns cuidados especiais com a alimentação e pratique atividades físicas regularmente.
Se esses hábitos já estão incorporados à rotina, tudo fica ainda mais fácil. Porém, nunca é tarde para iniciar e, com persistência, é possível obter ótimos resultados.

Emagrecer quando se chega a menopausa

A essa altura, algumas mulheres já estão na menopausa e enfrentam sintomas como os calores. As hormonas estão em baixa e podem surgir depressões e também o diagnóstico de algumas doenças como a osteoporose, que atinge um grande número de mulheres. O quadro parece desalentador, mas apesar de todos esses entraves, é possível ter uma vida saudável e um corpo bonito. Sendo que a alimentação saudável e as atividades físicas são a chave para o sucesso, nessa e em qualquer outra idade.
De entre as atividades físicas, a musculação e a hidroginástica são as mais indicadas, pois fortalecem a musculatura, desenvolvem massa muscular magra e garantem a funcionalidade do corpo. Contudo, quem preferir os exercícios aeróbicos deve evitar os de impacto, para proteger as articulações. Pilates também é uma excelente opção de atividade física nessa época.

Alimentação quando se chega aos 50 anos

Quanto ao à alimentação, nessa idade uma pessoa já estabeleceu um padrão alimentar. Se ele é saudável e equilibrado e você está com o corpo em dia, deve seguir sua dieta. Entretanto, se estiver ostentando alguns quilos a mais, é chegada a hora de mudar os seus hábitos e incluir no seu menu porções de frutas, verduras e legumes diariamente, mas sem nunca esquecer de proteínas magras como peixe, frango sem pele, soja e seus derivados, cogumelos, iogurte e queijos magros, cereais integrais ealimentos enriquecidos com fibras. Além de evitar os alimentos industrializados e as gorduras saturadas, deverá diminuir os açúcares e eliminar refrigerantes e frituras.

Em jeito de conclusão, seguem umas dicas rápidas e curtas que ajudarão nesta missão:

  • Primeiro defina o seu objetivo. Crie metas, mas metas realistas que você possa cumprir nada de querer perder 5 kg em um dia.
  • Tenha controle. Tudo que você precisa fazer é estar ciente do que come e mostrar ter bom senso. Comece eliminando doces e álcool.
  • Não coma nas 3 horas antes de se deitar e evite beber muito liquido, assim não correrá o risco de acordar a noite e prejudicar seu sono.

FONTE:http://sosfisio.blogspot.com.br/2013/01/como-emagrecer-aos-50-anos.html

 

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Tudo é possível aos 50 anos?

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Tudo é possível aos 50 anos?

noVivemos num momento histórico e social que pode ser entendido como único na história da humanidade: estamos falando das possibilidades que a longevidade nos propicia. E com esta premissa, começamos a pensar nas pessoas que estão na década dos 50 e podem tantas coisas. O que seriam e onde estariam todas estas grandes e importantes condições?

Há algumas décadas, ter 50 anos era percebido como um momento do envelhecer e isto era considerado normal, pois as pessoas não tinham estas novas possibilidades de viverem tanto tempo e com muitos recursos. A medicina, aliada a mudanças de comportamento com a alimentação e a realização de exames periódicos, aliados a uma maior preocupação com as questões emocionais e psíquicas, tem ajudado nesta conquista de uma vida maior e, para alguns, melhor.

As mulheres que hoje adentram nesta década ou mesmo as que estão vivendo os seus 50 e poucos – ou muitos – tem percebido o quanto de potência de vida, de beleza de transformação, tem feito parte deste momento. O interessante é observarmos as mulheres que tem sido mostradas também neste nosso universo midiático como sedutoras, belas e vivendo também de uma forma boa e prazerosa a sua sexualidade.
As nossas protagonistas de filmes e histórias na TV também são mulheres que tem e tiveram uma trajetória marcada por filhos, carreira, lar e algumas vivem o momento avó com muita paixão e encantamento sem que com isto fiquem afastadas de sua imagem interna de mulher que vai atrás de seus desejos.

As próprias mulheres muitas vezes não se dão conta da força e energia transformadora que pode eclodir neste momento onde todos achavam que os calores da menopausa a manteriam calma. Esta nova mulher que carrega dentro de si a capacidade de se reconectar com seu passado, aceita sim as transformações do tempo. Tempo este que lhe dá também uma possibilidade de escolher como pode ser esta fase, que cuidados em relação a sua saúde deve ter, como repensar relacionamentos afetivos que talvez nem supram mais nada dentro de seu imaginário.

Ter essa condição de maturidade também abre um espaço para que esta nova mulher de 50 possa se olhar no espelho e entender o que o seu olhar procura. Qual o significado de algumas marcas e que histórias ainda pretende terminar, que capítulos de sua vida já concluiu e o que ainda gostaria de apagar.

Ela vai também em busca de antigos sonhos, que ficaram guardados em algum lugar de seu passado, e se achar que vale a pena pagar o preço: talvez pague o preço de experimentar algo que julgava desaparecido. Que mulher é esta que busca o seu lugar, lugar de beleza, lugar de amor, lugar de luta, lugar de transformar?

Este “novo tempo” onde muito ou quase tudo é possível amplia o universo feminino, dando condições para que esta mulher que hoje é fruto de tantas transformações possa ser vista como bela e desejável. Sem querer parecer superficial ou leviana, falar de beleza tem a ver com a estética da maturidade que se instaura ocupando sim um lugar a ser buscado.

Parece que o estereótipo da “mulher envelhecida” e que não tem mais acesso ao universo do desejo e do desejar está cada vez mais podendo se impor com novos formatos e diferentes coloridos. Esta possibilidade de se perceber também como desejada e “desejante” reascende antigas memórias emocionais que para muitas pareciam não mais existir.

A questão da temporalidade se instaura abrindo um caminho no qual muito do que passou pode ser pensado com novas significações e porque não o: “Outros arranjos”. Desta forma, esta fase da vida reconecta a questão da idade cronológica com a idade emocional.

Deste novo entrecruzar dos tempos, passa também a se abrir um espaço emocional, psicológico e nas relações afetivas que esta “ mulher de 50” vai desenvolver com o mundo. Mas, claro, antes ela precisa realmente saber quem ela é.

 

FONTE: Dorli Kamkhagi, doutora em Psicologia Clínica e Mestre em Gerontologia pela PUC-SP e colaboradora do Laboratório dos Estudos do Envelhecimento e Hospital Dia do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo.

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