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8 truques surpreendentes para emagrecer sem pensar

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8 truques surpreendentes para emagrecer sem pensar

  • Crédito: ThinkstockEmagrecer pode não ser tão difícil quanto parece; veja oito dicas

Emagrecer de maneira fácil e sem precisar mergulhar em dietas super restritivas seria o sonho de qualquer um. E, segundo Brian Wansink, diretor do Laboratório de Alimentos da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos, perder peso ‘sem pensar’ é algo possível.

Para isso, seriam necessárias apenas algumas mudanças nos hábitos diários que nos ajudariam a comer menos. As recomendações são baseadas nos estudos de Wansink e sua equipe, publicadas no livro “Slim by Design”.

O especialista acredita que nossas vidas são muito ocupadas e que temos pouca força de vontade para conseguir perder peso por um esforço consciente e contínuo.

A melhor solução, portanto, é incorporar uma série de mudanças que nos façam comer menos sem esforço. A BBC apresenta aqui alguns truques para conseguir isso.

 

1- Sirva seu prato direto no fogão, longe da mesa.

Este pequeno truque te ajudará a comer cerca de 19% a menos de comida por dia – a mudança é maior nos homens.

O motivo, segundo o pesquisador, é que se a comida fica na mesa, é provável que alguma das pessoas que está comendo repita o prato – em geral, a que terminar primeiro.

2- Guarde os cereais no armário e coloque os mais saudáveis à frente

Uma pessoa que mantém os cereais à vista pesa, em média, cerca de 9,5kg a mais do que as que não fazem isso.

“O engraçado é que, no caso de bolachas ou doces, a diferença não chega a ser tão grande”, explica Wansink.

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Guardar os cereais no armário pode ajudar você a não recorrer a eles com tanta frequência

Isso ocorre porque muitas vezes as pessoas sabem que estes produtos não são muito saudáveis e tendem a limitar o seu consumo. No entanto, cereais geralmente são percebidos como um produto saudável e, portanto, não haveria motivos para escondê-los.

3- Coloque as frutas e verduras na parte mais visível da geladeira

Esse hábito te ajudará a comer três vezes mais esse tipo de alimento. A ideia é deixar as coisas mais calóricas nas partes mais baixas da geladeira, que são menos visíveis, para ter menos vontade.

4- Se for beber vinho, melhor tinto e em taça pequena

As pessoas costumam se concentrar mais na altura do que na largura na hora de medir a quantidade dos líquidos. Em média, serve-se 12% a menos de vinho em uma taça de vinho branco, que é a menor, do que em uma de vinho tinto.

Além disso, tendemos a beber menos vinho tinto do que branco. O motivo é que a cor da bebida faz com que ela seja mais visível e, por isso, na hora de servir, somos mais conscientes para medir a quantidade.

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Beber vinho em taças menores ajuda a beber menos

“Bebemos cerca de 10% a menos em média no caso do vinho tinto”, destaca o especialista.

5- Nos restaurantes, procure se sentar perto da porta

As pessoas que se sentam mais longe da porta comem menos salada e têm uma probabilidade 73% maior de pedirem sobremesa.

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O lugar onde você senta no restaurante também pode influenciar no quanto você vai comer

Caso escolham uma mesa ainda mais para trás, as pessoas podem estar mais próximas da cozinha, onde verão os pratos do restaurante passando com frequência e poderão se sentir ‘tentadas’ a pedi-los.

Wansink acredita também que quem senta perto da porta vê outras pessoas fora do restaurante e isso faz com que se sintam mais conscientes de sua aparência para pedir algo mais saudável.

6- Caminhe por todo o corredor do supermercado

Quando vamos a supermercados, temos uma probabilidade 11% maior de comprar a primeira verdura que vemos em comparação com a terceira.

Por isso, Wansink recomenda que percorramos todo o corredor do supermercado para, assim, ampliarmos a variedade da nossa dieta.

7- Divida o carrinho de compras em duas partes, com as frutas e as verduras na frente e o resto atrás

Isso faz com que você pense mais no que está colocando no carrinho e te levará a comprar 23% mais verduras.

Cerca de 61% de tudo o que compramos está mais ou menos a altura dos olhos.

8- No escritório, guarde os doces em um pote opaco e tampado

Desta maneira, você fará com que elas estejam menos acessíveis. As pessoas que deixam os doces em cima da mesa

Fonte:http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/04/150411_truques_emagrecer_rm

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Parte de entrevista concedida pelo Dr. Paulo Niemeyer Filho à Revista PODER

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Parte de entrevista concedida pelo Dr. Paulo Niemeyer Filho à Revista PODER

Dr. Paulo Niemeyer Filho, é filho do lendário Neurocirurgião Paulo Niemeyer, microneurocirurgia da Pioneiro no Brasil, e sobrinho do arquiteto Oscar Niemeyer. Dr. Paulo escolheu a medicina ainda adolescente. Aos 17 anos, entrou na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Quinze dias depois de formado, com 23 anos, mudou-se para a Inglaterra, onde foi estudar neurologia na Universidade de Londres. De volta ao Brasil, fez doutorado na Escola Paulista de Medicina.

Ao todo, sua formação levou 20 anos de Empenho absoluto. Mas foi uma recompensa à altura. Apaixonado por seu ofício, Dr. Paulo Chefia hoje os Serviços de Neurocirurgia da Santa Casa do Rio de Janeiro e da Clínica São Vicente, onde opera e atende de segunda a sábado, quando não há uma emergência no domingo, e ainda encontra tempo para dar aulas no Curso de Pós Graduação em Neurocirurgia da PUC-Rio.

Por suas mãos passaram já o músico Herbert Vianna – de quem cuidou em 2001, depois do acidente de ultraleve em Mangaratiba, litoral do Rio -, o ator e diretor Paulo José, a atriz Malu Mader, o diretor de televisão Estevão Ciavatta – marido da atriz Regina Casé, além de outros Centenas de pacientes, muitos deles representados pelas belas flores que enchem de vida o seu jardim.

Revista Poder – O que fazer para melhorar o cérebro?

Dr.Paulo Niemeyer: Você tem de tratar do Espírito. Precisa estar feliz, de bem com a vida, fazer exercício. Se está deprimido, com a auto-estima baixa, a primeira coisa que acontece é a memória ir embora; 90% das queixas de falta de memória são por depressão, desencanto, desestímulo. Para o cérebro funcionar melhor, você tem de ter motivação. Acordar de manhã e ter desejo de fazer alguma coisa, ter prazer no que está fazendo e ter a auto-estima no ponto.

PODER: Cabeça tem a ver com alma?

PN: Eu acho que a alma está na cabeça. Quando um doente está com morte cerebral, você tem a impressão de que ele já está sem alma… Isso não dá para explicar, o coração está batendo, mas ele não está mais vivo.

PODER: O que se pode fazer para se prevenir de doenças neurológicas?

PN: Todo adulto deve incluir no check-up uma investigação cerebral. Vou dar um exemplo: os aneurismas cerebrais têm uma mortalidade de 50% quando rompem, não importa o tratamento. Dos 50% que não morrem, 30% vão ter uma seqüela grave: ficar sem falar ou ter uma paralisia. Só 20% ficam bem. Agora, se você encontra o aneurisma num checkup, antes dele sangrar, tem o risco do tratamento, que é de 2%, 3%. É uma doença muito grave, que pode ser prevenida com um check-up.

PODER: Você acha que a vida moderna atrapalha?

PN: Não, eu acho a vida moderna uma maravilha. A vida na Idade Média era um horror. As pessoas morriam de doenças que hoje são banais de ser tratadas. O sofrimento era muito maior. As pessoas morriam em casa com dor. Hoje existem remédios fortíssimos, ninguém mais tem dor.

PODER: Existe algum inimigo do bom funcionamento do cérebro?

PN: O exagero. Na bebida, nas drogas, na comida. O cérebro tem de ser bem tratado como o corpo. Uma coisa depende da outra. É muito difícil um cérebro ir muito bem num corpo muito maltratado, e vice-versa.

PODER: Qual a evolução que você imagina para a neurocirurgia?

PN: Até agora a gente trata das deformidades que a doença causa, mas acho que vamos entrar numa fase de reparação do funcionamento cerebral, cirurgia genética, que serão cirurgias com introdução de cateter, colocação de partículas de nanotecnologia, em que você vai entrar na célula, com partículas que carregam dentro delas um remédio que vai matar aquela célula doente. Daqui a 50 anos ninguém mais vai precisar abrir a cabeça.

PODER: Você acha que nós somos a última geração que vai envelhecer?

PN: Acho que vamos morrer igual, mas vamos envelhecer menos. As pessoas irão bem até morrer. É isso que a gente espera. Ninguém quer a decadência da velhice. Se você puder ir bem de saúde, de aspecto, até o dia da morte, será uma maravilha.

PODER: Hoje a gente lida com o tempo de uma forma completamente diferente. Você acha que isso muda o funcionamento cerebral das pessoas?

PN: O cérebro vai se adaptando aos estímulos que recebe, e às necessidades. Você vê pais reclamando que os filhos não saem da internet, mas eles têm de fazer isso porque o cérebro hoje vai funcionar nessa rapidez. Ele tem de entrar nesse clique, porque senão vai ficar para trás. Isso faz parte do mundo em que a gente vive e o cérebro vai correndo atrás, se adaptando.

PODER: Você acredita em Deus?

PN: Geralmente depois de dez horas de cirurgia, aquele estresse, aquela adrenalina toda, quando acabamos de operar, vai até a família e diz: “Ele está salvo”. Aí, a família olha pra você e diz: “Graças a Deus!”.

Então, a gente acredita que não fomos apenas nós.

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Principal causa da confusão mental nos idosos

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 Principal causa da confusão mental nos idosos

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Por Arnaldo Lichtenstein, médico

Sempre que dou aula de clínica médica aos estudantes do 4º ano de medicina, lanço a pergunta:
– Quais as causas que mais fazem o vovô ou a vovó terem confusão mental?
Alguns arriscam: “Tumor na cabeça”… Eu digo: “Não”.
Outros apostam: “Mal de Alzheimer”… Respondo, novamente: “Não”.

A cada negativa a turma se espanta! E fica ainda mais boquiaberta quando enumero os três motivos realmente responsáveis que são mais comuns:
– Diabetes descontrolado;
– Infecção urinária;
– A família passou um dia inteiro no shopping, enquanto os seus idosos ficaram sozinhos em casa!
Parece até brincadeira, mas não é. Não raro as avós sem sentirem sede, deixam de tomar líquidos!

Quando falta gente em casa para lembrá-los, desidratam-se com rapidez. A desidratação tende a se agravar, e acaba afetando todo o organismo, causando confusão mental abrupta, baixa pressão arterial, aumento dos batimentos cardíacos (batedeira), angina (dor no peito), coma, e até morte.Insisto: não é brincadeira!

Na melhor idade, que começa aos 60 anos, temos pouco mais de 50% de água no corpo! Isso faz parte do processo natural de envelhecimento. Portanto, nossos idosos têm menor reserva hídrica.

Mas há outro complicador: mesmo desidratados, eles não sentem vontade de tomar água!, Pois os seus mecanismos de equilíbrio interno não funcionam muito bem, por isso precisam ser lembrados!

Conclusão:
Idosos se desidratam facilmente não apenas porque possuem reserva hídrica menor, mas também porque percebem menos a falta de água em seus corpos! E mesmo que o idoso seja saudável, fica prejudicado o desempenho normal das reações químicas, e as funções de todo o seu organismo.

Por isso, aqui vão dois alertas:

1 – O primeiro é para vovós e vovôs: tornem voluntário o hábito de beber líquidos. Por líquido entenda-se água, sucos, chás, água-de-coco, leite, sopas, gelatinas, e frutas ricas em líquido, como: melão, melancia, abacaxi, laranja e tangerina, também funcionam. O mais importante é, a cada duas horas, botar uma boa quantidade de algum líquido para dentro. Lembrem-se disso!

2 – Meu segundo alerta é para os familiares: ofereçam constantemente líquidos aos idosos. Ao mesmo tempo fiquem atentos. Ao perceberem que estão rejeitando líquidos e, de um dia para o outro, se ficam confusos, irritadiços, e fora do ar, atenção! É quase certo que sejam sintomas decorrentes de desidratação. Então, líquido neles, e rápido levem eles para um serviço médico.

Arnaldo Lichtenstein(46) médico, clínico-geral do Hospital das Clínicas e professor colaborador do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo-USP

Este artigo é de utilidade pública. Por favor, compartilhe com as pessoas que você conhece!

 Fonte:http://fazbemasaude.blogs.sapo.pt/agua-apos-os-60-anos-2437

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O cardápio ideal após os 50 anos

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O cardápio ideal após os 50 anos

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Além de adequarmos a alimentação para períodos como a gravidez e a infância, também é importante alterarmos o cardápio de acordo com a nossa idade. Principalmente as mulheres! Para elas, alguns nutrientes específicos são fundamentais após os 50 anos.  Eles garantem um bom funcionamento do corpo, a saúde em dia, bem-estar, beleza e disposição nessa nova fase da vida. Descubra quais são os ingredientes que não podem faltar à mesa!

Carnes vermelhas, frango, peixe e ovos. São alimentos ricos em proteína de boa qualidade – nutriente importante para a construção e manutenção dos músculos e das células de defesa do corpo. A proteína também previne as perdas musculares comuns da idade (que causam fraqueza e fadiga) e ajuda na manutenção da saúde e beleza de cabelo, pele e unhas.

Então,  não se esqueça de não consumir proteínas em seu cardápio diário. A quantidade recomendada é de 150 gramas de bife ou filé de peixe. 

Grãos e cereais integrais. Ótimas fontes de fibras, essenciais para a saúde do intestino. Esses ingredientes ajudam também no controle do colesterol. Na hora de ir às compras, prefira versões integrais de pães, massas e cereais matinais.

Leites, queijos e iogurtes. São as principais fontes de cálcio da dieta! O mineral é importante após os 50 anos, pois protege ossos e dentes – que costumam ser prejudicados com as alterações hormonais nessa fase da vida. Uma dica: para melhorar a absorção do cálcio, não se esqueça da  vitamina D!

A quantidade recomendada  é muitas vezes um copo de leite, dois iogurtes e cerca de 40 gramas de queijo.

Frutas, verduras, legumes e castanhas. Alimentos ricos em compostos antioxidantes, que combatem os radicais livres e, assim, previnem doenças. Manter uma dieta com esses ingredientes também garante uma proteção extra contra o envelhecimento precoce da pele.

 Os especialistas recomendam um pedaço médio de fruta por dia, como uma maçã ou damascos, além de um punhado de morangos ou cerejas. E no verão, você também precisa atualizar o seu paladar com uma fatia de melancia ou melão.

Hortaliças não podem faltar na sua dieta diária. As melhores? Feijão verde, espinafre, acelga… especialmente as de folhas verdes. E, se possível, tente consumi-las crus em uma salada.

Além dos itens acima, nessa fase da vida é essencial manter uma rotina de exercícios físicos. Assim, você une a prática de esportes com uma alimentação completa e balanceada. O resultado: saúde e disposição sempre!

FONTE:  http://www.wickbold.com.br/o-cardapio-ideal-apos-os-50-anos/
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Bastam 66 dias para mudar um hábito!

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Bastam 66 dias para mudar um hábito

O cérebro se reorganiza constantemente se temos interesse em fazê-lo

 

Mudar alguns hábitos está ao alcance de todos. Para isso, são necessários dois ingredientes importantes: escolher uma mudança que seja coerente com sua escala de valores e treinar até que se torne um hábito. Pouco além disso. 
 

Nada é “obrigatoriamente” para sempre, sequer o que se escolheu como hobby, profissão ou local de residência. A ideia de que podemos ser quem desejamos, praticar novos esportes, aprender outras culturas, experimentar todas as gastronomias, ter outros círculos de amigos… transforma uma vida parada em outra, rica em oportunidades e variedade.
O cérebro é plástico.  As pessoas evoluem desejamos mudar, crescer interiormente, e estamos capacitados para isso. Ficaram para trás as teorias sobre a morte dos neurônios e os processos cognitivos degenerativos. Hoje sabemos que os neurônios geram novas conexões que permitem aprender até o dia em que morremos.
A plasticidade cerebral demonstrou que o cérebro é uma esponja, moldável, e que continuamente vamos reconfigurando nosso mapa cerebral. Foi o que disse William James, um dos pais da psicologia, em 1890, e todos os neuropsicólogos hoje em dia confirmam as mesmas teorias.O próprio interesse por querer mudar de hábitos, a atitude e a motivação, assim como sair da zona de conforto, convidam o cérebro a uma reorganização constante. Esse processo está presente nas pessoas desde o nascimento até a morte.
Nesta sociedade impaciente, baseada na cultura do “quero tudo já e sem esforço”, mudar de hábitos se tornou um suplício. Não porque seja difícil, mas porque não abrimos espaço suficiente para que se torne um hábito. Não lhe passou pela cabeça alguma vez que, ao começar uma dieta, as primeiras semanas são mais difíceis de do que quando já está praticando há algum tempo? É resultado desse processo. No início seu cérebro lembra o que já está automatizado, o hábito de beliscar, comer doce ou não praticar exercício, até que se “educa” e acaba adquirindo as novas regras e formas de se comportar em relação à comida.

Todo homem pode ser, se assim se propuser, escultor de seu próprio cérebro” Santiago Ramón y Cajal

A neurogênese é o processo pelo qual novos neurônios são gerados. Uma das atividades que retardam o envelhecimento do cérebro é a atividade física. Sim, não só se deve praticar exercícios pelos benefícios emocionais, como o bem-estar e a redução da ansiedade, ou para ficar mais atraente e forte, mas porque seu cérebro se manterá jovem por mais tempo. Um estudo do doutor Kwok Fai-so, da Universidade de Hong Kong, correlacionou a corrida com a neurogênese. O exercício ajuda a divisão das células-tronco, que são as que permitem o surgimento de novas células nervosas.

Existem outras práticas, como a meditação, o tipo de alimentação e a atividade sexual que também favorecem a criação de novas células nervosas.

Uma vez que a reorganização cerebral é estimulada ao longo de toda a vida, não há uma única etapa em que não possamos aprender algo novo. A idade de aposentadoria não determina uma queda, nem completar 40 ou 50 anos deveria ser deprimente. Todos que tiverem interesse e atitude em relação a algo estão em boa hora, poderão aprender, treinar e tornar-se especialistas independentemente da idade. Se você é dessas pessoas que se dedicaram durante a vida a uma profissão com a qual viveram relativamente bem, mas ficaram com o desejo de estudar Antropologia, História, Exatas, Artes Plásticas ou o que for, pode começar agora. Não há limite de idade nem de tempo para o saber.

Não deixe que sua idade o limite quando seu cérebro está preparado para tudo. A mente se renova constantemente graças à plasticidade neuronal.

Até há pouco tempo pensava-se que modificar e automatizar um hábito exigia 21 dias. Otimismo demais! Um estudo recente de Jane Wardle, do University College de Londres, publicado no European Journal of Social Psychology, afirma que para transformar um novo objetivo ou atividade em algo automático, de tal forma que não tenhamos de ter força de vontade, precisamos de 66 dias.

Sinceramente, tanto faz se forem 21 ou 66! O interessante é que somos capazes de aprender, treinar e modificar o que desejarmos. O número de dias é relativo. Depende de fatores como insistência, perseverança, habilidades, das variáveis psicológicas da personalidade e do interesse. A mudança está em torno de dois meses e pouco. O que são dois meses no ciclo de nossa vida? Nada. Esse tempo é necessário para sermos capazes de fazer a mudança que desejamos. E isso nos torna livres e poderosos.

Dez conselhos para começar o que se deseja:

“É preciso sacudir energicamente o bosque dos neurônios cerebrais adormecidos; é fundamental fazê-los vibrar com a emoção do novo e infundir-lhes nobres e elevadas inquietudes”. Ramón y Cajal

Para saber mais

1. Eleja seu propósito e o transforme em seu projeto. É certo que, se fizer uma lista, se dará conta de que tem muitas inquietações. Mas não podemos mudar ou tentar fazer tudo de uma vez. Esqueça seu cérebro multitarefa e não queira modificar tudo em um instante. Quando conseguir automatizar o primeiro, passe ao segundo.

2. Reflita sobre sua meta. Se responder às seguintes perguntas em relação a seu objetivo, seu compromisso com ele aumentará: O que quero? Por quê? Para quê? Com quê? O “com que” refere-se aos seus pontos fortes, valores e atitudes para consegui-lo. Quando enfrentar algo novo, e tendo em vista que isso implica em sair da zona de conforto, é recomendável ter a segurança e a confiança de que está preparado, que tem capacidade e que irá conseguir. Mesmo que seja difícil.

3. Faça com que ele caiba no seu dia-a-dia. Não importa o que deseja iniciar, é preciso tempo. Se não abrir um espaço em sua agenda e o transformar em rotina, o normal é que termine postergando o que agora não faz parte de sua vida.

4. Ressalte seu objetivo. Tudo aquilo que não faz parte de nossa ordem habitual é fácil de ser esquecido. Se tem uma agenda, marque com caneta marca-texto. Se utiliza o alerta do celular, crie um diário com o novo objetivo. Não abuse de sua memória e do “deveria ter me lembrado”.

5. Cerque-se de todo o necessário, assim não terá desculpas para não começar. Por exemplo, se está de dieta, compre os alimentos do regime; se começou a praticar esportes, busque a roupa que irá usar, ou se começou a tirar fotos, prepare o material.

6. Comece hoje. Não existe nenhum estudo com rigor científico que relacione a segunda-feira ou o primeiro dia de janeiro exclusivamente com o começo de um novo hábito. A terça-feira e a quinta são dias tão bons como qualquer outro. Deixar tudo para a segunda é outra maneira de postergar e deixar que a preguiça vença sua força de vontade. O melhor dia para começar algo é hoje.

7. Emocione-se. As emoções avivam a lembrança, produzem bem-estar, e estar apaixonado pelo que se faz fideliza o hábito. Busque como se sente, o que irá conseguir, como irá melhorar sua vida pessoal e profissional. Aproveite e esteja presente.

8. Não escute a voz interior que lhe diz que está cansado, qual o sentido disso e que a vida é muito curta para não ser aproveitada. Nosso cérebro está muito treinado para criar desculpas e continuar na zona de conforto. Essa voz interior é muito forte e pode ser muito convincente.

9. Seja disciplinado. Leve seu hábito a sério. E levá-lo a sério não significa se tornar sério, mas que seja uma prioridade, algo para dedicar seu valioso tempo. E que tenha um lugar especial em sua agenda.

10. Transforme seu novo hábito em sua filosofia de vida. Isso lhe dará outra dimensão e calma. Não se trata de aprender algo agora, mas aproveitar e saber que tem toda a vida para praticá-lo. Se, por exemplo, decidiu começar com a atividade física, não se sinta mal se pular um dia. Tem amanhã, o dia depois dele e toda a vida para fazê-lo. Não se trata de sentir-se culpado. Essa emoção não agrega nada. Só é preciso ser disciplinado e ter seriedade. Se for realmente algo importante, amanhã voltará a fazê-lo. Não é tudo ou nada. É incorporar algo bom para cada um e encaixá-lo na vida para aproveitar, não para que seja mais um sofrimento no caso de não poder realizá-lo um dia.

FONTE: http://brasil.elpais.com/brasil/2015/07/01/eps/1435765575_333302.html

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Dieta anti-inflamatória: alimentos para desacelerar o processo de envelhecimento

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Dieta anti-inflamatória: alimentos para desacelerar o processo de envelhecimento

Dieta anti-inflamatória: alimentos para desacelerar o processo de envelhecimento© Foto: iStockphoto
Dieta anti-inflamatória: alimentos para desacelerar o processo de envelhecimentoNos últimos anos, pesquisadores têm se dedicado a investigar o papel da inflamação em doenças crônicas e no envelhecimento. Sabe-se que a inflamação é uma resposta importante do sistema imunológico para defender o nosso organismo quando há algo de errado. Algumas condições como asma e artrite apresentam um componente inflamatório óbvio. Mais recentemente, certas inflamações têm sido associadas a outros males que vão desde doenças cardíacas, diabetes e câncer a depressão e Alzheimer, passando pelo o envelhecimento da pele.Quando excessiva, é considerada um fator de risco para muitas dessas doenças crônicas ligadas à idade. “É importante ter em mente que, conforme envelhecemos, nossa composição corporal vai mudando: temos mais gordura no organismo e menos massa muscular. Essa gordura, especialmente a abdominal, secreta substâncias inflamatórias’, explica o médico nutrólogo Nelson Lucif Jr., diretor da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN). “Por isso, reduzir essa gordura é um fator importante de prevenção dessas doenças.‘ 

Para isso, é preciso ficar atento ao que você coloca no prato todos os dias —e à quantidade também. Isso porque há alimentos que se ingeridos em excesso estimulam a produção de substâncias inflamatórias no corpo. Da mesma forma, há outros que causam o efeito contrário, equilibrando a dieta.

“As pessoas adoram, mas o açúcar, por exemplo, é altamente inflamatório se consumido em excesso’, aponta o nutrólogo. Carboidrato de alto índice glicêmico, o açúcar está presente em refrigerantes, biscoitos e doces em geral, e até mesmo no mel, muitas vezes indicado como substituto para adoçar iogurtes e cereais.

Além do açúcar, segundo o especialista, uma dieta anti-inflamatória deve passar longe do excesso de gordura trans. De origem vegetal, esse tipo de gordura é utilizada na indústria alimentícia para melhorar a consistência dos produtos e aumentar a sua durabilidade. “É o pior tipo de gordura que tem, pois penetra diretamente nos tecidos e produz substâncias inflamatórias. Ativa também os radicais livres e diminui o colesterol bom, aumentando o ruim’, pontua. Já a gordura animal, também chamada de saturada, deve ser consumida moderadamente. “Se comeu um churrasquinho no domingo, é bom evitar a mortadela e o salame durante a semana, porque eles se acumulam e o efeito inflamatório também é alto.’

Por livre associação, os vegetais e as frutas fazem parte, então, do grupo anti-inflamatório? Em partes, sim. Para facilitar essa identificação, a nutricionista norte-americana Monica Reinagel desenvolveu o chamado fator inflamatório (FI), cuja ideia é classificar alimentos de acordo com seu potencial inflamatório, que pode ser positivo ou negativo:

  • 200 ou maior: fortemente anti-inflamatório
  • 101 a 200: moderadamente anti-inflamatório
  • 0 to 100: suavemente anti-inflamatório
  • -1 a -100: suavemente inflamatório
  • -101 a 200: moderadamente inflamatório
  • -201 ou menor: fortemente inflamatório

De acordo com o estudo da especialista em nutrição humana, o FI presente em meia xícara de suco de acerola fresca é 817. A mesma medida de espinafre e de cenoura crua apresenta índices de 224 e de 98, respectivamente. Com base nessa classificação, ela escreveu o livro “The Inflammation Free Diet Plan’ (ainda não publicado no Brasil), em que orienta como usar esse sistema e sugere receitas prontas e refeições flexíveis.

“O consumo de vegetais e frutas ao longo do dia é importantíssimo para reduzir a inflamação, combater os radicais livres, reduzir o pico de insulina e melhorar o padrão metabólico do organismo’, explica o nutrólogo. “Mas não adianta comer uma rodela de tomate e uma folha de alface, a quantidade deve ser significativa, o prato deve ser colorido.’ Esse hábito também vai ajudar a reduzir o consumo de açúcar. “Fica muito mais fácil deixar o doce de lado quando se come uma fruta na sobremesa.’

Fontes: Nelson Lucif Jr., médico nutrólogo e diretor da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN); Inflammation Factor (www.inflammationfactor.com), site oficial do fator inflamatório desenvolvido pela nutricionista americana Monica Reinagel.

FONTE: http://www.msn.com/pt-br/estilo-de-vida/vivermais50/dieta-anti-inflamat%C3%B3ria-alimentos-para-desacelerar-o-processo-de-envelhecimento/ar-BBlbbVX

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O que não pode faltar no cardápio depois dos 60 anos

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O que não pode faltar no cardápio depois dos 60 anos

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Manter uma alimentação equilibrada é essencial para garantir o bem-estar em todas as idades. Mas, após os 60 anos, alguns nutrientes se tornam ainda mais importantes, para prevenir doenças, fortalecer o corpo e dar a disposição e força necessárias para essa nova fase da vida. Pensando nisso, separamos abaixo os ingredientes que não podem faltar na despensa de quem já chegou lá. Confira nossas dicas!

Carnes vermelhas, frango, peixes, leite, queijos e iogurtes. São alimentos essenciais depois dos 60 anos por conterem proteínas de alta qualidade, importantes para a manutenção dos tecidos do corpo (cabelo, pele, unhas) e dos músculos O leite e seus derivados são fonte de cálcio, nutriente que contribui para a saúde dos

Castanhas e sementes. Ricas em compostos antioxidantes, elas protegem nossas células contra as agressões dos radicais livres. Uma única castanha-do-pará, por exemplo, contém 100% das necessidades diárias de selênio, um mineral de grande importância para a saúde do sistema nervoso e de defesa.

Frutas, verduras e legumes. Fontes de vitaminas e minerais muito importantes para o funcionamento do corpo. Aqueles com cor alaranjada (tomate, mamão, cenoura, morango) e os verdes-escuros (agrião, couve, espinafre) apresentam boa quantidade de compostos antioxidantes, que atuam como um escudo para as células, ajudando a proteger o corpo contra gripes e resfriados, por exemplo.

Água. Após os 60 anos, a quantidade de água no organismo tende a reduzir. Por isso é importante ter uma atenção especial o consumo desse líquido! Procure também alternativas que podem contribuir com a hidratação, como a água de coco e os chás sem adição de açúcar.

Incluir os alimentos que listamos acima é só uma etapa para garantir saúde e longevidade. Não se esqueça de manter a alimentação equilibrada e praticar exercícios físicos regularmente. Depois é só curtir os bons momentos que esse período da vida proporciona!

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Dicas Naturais para ajudar a manter a saúde e vitalidade na Terceira Idade

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Dicas Naturais para ajudar a manter a saúde e vitalidade na Terceira Idade

 
Ela chega lá pelos 65 anos de idade. A maioria chama de “terceira idade”, mas o nome mais bonito que já deram para essa fase é “melhor idade”! E também, e não era pra menos: o Brasil hoje é um dos países com maior quantidade de idosos. Com certeza é um bom sinal de que nossa saúde está indo cada vez melhor.
Outra coisa boa da “melhor idade” é que a maioria dos idosos consegue ter um tempo maior para fazer o que gosta, sem tantas obrigações como antes, e também dá pra cuidar melhor da saúde, que geralmente exige alguns cuidados especiais nessa fase.A terceira idade geralmente chega trazendo algumas mudanças para o corpo.

Veja alguns exemplos:

– menos apetite (paladar menos apurado, menos salivação e às vezes, menos mastigação por causa da queda de dentes). Por isso, é importante tomar cuidado para que não haja deficiência de nutrientes;
– digestão lenta e acúmulo de gases (flatulência);
– ritmo mais lento para as mesmas atividades do dia-a-dia, o que pode significar menor gasto de energia e maior acúmulo de gorduras no corpo;
– maior risco de doenças crônicas como diabetes, obesidade, hipertensão, Mal de Parkinson, certos tipos de câncer etc.

Mas é bom lembrar que essas mudanças vão depender bastante do estilo de vida que o idoso adotou até agora (e também da tendência genética que ele herdou dos pais). Se ele manteve hábitos saudáveis, com certeza vai ser mais fácil envelhecer com qualidade de vida.

Veja só essas DICAS NATURAIS PARA AJUDAR A MANTER A SAÚDE E A VITALIDADE NA TERCEIRA IDADE:

 1 – CASTANHA DO PARÁ E CEREAIS INTEGRAIS (arroz integral, aveia, trigo etc.) SÃO BEM-VINDOS. Eles contêm zinco, importante para aumentar a sensibilidade do paladar e estimular o apetite;

2 – EVITE ALIMENTOS REFINADOS (feitos com farinha branca como pão francês, bolachas refinadas, arroz branco, etc.) para melhorar a digestão e prevenir a flatulência;

3 – QUANTO MAIS LONGE DO AÇÚCAR, MELHOR. Tanto ele quanto os produtos refinados aumentam o risco de diabetes;

4 – VARIAR É SAUDÁVEL. Abuse das frutas, verduras e legumes de cores e tipos diferentes. Junto com essa variedade, veem um monte de nutrientes diferentes, importantes para evitar deficiências nutricionais, comuns entre idosos. Grãos integrais também ajudam bastante;

5 – PORÇÕES MENORES, MAIS VEZES POR DIA. Diminua a quantidade das refeições, mas coma mais vezes ao dia. Isso ajuda a dar a sensação de fome e aumenta o apetite;

6 – COMIDINHA LEVE E NUTRITIVA NO JANTAR. Faça uma refeição mais leve à noite (com vegetais e grãos integrais, como uma sopa ou um risoto de quinua, por exemplo). Isso ajudará a facilitar a digestão;
 7 – MENOS SAL E MAIS ERVAS NATURAIS. Reduza o sal de cozinha e os produtos artificiais que contém sódio (como molhos e caldos artificiais, adoçantes à base de ciclamato de sódio ou de sacarina sódica etc.). Para temperar, prefira as ervas naturais ou o sal;
8 – UMA ATENÇÃO ESPECIAL À SAÚDE DOS OSSOS. Para isso, invista nas fontes naturais de cálcio (gergelim, brócolis, folhas verde-escuras, linhaça) e de magnésio (grãos de bico, banana, gergelim, castanha do Pará). Não deixe de tomar sol, todos os dias também (pelo menos 15 minutos por dia, até 10h da manhã ou após 16h); ele ajuda o corpo a produzir vitamina D, que facilita o aproveitamento do cálcio dos alimentos;
 9 – EVITE OS “LADRÕES DE CÁLCIO”, como as bebidas alcoólicas e café, chá preto e refrigerante;
10 – CUIDE DO CORAÇÃO. Pra isso, as gorduras “do bem” presentes na linhaça, no azeite extra virgem, nas castanhas e amêndoas são imbatíveis. Eles ajudam a prevenir a aterosclerose e outras doenças cardiovasculares. As fibras do farelo de aveia, também ajudam muito, principalmente na hora de manter os bons níveis de colesterol;
 11 – A FAVOR DO INTESTINO, prefira as fibras dos cereais integrais, fibra de trigo, farelo de aveia, dos brotos de feijão e alfafa, do bagaço de laranja… Eles previnem a “prisão de ventre” e o câncer de intestino;
 12 – MUITA, MUITA ÁGUA! Ela ajuda a desintoxicar, hidrata, facilita o trabalho do intestino e dos rins, entre muitas outras vantagens;
13 – MASTIGUE COM CALMA, várias vezes. Isso facilita a digestão;
14 – MEXA-SE. Atividade física faz bem pra o corpo e pra mente. Faça com orientação profissional;
15 – PROCURE MANTER O BOM-HUMOR E OS MOMENTOS DE ALEGRIA E LAZER. Isso dá um bem-estar enorme, e a saúde vem de brinde!
Fonte: www.maeterra.com.br
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Sono muda na terceira idade

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Uma das queixas mais comuns entre os idosos é a insônia – 60% das mulheres com mais de 60 anos sofrem com o problema
 
Segundo estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), 13% da população são de idosos. Isso significa 26,1 milhões de pessoas com mais de 60 anos de idade no país. Um dos transtornos de sono mais frequente nessa faixa etária é a insônia. Sabe-se que esse distúrbio possui incidência 1,5 vezes maior na terceira idade do que em jovens adultos.
 
De acordo com a gerontóloga da Casa de Repouso Villa Bela Vista e membro da Associação Brasileira de Gerontologia (ABG), Nathália Gitti, ao longo do tempo, a eficiência do sono diminui, cresce a quantidade de despertares após o início do sono e há dificuldade para adormecer novamente. “Um estudo confirma que há incidência de 30% de insônia crônica entre idosos, além de prevalência de 60% de insônia entre mulheres com 60 anos ou mais. Os idosos tendem a acordar e levantar mais cedo, ocorrendo, portanto, um aumento do uso de medicações relaxantes e psicotrópicas”.
 
A especialista explica que essas complicações podem ser provenientes de diferentes fatores, como alterações hormonais decorrentes do envelhecimento, mudanças no estilo de vida, apneia, fibromialgia, uso de medicamentos que possuem tais efeitos colaterais, hereditariedade, hábitos inadequados, entre outros.
 
As repetidas noites mal dormidas refletem na qualidade de vida do idoso. De um modo geral, as consequências são: fadiga, irritação, cansaço fácil, ardência nos olhos, ansiedade, fobias, incapacidade de concentrar-se, perda de memória, mal-estar, sonolência e maior propensão de quedas. “Quando com frequência, o problema se associa a pior saúde física, cognitiva e emocional e pode implicar em dificuldade no exercício de funções sociais, diminuição do senso de bem-estar, depressão e aumento do potencial para morbimortalidades”.
 
Em casos crônicos, é necessário buscar auxílio de uma equipe multidisciplinar de saúde, que direcionará o tratamento mais adequado para o paciente. “A prescrição de medicamentos que ajudam a dormir e não provocam dependência química, associada a medidas comportamentais e cognitivas, é a melhor forma de intervenção, junto aos cuidados com a alimentação e a prática de exercícios físicos. Assim, não só a qualidade do sono será aumentada, mas também a melhora das relações sociais, saúde física e emocional”, conclui Nathália.
 
FONTE:http://www.segs.com.br/saude/47199-sono-muda-na-terceira-idade.html
 
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Ciência Identifica Atividades Físicas que mais ajudam o Cérebro

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Ciência Identifica Atividades Físicas que mais ajudam o Cérebro

Cérebro é estimulado por atividades físicas, mas esportes atuam de formas diferentes
Que exercícios fazem bem para a saúde, todo mundo já sabe; mas o que é menos conhecido são os benefícios dos esportes sobre o funcionamento do cérebro, a “saúde da mente”.
“Há várias décadas se acumulam evidências indicando os benefícios da atividade física, tanto aeróbica como de força (ou resistência), na função cognitiva, tempo de reação e memória, entre outras propriedades”, disse à BBC César Kalazich, especialista em medicina desportiva da clínica MEDS, no Chile.Embora as pesquisas indiquem que qualquer atividade física, incluindo caminhadas, seja benéficas, há evidências de que nem todas contribuem da mesma forma ou geram os mesmos efeitos para a saúde. 

Esgrima

Um estudo publicado em 2012 pela Universidade Foro Itálico de Roma comprovou que os esportes que requerem tomar decisões em frações de segundos melhoram a função cognitiva tanto em pessoas jovens como em idosos, o que permite reduzir problemas associados ao envelhecimento.

A velocidade da esgrima, tanto para atacar como para defender,
ajudaria a melhorar as funções cognitivas do cérebro.
A pesquisa partiu da premissa de que atividades em que participantes precisam se mover de forma constante e adaptar-se rapidamente às mudanças que ocorrem, como a esgrima, podem compensar os efeitos relacionados ao passar dos anos, como problemas de aprendizagem, de memória e tempo de reação.“É mencionado o efeito que este tipo de disciplina tem na execução de funções e nos tempos de reação em sujeitos de meia-idade – de 55 a 65 anos-, comparados com outros tipos de exercício e com pessoas sedentárias”, afirmou Kalazich. 

Para diferenciar os esportes, os pesquisadores estabeleceram duas categorias: abertos e fechados.
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Ciclismo é considerado esporte de habilidade fechada por ser repetitivo.
“Os esportes considerados de habilidades abertas – em que a tomada de decisões rápidas, reações instantâneas, de precisão em velocidade são a premissa – seriam, por exemplo, futebol, basquete, vôlei, esgrima, tênis de mesa (ping pong), hockey etc.”“Os outros, de habilidades fechadas (repetição de movimentos, ritmo estável), seriam atletismo, ciclismo, boliche e patinação, entre outros”, explicou o especialista em medicina esportiva.

Combinação

Um dos líderes da pesquisa, Francesco Di Russo, contou ao jornal The Washington Post que esportes como esgrima requerem tomadas rápida de decisões e demandam um alto grau de atenção visual e flexibilidade.

“Queríamos ver se o esporte ajudaria a manter o cérebro rápido e efetivo, reduzindo o envelhecimento cognitivo”, afirmou Di Russo.

Para Kalazich, é possível que exista uma combinação de elementos, porque também se observou “que estimular o cérebro com leitura ou jogos tem efeitos semelhantes”.

“Então haveria uma soma da estimulação cerebral/intelectual do esporte específico de habilidades abertas aos benefícios que provoca o exercício em si.”

Desde cedo

O consenso entre os especialistas em medicina desportiva é que a atividade física oferece benefícios a pessoas de qualquer idade e que é melhor começar tarde do que nunca.

Médicos recomendam fazer exercícios desde cedo, embora nunca seja tarde para começar.

 

Observou-se que pacientes idosos melhoram parâmetros como memória, capacidade de reação e capacidade cognitiva em poucos meses (de 3 a 6 meses) a partir de uma rotina de exercícios com orientação.”

Mas ele esclarece que é evidente que os benefícios aumentam se os exercícios começam a ser feitos mais cedo.

“O ideal é começar a praticar exercícios durante a infância, para que isso tenha influência na plasticidade cerebral e na aprendizagem de habilidades de coordenação e capacidade aeróbica e força.”

“Um conceito bem interessante e cada vez mais estudado é o da plasticidade neuronal [capacidade de os neurônios formarem novas ligações], que é muito importante para o crescimento e a aprendizagem de crianças e adolescentes”, acrescentou o especialista da Clínica MEDS.

“Isso não se perde nos adultos, mas pode ser estimulado significativamente com os exercícios mencionados.”

Kalazich considera que o estudo da universidade italiana oferece um ponto de partida sobre que tipo de exercícios e em que dose são os mais adequados para as distintas idades e capacidades, mas diz que “ainda há muito a investigar”.

Fonte:http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/04/150420_exercicios_cerebro_lab.shtml

 

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